Meu nome é Matheus e moro com o meu pai desde sempre. A nossa relação sempre foi de muita confiança e transparência. Nunca houve nada que eu não pudesse conversar com o meu pai, porque ele sempre foi do tipo suportivo e parceiro. Sempre tivemos uma vida confortável, mas devido a uma má escolha de sociedade, meu pai passou por um momento de dificuldade financeira e tivemos que vender a nossa casa que nós morávamos e utilizar o dinheiro para recomeçar. Isso não foi problema. Meu pai sempre esteve presente por mim e é claro que num momento como esse eu o apoiaria em tudo. A nossa casa valia uma boa quantia, mas meu pai precisaria da maior parte dela, então compramos uma kitnet que era basicamente, sala, quarto, uma cozinha minúscula e banheiro. Apesar de ser minúsculo, o espaço era bonito, bem decorado, aconchegante e com todas as utilidades que precisávamos. Mas o único cômodo com porta era o banheiro, então não havia muito espaço para privacidade. Novamente, isso não era problema. Nunca tivemos pudor um com o outro e vivíamos pelados em casa. Assinamos canais de TV a cabo que incluíam canais se sexo e nenhuma de nós dois ficou minimamente desconfortável com isso, pelo contrário. Homens tem suas necessidades. Já estávamos bem e instalados quando comecei o meu primeiro semestre na faculdade. Até comentei sobre arranjar um trabalho de meio período para ajudar nas despesas, mas meu pai foi taxativo, eu deveria focar nos estudos e isso não era negociável. Os dias corriam tranquilos até que uma noite minha turma foi liberada mais cedo já que o professor não pode comparecer. Voltei imediatamente para casa e ao entrar fui surpreendido pela visão do meu pai largado no sofá da sala com uma longneck na mão enquanto a outra mão batia uma punheta ritmada no cacete duraço. Apesar de já termos nos visto pelados inúmeras vezes, inclusive com ereção matinal, era a primeira vez que aquilo acontecia. Foi uma surpresa pra nós dois, mas não exatamente um choque. - Putz, filho, foi mal. Eu não sabia que você ia chegar tão cedo – ele disse, mas sem fazer a menor questão de esconder a pica tensa. - Liberaram mais cedo hoje, mas relaxa aí pai. Pode continuar, não vai ficar galudo por minha causa. Além disso, acho que morando aqui isso vai ser comum até. - Verdade, aqui mal tem espaço. E daqui a pouco vai ser tu no meu lugar, batendo uma e vendo um pornozão. Rimos e eu fui para o quarto, guardei a mochila, tirei a roupa e só então percebi que meu pau tinha ganhado vida e estava meia bomba. Aquilo me deixou meio confuso. Eu e o meu pai somos extremamente parecidos. Eu sou a cópia dele, mas mais jovem. Tanto que quando ele mostra uma foto de quando tinha a minha idade as pessoas falam tranquilamente que sou eu. Nós somos brancos com cabelos castanhos, ele com a barba sempre impecavelmente desenhada, já eu, raspo com frequência. Outra coisa que temos em comum são os cacetes. Duas picas brancas, grossas, com veias grandes e cabeças rosadas, redondas, que são ligeiramente maiores que o tronco. Passei para a cozinha e fui pegar uma cerveja também. Meu pai percebeu minha quase ereção. - Parece que alguém também tá precisando das uma aliviada – falou rindo. Pega essa cerveja e senta aqui pra assistir com o pai. Não me fiz de rogado e sentei ao lado dele. O cacete já apontando pra cima de tão duro. Começamos a beber, comentar o filme e punhetar na maior naturalidade, como se fôssemos dois amigos batendo uma juntos. Então veio a segunda cerveja e a terceira. Foi ficando mais e mais evidente que não olhávamos apenas o filme, mas tanto eu como ele dávamos cada vez olhadas menos discretas nos cacetes um do outro. - Porra, pai, eu tenho que te agradecer eternamente por ter passado esse teu cacetão pra mim. É gostoso demais ser pauzudo desse jeito. - Eu fico orgulhoso pra caralho de tu ter saído pauzudo igual ao seu seu velho aqui, filhão. - Que velho que nada, tu é um coroa gatão. Eu também fico orgulhoso de ser tão parecido contigo desse jeito, até na pica grossa e veiúda. Acho que quase n tem diferença de uma ora outra, só olhando muito de perto pra perceber alguma coisa. – falei de forma até inocente. - É mesmo? Então olha mais de perto e me diz se tem diferença mesmo. – ele falou sério, mas com um sorriso meio safado no rosto. Na hora fiquei meio sem reação por uns segundos, mas meu corpo se moveu sozinho. Provavelmente a cerveja fazendo efeito. Levantei do sofá e ajoelhei em frente a ele. O cheiro de pica invadiu as minhas narinas. Fiquei olhando fascinado. Parecia realmente a minha pica, no tamanho, na cor, na grossura, a cor, forma e formato da cabeça. Até as veias tinham formatos parecidos. - Pega nele pra tu ver melhor. Vê se é como pegar no seu. Eu estava hipnotizado naquela pica. Só senti minha mão envolver o cacetão duro, quente e pulsante. - Segura como se fosse a sua. Fala pro pai se tem diferença. - Pqp, é igualzinha, até a grossura. Eu fico orgulhosão de ter saído de uma pica assim. Orgulhõsão de ter uma igual a essa. - Isso filhão, imagina que é a tua pica na mão e mostra pro pai se tu sabe tratar bem a pica que eu te dei. Mostra como tua agrada a sua pica. Meu pai segurou na minha mão e fez um movimento de vai e vem que eu continuei fazendo sozinho por vários minutos. Meu rosto se aproximava de forma instintiva, eu queria ver mais e mais de perto. Meu pai então segurou minha mão mais uma vez passou a cabeça babada nos meus lábios. - Faz um carinho com a boca no cabeção do pauzão do pai. Imagina que tu tá chupando a sua própria pica. Eu não sei o que me deu. Eu nunca tinha sentido atração por nenhum homem antes, nem vontade de colocar uma pica na boca, mas abri lentamente os lábios e envolvi aquela cabeça enquanto meu pai gemia. Eu nunca imaginei que pudesse sentir tanto tesão mamando um cacete, mas quanto mais eu mamava, mais meu pai gemia e mais eu queria fazer ele gemer. Mamar o meu próprio pai estava sendo a experiência mais prazerosa que eu tinha vivido. De repente meu pai estremeceu, as mãos dele seguraram minha cabeça com força, tanta que eu sentia a pressão no meu crânio. Então eu senti minha boca ser inundada por jatos fortes de porra muito quente. No susto tentei sair, mas meu pai me segurava num aperto muito forte e não me dava escolha, a minha única opção era engasgar ou engolir, então fui engolindo jato após jato. Era tanta porra que eu pensei que não ia acabar nunca. Quando acabou meu pai me levantou e me sentou no sofá. Eu não sabia o que dizer e nem como reagir, mas a minha pica permanecia trincando de dura. Meu pai se ajoelhou na minha frente do mesmo jeito que eu tinha estado momentos antes. - Porra, teu cacetão é igual ao meu mesmo, que orgulho desse ter feito você pauzudão assim, filho! - Agora é a sua vez de relaxar e a minha vez de saber como é mamar a minha própria pica. Ele caiu de boca sem enrolação e eu nunca tinha recebido uma mamada tão gostosa como aquela. - Isso pai, faz carinho no cabeção da tua pica. Tu que fez esse pauzão, ele é teu. O tesão era monstro. Dois ou três minutos depois eu senti o maior orgasmo da minha vida chegando, mas eu não tive que segurar a cabeça dele. Meu pai agarrou a minha pica com uma mão, segurou com força pra caralho, levou a outra mão até as minhas bolas e apertou levemente, então a porra começou a jorrar da minha pica enquanto meus olhos se reviravam em suas órbitas e meu corpo se contorcia. Eu nunca me senti esporrar tanto na vida. Quando meu orgasmo passou, meu pai foi até a cozinha, pegou mais duas cervejas e sentamos lado a lado, pelados e conversando putarias como dois amigos. Estávamos relaxados e de boas com o que aconteceu. Desse dia em diante eu e meu pai viramos parceiros de brotheragem.
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