CAIO E O PAI CAMINHONEIRO

Como vocês já sabem, o meu amigo Caio estava disposto a acompanhar o pai numa das viagens de caminhão. A viagem seria longa, com duração de 20 a 25 dias, dependendo das condições. Eu torcia muito pra que rolasse algo entre eles dois e nem preciso dizer que eu era o maior incentivador do Caio nessa aventura.
                Só pra recapitular, o Caio e eu nos conhecemos na internet e tínhamos um tesão monstro nos nossos pais. No primeiro conto que falei sobre o Caio eu fiz a descrição dele, um macho gostoso como poucos, mas acabei não descrevendo o pai.
                Eles tem basicamente a mesma altura, mas o pai do Caio mantinha a cabeça raspada. Não treinava, (diferente do filho) e tinha uma barriguinha de chop nada exagerada. No geral tinha um corpo forte estilo natural, tornando ele um homem com um corpo bem atraente.
                Não tinha uma beleza excepcional como o Caio, embora fosse possível ver traços inegáveis que denunciavam que se tratava de pai e filho. O biótipo dos dois se assemelhava muito e não me admirava que o Caio, rato de academia, tivesse um corpo tão delicioso. Se o pai fosse adepto à musculação certamente teria o físico idêntico ou até melhor.
                Uma coisa que os dois tinham em comum eram os pelos. Os dois deliciosamente peludos. O filho parecia um deus de tão lindo e gostoso e o pai era um caminhoneiro pai de família delicioso. Dava pra entender demais o tesão que o Caio sentia pelo pai.
                A única coisa que o Caio, até então, ainda não tinha visto era o cacete do paizão. Ele não fazia ideia de como era, mas sabia (por causa do episódio da foto no whatsapp) que era grande como o dele (Palavras do próprio pai). E nós ficávamos fantasiando sobre isso, imaginando se os cacetes dos dois se pareciam do mesmo jeito que o meu parece com o do meu pai (que são quase idênticos, tendo eu um cabeção vermelho e o meu pai um cabeção roxão delicioso).
                A viagem seria longa, com duração de 20 a 25 dias, dependendo das condições. E o caminhão era grande, desses que transporta cargas enormes. Segundo o Caio, a cabine virava uma cama-leito. Era possível abaixar o banco que era acoplado em uma espécie de painel e quando abaixado se transformava numa cama que podia comportar duas pessoas tranquilamente.
                Tinha até uma tv pequena com dvd e cortinas que davam privacidade. Eu não fazia ideia de que era possível ter esse tipo de conforto numa cabine de caminhão e nem sei se todos são assim, mas esse parecia ser um caminhão bem legal.
                O Caio tava animadão e de pica dura o tempo inteiro. O pai também se mostrava animado com a decisão do filho de fazer companhia a ele pela primeira vez.
                Chegou o dia da viagem e os dois pegaram a estrada bem cedo. Os dois tinham uma relação muito boa e de muito carinho. Era delicioso ver os dois abraçados nas fotos. Dava pra imaginar uma putaria muito gostosa rolando entre eles.
                Já na primeira noite, depois de um dia inteiro dirigindo, a coisa já prometia. O pai disse que tinha o costume de dormir pelado e que o Caio poderia dormir também, a final só tinha eles dois ali e eram pai e filho. Caio concordou sem pensar duas vezes e naquela noite viu, pela primeira vez, a pica que ele tanto desejava ver. Um cacete peludo com um sacão enorme não circuncidado como ele próprio não era.
                Teve que esconder o pica dura que babava só de olhar pro pai completamente desnudo, mas em questão de segundos o pai caiu num sono profundo. No final da contas dirigir por hora e horas é extremamente cansativo, mesmo pra quem está acostumado.
                O lugar inteiro tinha o cheiro do pai dele, sobre tudo a cama. Cheiro gostoso de macho, que ele já conhecia muito bem, mas que agora o inebriava de uma forma intensa.
Naquela noite, com as cortinas fechadas, Caio usava a luz do celular para iluminar um pouco o ambiente e socava uma punheta atrás da outra. A vontade era de sentir o cheiro daquela pica petelhuda que o pai tinha, colocar aquele pedação de carne na boca e sentir ele endurecer. Foram quatro leitadas seguidas até conseguir dormir.
Na manhã seguinte e em todas as outras, o Caio sempre acordava com uma ereção descomunal. O pai geralmente acordava antes para preparar e verificar as coisas antes de pegar a estrada e, obviamente, via o filhão com a pica estourando.
Não havia constrangimento, já que o próprio pai tinha naturalizado isso desde o começo.
- Todo homem acorda de pau duro. Não precisa ter vergonha do pai.
Dessa forma, ao longo de quatro dias de muita conversa e conexão, a intimidade entre os dois só crescia. Quando o pai dormia, o filho se acabava na punheta, mas vinha ficando mais ousado. Não tinha mais medo de que o pai acordasse e o pegasse socando a mão no pau durasso.
O Caio estava o tempo inteiro com tesão. A cabeça da pica tinha começado a falar mais alto que a cabeça de cima. Ver o pai ali, diariamente, peladão e gostoso daquele jeito tinha começado a afetar o juízo dele. E não era para menos, já que o próprio pai estava mais carinhoso e atencioso do que antes.
Os carinhos, beijos e abraços eram mais demorados e o pai dizia diversas vezes como estava feliz de ter o filhão com ele naquela viagem e o apresentava aos amigos e conhecidos de estrada com muito orgulho.
No sétimo dia o Caio acordou e sentia o pai ainda deitado ao lado, mas sentia também uma movimentação familiar. Apesar de ser início da manhã, as cortinas deixavam o ambiente numa penumbra. Abriu os olhos e conseguia ver claramente a silhueta do próprio pai, seu objeto de desejo proibido.
O cacete durão completamente exposto. A mão envolvendo um caralho grosso e socando uma deliciosa punheta. Do jeito que estava deitado, ele conseguia ver sem que o pai percebesse que ele tinha acordado. O tesão foi imenso e a pica, já dura, pulsava e soltava os primeiros fios de pré-gozo.
Poucos segundos depois o corpo do pai ficou tenso e ele abafou um gemido rouco e gutural enquanto liberava jatos de porra na barriga.
Caio estava quase gozando sem ao menos tocar no pau, mas a surpresa veio quando após o fim do orgasmo, o pai passa a mão na barriga, leva à boca e começa a lamber a própria porra.
Foi um misto de choque, excitação e felicidade. Sem saber como reagir, fingiu que continuava a dormir enquanto o pai saia, não sem antes fazer carinho no rosto e cabelos do filho. O cheiro de porra era inconfundível. Aquela era a mesma mão que tinha estado melada em porra fresca há pouco segundos atrás.
Já sozinho dentro do leito, mal precisou tocar no pau pra gozar violentamente. Ficou deitado alguns minutos processando o que tinha acabado de presenciar. A tentação era gigantesca. Ao sair, retribuiu o bom dia do pai com um abraço apertado, colando seu corpo inteiro. Sentiu sua rola roçando na do pai e mesmo tendo acabado de ter um puta orgasmo, seu pau endureceu.
Nenhum dos dois dava indícios de querer se afastar. O pai lhe deu um beijo no rosto ao qual ele retribuiu, depois olharam fixamente nos olhos um do outro e a tensão sexual era quase palpável. Sorrindo, o pai lhe disse para se aprontar para tomar café da manhã e após os preparativos partiam novamente.
O dia transcorreu normalmente e eles avançavam mais no trajeto, mas a tensão sexual estava no ar a todo momento.
Mais tarde, quando chegou a hora, os dois se recolheram na cama-leito, fecharam as cortinas e tiraram a roupa, como já era costume. Nada era verbalizado naquele momento, mas não era necessário. Caio se viu ser embalado nos braços do pai que o trouxe para junto de si. Os dois cacetes se encontraram, quentes e duros.
Seu rosto se acomodou no pescoço do pai e o aroma do pai que ele tanto amava intoxicou suas narinas. Caio se sentia pegando fogo e o calor gostoso do corpo do pai fazia ele sentir que estava pegando fogo por dentro.
Deus um beijo no pescoço do pai, depois outro e mais outro. Sentia a pele do seu pai se arrepiar enquanto sentia seus braços fortes ao seu redor e as mãos grandes e ásperas lhe fazerem carinho nas costas.
Começou a lamber e beijar enquanto ouvia o pai gemer completamente entregue e sentia uma mão a lhe acariciar a bunda peluda e a partir de então ele mesmo começava a se arrepiar dos pés à cabeça, então foi subindo com a boca, sentindo o gosto da pele do homem que ele mais amava no mundo todo, até encontrar os lábios dele e finalmente realizar o sonho de beijar deliciosamente o próprio pai.
Só quem já teve essa sorte sabe como é gostoso beijar a boca do homem que te fez, que te criou. Havia um magnetismo unindo as duas bocas. Não era um beijo afobado, era calmo mas era intenso. As línguas se encontravam e dançavam enquanto pai sentia o sabor da boca do filho e filho sentia o sabor da boca do pai. Vários minutos se passaram, mas pros dois o tempo parecia ter parado.
Pai e filho roçavam gostosamente as picas duras e babonas uma na outra. O Caio desceu a mão e segurou forte na pica do pai e sentiu ela dura como pedra. Passou a mão em toda a extensão do cacete, depois segurou com força junto ao seu e começou a punhetar os dois caralhos juntos. Sentia as cabeças, grandes, inchadas, roçando uma na outra e deslizando com o pré-gozo que soltavam.
Quando sua mão soltou e começou a acariciar as bolas enormes e peludas, seu pai imediatamente tomou seu lugar e passou a segurar os dois paus e fazer um leve movimento de vai e vem que fazia com que as duas glandes fizessem uma fricção deliciosa uma na outra. Era evidente que ele tinha curtido a sensação de esfregar a própria pica no cacete duro do filhão.
Num movimento que o pegou de surpresa, o pai interrompeu o beijo, se posicionou entre as pernas do Caio, suspendeu o quadril com os braços fortes e caiu de boca no rabão peludo do filhão, que perdeu as forças na hora, sentindo o corpo ficar completamente mole a cada toque que a língua do seu pai dava em seu cu, que piscava involuntariamente.
Depois de alguns minutos degustando o rabo do filho, levou a boca até o sacão pesado, dando atenção às bolas do filhão. Alternava chupando uma e depois a outra. Primeiro com uma sucção leve, mas vendo a reação do filho, que gemia de prazer, começou a sugar mais e mais forte. Os gemidos do Caio eram mais altos agora, sentia dor misturada com prazer e queria mais. Levou as mãos até a cabeça do pai e empurrava contra a própria virilha, pedido mais.
Ele se sentia devorado. Ele queria ser devorado.
Seu pau babava desesperado e lhe molhava o abdômen. Então sentiu uma das mãos do pai lhe acariciar a pica inchada, recolher uma boa quantidade se seu pré-gozo e logo ele sentia um dedo húmido invadir seu cuzinho ao mesmo tempo que sentia a boca do pai envolver sua pica e iniciar uma mamada inesquecível.
Caio sentia seu cacete ser ordenhado enquanto um dedo grosso e áspero lhe fodia pressionando e massageando sua próstata. Ele queria sentir mais daquele prazer incontrolável, mas era demais pra aguentar, então sem conseguir segurar ele explodiu num orgasmo intenso, soltando jatos e mais jatos de porra farta na boca do pai, que engoliu tudo e continuou sugando até não sobrar nenhuma gota.
Quando as ondas de prazer de imenso prazer se dissiparam, o Caio imediatamente inverteu a situação e começou uma mamada faminta na pica do paizão.
Sentindo a boca cheia daquela pica grossa que ele tanto tinha desejado, o Caio fez aquilo que uma vez me disse que tinha vontade de fazer: carinho na pica do próprio pai, com a boca.
Ele mamava sentindo toda a extensão do cacete e engolia tudo, sentindo a pica entrando na garganta sem engasgar sequer uma vez e quando fazia isso, seu nariz roçava os pentelhos fartos e ele sentia um cheiro delicioso de pentelho de macho.
                Era o cheiro delicioso do pai, que ele já conhecia, mas mais forte, mais gostoso do que ele poderia imaginar, era irresistivelmente erótico. O cheiro não negava que aquele era um macho experiente e maduro.
                Com a pica do próprio pai enfiada até a garganta, o Caio afundava o nariz naqueles pentelhos fartos e se sentia completamente drogado com a virilidade que eles exalavam. O pai por sua vez aproveitava cada segundo do tratamento que o filho lhe dava e com as pernas abertonas oferecia o cacete em sua plenitude na boca faminta do filhão enquanto retardava o gozo o máximo que podia, permitindo que o filho degustasse à vontade da pica que tinha dado vida a ele anos atrás. E depois de um tempo relativamente longo, despejou leite enchendo a boca do filhão, sentindo as mãos dele acariciando as bolas pesadas e peludas.
                Foi tanta porra que o Caio teve dificuldade em engolir ao mesmo tempo que lutava para não desperdiçar nada, mas ele se deliciava com cada jato que atingia sua boca, ainda sem acreditar que estava sentindo o gosto da porra do próprio pai.
                Já o pai sentia a pica pulsando furiosa enquanto tinha espasmos de prazer e tinha a mais completa certeza de que estava leitando pra caralho na boca do filhão.
                A essa altura a pica do Caio já estava tensa novamente e ele punhetava em frenesi enquanto engolia o leite do pai e assim que sorveu tudo acelerou a socada na própria pica, se posicionou ereto e soltou mais porra, dessa vez no tórax peludo do pai.
                Exausto, deitou ao lado do pai e suas bocas se encontraram novamente num beijo apaixonado.
                Ali, nos braços do pai, o Caio sentiu os olhos pesando e a consciência afundando lentamente. E antes de se deixar ser levado pro mundo dos sonhos, falou:
                - Eu te amo, pai!
                A última coisa que ele lembra ante de ter apagado, foi de sentir um beijo no pescoço e, ao pé da orelha a voz mais deliciosa do mundo lhe dizer “eu te amo, filho!”.
Foto 1 do Conto erotico: CAIO E O PAI CAMINHONEIRO


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Comentários


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gauderiosafado Comentou em 22/02/2026

Louco pra ler a próxima história... pelo visto a foda vai ser pegada... dentro de um caminhão, o calor e o cheiro se intensificam, deixando tudo mais prazeroso....

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damiaogomes Comentou em 22/02/2026

Faltou o pai meter a pica afinal já são 7 dias de viagem

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regisdocaralho Comentou em 22/02/2026

Caraio não aguentei e gozei tudo com esse conto delicioso

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sergiohenrique Comentou em 22/02/2026

Conto maravilhoso e ilustração linda.




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Ficha do conto

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joecage

Nome do conto:
CAIO E O PAI CAMINHONEIRO

Codigo do conto:
255244

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/02/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
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