Na manhã seguinte o Caio acordou e o pai já tinha ido verificar as coisas como de costume, para seguir viagem. A noite anterior parecia um sonho, algo fantástico e irreal, mas a porra seca que ele encontrou nos pelos do abdômen e no próprio pau eram a prova inequívoca de que o sonho tinha se tornado realidade. Ele não levantou. Permaneceu deitado repassando tudo o que tinha acontecido e rememorando todas as sensações que sentiu: o gosto do beijo do pai, o calor dos dois corpos peludos pressionados um ao outro, a sensação de segurar o cacete rijo do paizão com as próprias mãos, o prazer de ter a pica mamada pelo pai e o sabor único, delicioso, que ele tinha degustado ao colocar o cabeção da pica do próprio pai na boca. De repente a porta foi aberta e o pai do Caio entrou trazendo café da manhã. No momento em que os dois olhares se encontraram ele sentiu o coração disparar, quase tropeçando. Tudo parecia igual, aquele era o homem que ele admirou e amou a vida toda, mas agora havia uma camada a mais de cor e de encanto. Os dois, de certa forma, procurando ler o olhar e a expressão do outro, tentando encontrar confusão, medo ou arrependimento, mas isso simplesmente não estava lá. O mundo parecia perfeito. Um sorriso se formou no rosto do pai, que que parecia se iluminar com a visão do filho na sua frente. Caio então se sentiu puxado pelos braços fortes para um abraço e com a cabeça encostada no peitoral do pai, conseguia sentir seu coração batendo mais rápido. Uma mão lhe fazia cafuné nos cabelos e em seguida recebeu um beijo na cabeça. - Bom dia, filhão! - Bom dia, pai! Caio levantou a cabeça e foi inevitável que os lábios se encontrassem. Naquele instante nada parecia errado. Na verdade aquilo parecia a coisa mais correta do mundo. Um homem daquele tamanho nos braços do pai recebendo um beijo completamente apaixonado. Paixão. Essa era a palavra. Não havia mais como negar. Aquele era o amor de dois homens, o amor de pai e filho que se mantinha, mas agora elevado a outro patamar. Podia ser errado lá fora, mas ali, dentro daquele leito de caminhão, o mundo era só deles. Após alguns minutos de carinho, que deixaram o Caio com a pica estourando, eles precisavam adiantar as coisas e pegar a estrada. Existia um prazo para entregar a carga e eles precisavam partir. O clima havia mudado completamente. A conversa fluía de forma muito mais natural. Era leve e inevitável, como acontece como se está com a sua pessoa favorita no mundo e eles eram a pessoa favorita um do outro. A viagem não se mostrava maçante de forma alguma. Apenas de estar ali era extremamente prazeroso. O trajeto tinha paradas diárias. Ali dentro go caminhão existia a coisa mais importante do mundo para aquele caminhoneiro experiente e ele não iria jamais colocar o filho em risco. Não a pessoa por quem ele daria a vida sem pensar duas vezes. Naquela noite eles estacionaram num típico ponto de parada de caminhões. O lugar parecia bem legal. Tinha posto de combustíveis, restaurante e um banheiro gigante, apropriado para o que o local se propunha. Jantaram e foram ao banho. O Caio tinha levado na bagagem uma ducha portátil. Tudo fazia parte do plano que eu e ele fantasiamos tantas vezes, só não imaginávamos que seria tão fácil, tão natural. Era um desejo extremamente forte dele, mas por sorte o pai também estava muito aberto a experimentar tanta intimidade e erotismo com o filhão. Após o banho os dois voltaram rapidamente ao caminhão. Ambos mal podiam esperar para ter mais daquilo que tinham vivido na noite anterior. Roupas foram rapidamente arrancadas, as línguas performavam uma dança harmoniosa e não havia margem para dúvidas, a boca mais deliciosa que o Caio tinha experimentado na vida era a boca do homem que tinha feito ele. Mas ele queria mais, ele queria sentir novamente o gosto da pica que ele desejou por anos. Então se posicionou entre as pernas do pai, que se recostou largado, confortável, pernas abertas dando pleno acesso à pica, dura como uma barra de ferro, ao filhão. Ao sentir a boca quente do filho envolvendo a cabeça inchada da própria pica, o pai soltou um gemido de prazer e jogou a cabeça para trás, com os olhos fechados, focado na sensação de prazer absurdo que o filho proporcionava à sua pica. Instintivamente abriu mais as pernas, enquanto sentia seu cacetão sendo deliciosamente sugado e engolido pelo filho que ele tanto amava. O filho, por sua vez, mamava com fome, mas com calma, saboreando e degustando o cacete do paizão. Sentindo com a língua cada veia daquele caralho grosso que parecia ter ficado maior e mais inchado dentro da sua boca. Sentia a baba escorrendo do cabeção: farta, salgada, deliciosa, enquanto, entre gemidos, ouvia o pai pedir pra que ele chupasse mais. -Isso, filhão, devora o cacete do pai! Continua, sente o cabeção com a língua. E o Caio mamava. Tão faminto naquela pica que mal lembrava o próprio nome. Mas embora ele quisesse continuar degustando aquele cacete, tinha outra coisa que ele queria mais naquele momento. Ele levantou, deu outro beijo lascivo no pai e com a voz trêmula de tesão pediu: - Pai, me fode? Os olhares ficaram fixos um ao outro por alguns segundos. Talvez o pai estivesse procurando algum sinal de hesitação, mas só havia urgência e desejo. Então sem dizer uma palavra sequer, o pai segurou firme o filho em seus braços e iniciou outro beijo, descendo pela barba grossa e sempre bem feita, passando pelo pescoço com beijos e lambidas que faziam o Caio sentir ondas intermináveis de arrepios. Lentamente ele foi colocado de costas, sentido o peitoral forte colado em suas costas e a pica rígida pressionada em seu rabo peludo. O pai o abraçava forte por trás e roçava a pica no cu do filhão simulado um vai e vem que deixou o Caio desesperado pra sentir aquele cacete dentro de si. Uma mão o inclinou para frente e ele ficou de quatro sem qualquer resistência. Ele esperava sentir a cabeça da pica fazendo pressão, mas ao invés disso, sentiu uma língua lambendo, chupando, sendo enfiada ao máximo para dentro naquele cu que piscava de antecipação. Cada vez que a língua do pai lhe invadia ele sentia o corpo perder as forças e a urgência por ser fodido só aumentava. Com o esfíncter completamente relaxado, sentiu um dedo grosso, áspero lhe invadir, depois dois dedos. Ele sentia os toques que o pai fazia em sua próstata e seu pau pulsava violentamente a cada estocada daqueles dedos. Era delicioso, mas já tinha virado uma tortura. O desespero em sentir a pica imensa do próprio pai socando fundo no seu cu tinha deixado o Caio a ponto de implorar. Quase chorando com a urgência ele pediu: - Pai, eu não aguento mais! Enfia essa pica em mim. Soca ela inteira no meu cu! Naquela altura nem era necessário gel. Com uma cuspida generosa na própria pica, o pai posicionou a cabeça no cu do filho e começou a forçar. Ardia, mas o prazer de saber que aquela pica era do homem que ele mais amava e admirava no mundo tornava o prazer muito superior à ardência e ele não queria que parasse. Aquele cacete parecia não ter fim. O Caio aguentou o pai forçar a pica pra dentro com calma, mas sem parar por um segundo sequer, até que ele sentiu a pentelhada farta roçando no rabo. Ele se sentia cheio demais e essa sensação era deliciosa. Após alguns segundos o pai começou a fazer estocadas leves e ritmadas, aumentando a velocidade gradualmente, até que o Caio começou a sentir as bolas do paizão, grandes e pesadas, batendo nas dele. Levar pica nunca foi tão gostoso e ele, de forma instintiva, empinava mais aquele rabo suculento a fim de sentir o cacete entrando cada vez mais fundo. Já não havia incômodo algum e só restava prazer puro que se intensificava a cada estocada. De repente o pai deitou em cima dele e rolou o corpo de forma que os dois ficaram de lado. Com uma das mãos o pai segurava a coxa do filho para cima na altura do joelho, facilitando a socada e com a outra o abraçava, permanecendo meio de lado, meio de frente um pro outro. Daquela forma era possível beijar e gemer olhando um pro outro. O Caio tinha ficado manhoso e dava beijos e selinhos no rosto inteiro do pai, que lhe retribuía beijando os lábios, o queixo, a face, a testa. Era um momento de dualidade, porque o Caio se sentia extremamente amado e até dengoso naquelas demonstrações de carinho e afeto que acontecia com a proximidade dos rostos, mas ao mesmo tempo a pica rígida e completamente inchada entrava e saía com firmeza e ritmo implacáveis. Um macho delicioso lhe fodia, mas também havia o carinho, cuidado e afeto que o pai fazia questão de demonstrar em cada carinho no rosto e em cada beijo amoroso. Ao fechar os olhos, o Caio sentia o pai dando selinhos neles, lhe fazendo carinho na cabeça e era delicioso sentir isso enquanto seu cu era castigado sem qualquer piedade, com a pica entrando e saindo no pelo, deliciosa. Era um momento intenso demais. Os olhares ancorados fixamente. Um “eu te amo, pai” foi inevitável. - Eu também te amo, filho. Tu que dá sentido à minha vida. Tu é a minha vida! Naquele instante lágrimas escorriam de ambos. Era impossível que pai e filho se conectassem num nível acima desse. Os dois deram um beijo que demonstrava a intensidade do amor que sentiam um pelo outro e pareciam que não conseguiam desgrudar. O Caio empinava e projetava o quadril para trás, facilitando as investidas da pica paterna. Aquilo não era só sexo, era amor sendo vivido de forma intensa. A posição mudou para frango, com as pernas do Caio bem abertas, facilitando ao máximo as socadas que agora eram mais rápidas e mais fortes. O pai segurava a cabeça do filho com as mãos, lhe fazia carinho e beijava sua boca apaixonadamente e o filho estava cem por cento entregue, sentindo o cu muito aberto e completamente à mercê daquela pica de macho que o pai estocava fundo, sentindo a pele e as veias cada vez que aquele cacete cabeçudo saia e entrava. Enquanto isso, seu próprio cacete, enorme, tensionado ao extremo, babando descontrolado, era estimulado pela barriga peluda do pai. Nesse estado, as coisas não demoraram muito. O pai pressionou a boca contra a dele, tencionou o corpo inteiro e urrava sem desfazer o beijo enquanto jorrava jatos e jatos de porra dentro do cu do próprio filho. Isso deixou o Caio no limite e prestes a gozar. Quando os primeiros sinais do orgasmo vieram o pai, num movimento rápido, abocanhou a pica do filhão, sugou com força por alguns segundos e então foi a vez do Caio explodir, urrando sem controle e soltando jato atrás de jato de leite grosso na boca do pai, que engoliu até a última gota. Os dois, exaustos, se aninharam num abraço com muito mais beijos e muito mais carinho. Era inegável que pai e filho tinham se apaixonado e era fácil conciliar isso dentro deles. Não eram energias que se repeliam, muito ao contrário. Depois dessa viagem outras aconteceram e como sempre eram lugares distantes, ficava muito fácil para eles vivenciar coisas típicas de um casal sem medo de reconhecimento ou julgamentos, inclusive com outras situações deliciosas. E embora eu saiba que o Caio flerta e fode com outros caras, ao longo dos anos eu nunca vi ele assumir nenhum relacionamento publicamente. Já tem alguns anos que o nosso contato é muito raro, talvez a pessoa pra quem ele não precise esconder esse aspecto da relação entre ele e o pai, ainda não tenha aparecido.
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