**Carnaval de Rua: A Noite da Máscara Sem Vergonha**

Era a sexta-feira do carnaval em Barra Velha, Santa Catarina. O bloco de rua já estava fervendo na praia central: som alto, serpentina voando, cheiro de cerveja quente misturado com protetor solar e suor. Milhares de corpos colados, fantasias improvisadas, glitter grudando na pele.

Larissa tinha 31 anos, morena clara, corpo curvilíneo que o short jeans curtíssimo e o cropped de lantejoulas mal conseguiam conter. Top sem alça, seios fartos quase escapando a cada pulo no trio elétrico. Máscara veneziana preta cobrindo metade do rosto, deixando só a boca vermelha e os olhos verdes brilhando de malícia. Cabelo solto, cacheado, com fitas coloridas. Ela tinha ido sozinha — o namorado estava em outra cidade trabalhando no feriado. “Vou só dar uma volta”, mentiu pra si mesma.

O bloco parou em frente a um bar improvisado na areia. A multidão apertada, corpos se esfregando sem desculpa. Larissa sentiu primeiro uma mão na cintura, depois outra na bunda. Não recuou. Virou de lado e viu: um grupo de seis caras, todos fantasiados de piratas baratos — camisa aberta, lenço na cabeça, barba malfeita, corpos malhados de quem malha o ano todo pra desfilar no carnaval.

Um deles, o mais alto, com tatuagem no peito, encostou a boca no ouvido dela por trás da máscara:

— Tá sozinha, rainha?

Ela riu, virou o rosto e roçou os lábios na orelha dele.

— Sozinha… mas não pretendo ficar.

Foi o estopim.

Eles a puxaram pro meio do grupo, formando um círculo apertado que escondia o que acontecia ali no meio da multidão dançando. A música alta abafava tudo. Larissa começou dançando colada no tatuado, rebolando devagar, sentindo o volume dele crescer contra sua bunda. As mãos dele subiram pelo cropped, apertando os seios por cima do tecido. Ela não usava sutiã. Os mamilos endurecidos roçavam na palma dele.

Outro pirata se aproximou pela frente, ajoelhou disfarçadamente e enfiou a mão por baixo do short jeans. Dedos grossos encontraram a calcinha fio-dental já molhada. Ele puxou o tecido pro lado e começou a esfregar o clitóris devagar. Larissa mordeu o lábio, gemeu baixo, mas o som se perdeu na batucada.

O tatuado abriu o zíper da calça, tirou o pau duro pra fora e encostou na coxa dela. Larissa se abaixou um pouco, empinando a bunda, e ele entrou por trás de uma vez, sem preliminares. Ela arfou, mas empurrou contra ele, querendo mais fundo. O short jeans foi abaixado até o meio da coxa, expondo a bunda redonda brilhando de suor e glitter.

Enquanto o tatuado metia forte, segurando a cintura dela, outro se posicionou na frente. Larissa abriu a boca e engoliu o pau dele até a garganta, babando, os olhos lacrimejando de prazer. Dois outros seguraram as mãos dela e colocaram nos próprios paus — ela masturbava devagar, ritmada com as estocadas.

O grupo se mexia junto com a multidão, disfarçando. Ninguém ao redor percebia direito — ou fingia não perceber. Era carnaval, tudo valia.

Eles trocaram posições rápido. Larissa foi virada de frente pro tatuado, erguida no colo dele, pernas enlaçadas na cintura. Ele meteu na buceta enquanto outro, por trás, cuspiu no cuzinho e foi entrando devagar. Dupla penetração no meio da rua, com o som do trio elétrico pulsando no peito dela. Ela gritava de prazer, mas a música engolia tudo.

Teve momento em que ela estava de quatro na areia (alguém tinha estendido uma toalha rápida), levando na boca, na buceta e no cu ao mesmo tempo, enquanto masturbava dois outros. Glitter grudava na porra que começava a escorrer pelas coxas. Os caras gozavam um atrás do outro: uns dentro, enchendo buceta e cu até transbordar; outros na boca, que ela engolia com gosto; na cara, deixando fios brancos misturados com glitter; nos seios, escorrendo pelo cropped rasgado.

No final, Larissa estava sentada na toalha, pernas abertas, corpo suado, porra escorrendo devagar da buceta e do cu, seios melados, máscara torta, batom borrado. Respirava pesado, sorriso largo por trás da máscara.

Os seis piratas ao redor, ofegantes, alguns ainda pingando, riam e brindavam com latinhas de cerveja.

Ela levantou devagar, puxou o short jeans de volta (sem calcinha, que tinha sumido), ajeitou o cropped como deu e olhou pra eles.

— Bloco recomeça em meia hora… quem topa o segundo round no trio?

O tatuado riu, limpou o pau na camisa aberta.

— Se você aguentar, a gente chama os amigos do outro bloco.

Larissa jogou o cabelo pra trás, lambeu os lábios ainda salgados e mergulhou de novo na multidão dançando, deixando um rastro de glitter e porra na areia.

O carnaval continuou. E a noite dela também. Sem máscara, sem vergonha, só prazer puro até o sol raiar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
**Carnaval de Rua: A Noite da Máscara Sem Vergonha**

Codigo do conto:
257272

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
19/03/2026

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