Era uma viagem meio longa. O ônibus saia à 23:00. Eu fazia esse trajeto com frequência e era sempre a mesma viajem maçante já que eu sempre viajava sozinho. Na hora do embarque me deparei com um cara que era difícil não reparar. Ele tinha aquele tipo de presença que chama atenção sem esforço. Um corpo naturalmente bem construído, com ombros largos, peito firme e braços fortes, que desenham uma silhueta masculina bem marcante. A pele morena clara, ganhava ainda mais destaque sob a luz, revelando a definição sutil dos músculos e um cuidado evidente com o próprio corpo. O rosto era forte, com traços bem definidos e uma barba que contorna a mandíbula de forma quase estratégica, dando um ar mais intenso ao olhar. Aliás, o olhar era outro ponto: direto, levemente sério, mas com uma certa carga de confiança que prende. As tatuagens espalhadas pelo braço e ombro traziam um toque de personalidade. Tudo nele passava uma mistura de força, cuidado e um charme meio despretensioso… difícil de ignorar. Percebi que ele me olhava por um breve momento e o meu pau deu sinal de vida na hora. Ele com certeza percebeu, já que não é fácil esconder o volume de um cacete de 21 cm acordando. Entramos no ônibus e estava quase vazio. Ele sentou mais à frente e eu mais no fundo, já próximo ao banheiro. Não havia ninguém próximo a mim. Após uns 40 minutos de viagem vejo ele se aproximando e me olhando. Entrou no banheiro. Alguns minutos depois saiu, a pica definitivamente dura e pelo volume ele não ficava muito atrás de mim. Me cumprimentou e disse que seu nome era Rafael. Olhei aquela mala deliciosa que marcava na bermuda, ele deu uma apertada e perguntou se podia sentar comigo. Eu obviamente concordei e começamos a conversar um pouco. A energia de putão que ele exalava era intoxicante. Rafael não perdeu tempo, colocou a mão na minha coxa e foi alisando até encontrar o meu cacete duraço. Eu também não me fiz de tímido e enchi a mão naquele cacete delicioso, que lembrava o meu em tamanho. Nós dois usávamos moletom e nenhum estava de cueca. Protegidos pela escuridão do ônibus começamos um beijo delicioso. O encaixe foi perfeito, a boca dele era uma delícia! Logo nossos cacetes estavam expostos e batíamos uma gostosa punheta um para o outro. A pica dele era reta, com uma cabeça bem desenhada e proporcional ao corpo. Logo começamos a alternar nas mamadas. O gosto daquela pica era delicioso. Pica de macho, extremamente limpa, mas com aquele cheiro natural que é uma delícia. Cheiro de pica das boas. A minha pica vocês mesmos podem ver nas fotos upadas. Ao mesmo tempo que era uma delícia mamar, era uma delícia ser mamado porque o Rafael chupava muito bem. Coisa de quem sabe como dar prazer. Depois nos beijávamos mais e o beijo vinha com o gosto e cheiro das picas, deixando tudo ainda mais excitante. Logo veio uma parada e tivemos que nos recompor. Descemos do ônibus e fomos pra um canto mais distante. Logo ele puxou da mochila um baseado e perguntou se eu estava a fim de fumar com ele. Eu não fumo cigarro, mas um beck nessas horas deixa tudo mais gostoso. Começamos a fumar e conversar até que o ônibus partiu novamente. Voltamos pros nossos lugares e a pegação começou novamente, agora com os dois super brisados e muito mais sensíveis. Rafael grudava na minha pica e mamava mais faminto do que antes. Eu aproveitava para encher a mão na pica imensa dele e sentir aqueles músculos definidos que pareciam duros como cimento. Aí eu precisava praticamente arrancar ele da minha rola pra conseguir cair de boca no cacete dele com a mesma fome que ele estava do meu. Do nada ele puxa um gel da mochila, lambuza minha pica, se posiciona no meu colo e vai descendo até que o meu cacete estivesse todo acomodado no rabo dele. Abracei ele por trás, sentindo aquele peitoral malhado, delicioso, enquanto ele se movimentava subindo, descendo e mastigando a minha pica com o cu. Depois de uns 15 minutos eu leitei fazendo um esforço absurdo pra não fazer nenhum barulho. Rafael saiu do meu colo e eu comecei a mamar até que ele me deu jatadas de leite grosso na boca. Ficamos na putaria o resto da viagem e eu comi ele uma segunda vez. O impressionante era que ele parecia já estar preparado pra isso. Ganhei mais outra leitada na boca e depois ele caiu de boca no meu pau. Naquela altura eu já estava bem mole por causa do beck e fiquei lá brisado sentindo a boca dele na minha pica. Ficamos desse jeito o restante da viagem e ele conseguiu arrancar mais uma leitada com a boca. A partir daí o meu pau já nem ficava duro direito e eu me sentindo extremamente brisado, mas mesmo assim continuou mamando até que chegamos no nosso destino. Trocamos contato e fudemos mais algumas vezes. Eu comi ele novamente e acabei dando também. Abaixo segue a pica do Rafael que eu gravei numa das vezes que estivemos juntos.
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