A suruba

Terça-feira, 20h30. O apartamento em Jurerê estava preparado como um templo de luxúria: luzes baixas âmbar, playlist lenta e grave pulsando nos alto-falantes, sofás afastados para o centro da sala virar palco, toalhas grandes estendidas no chão de porcelanato, garrafas de lubrificante saborizado, vibradores, plugs e preservativos espalhados em bandejas como petiscos. A porta da frente estava escancarada desde as 19h, com um aviso discreto no grupo do prédio: “Porta aberta. Entrada livre pra quem quiser assistir ou participar. Sem celular filmando sem permissão.”

Mariana estava no centro, nua, corpo brilhando de óleo corporal com glitter dourado. Letícia ao lado dela, também nua, cabelo loiro solto, peitos firmes apontando, buceta depilada completamente, clitóris já inchado de expectativa. Elas haviam passado a tarde se preparando: depilação a laser, enema, massagem erótica mútua, plugs médios já inseridos nos cuzinhos para abrir caminho.

A campainha não tocou — a porta aberta era convite suficiente. Primeiro chegaram as três amigas da yoga:

- Sofia, morena de pele bronzeada, 32 anos, corpo curvilíneo de quem faz pilates avançado, bunda enorme e peitos naturais pesados.
- Clara, ruiva baixinha de 28 anos, tatuagens florais subindo pelas costelas, piercing no clitóris brilhando.
- Beatriz, loira alta e magra, 30 anos, pernas intermináveis, olhar de quem já experimentou tudo e quer mais.

As quatro se cumprimentaram com beijos na boca, línguas se entrelaçando, mãos já explorando peitos, bundas, bucetas. Carlos circulava nu, pau pequeno duro e pingando, servindo drinks e limpando o que pingava no chão.

Victor chegou às 20h45, sozinho, mas com presença de macho alfa que fazia o ar ficar mais denso. Short preto colado, regata rasgada mostrando os músculos do abdômen. Atrás dele, Bruno e Lucas — os reforços do domingo — entraram carregando uma caixa de brinquedos extras: dildos realistas de 30 cm, vibradores duplos, algemas.

— Boa noite, vadiazinhas — Victor anunciou, tirando a roupa devagar. O pau de 25 cm já semi-duro balançava pesado ao sair do short. — Hoje não tem limite. Quem quiser leva tudo. Quem não aguentar, pede pra parar. Mas duvido que alguém peça.

As quatro se ajoelharam em semicírculo na frente dele. Victor segurou a base do pau e bateu de leve no rosto de cada uma, deixando rastros de pré-gozo brilhante.

— Chupem juntas. Mostrem pro corninho como se faz boquete de verdade.

Elas obedeceram. Quatro bocas atacando: Mariana na cabeça grossa, Letícia lambendo as veias da lateral, Sofia chupando as bolas pesadas, Clara e Beatriz alternando na haste, línguas se cruzando, baba escorrendo pelos queixos. O som era obsceno: gotejamento, engasgos, gemidos abafados. Victor segurava o cabelo delas em punhados, guiando o ritmo, fodendo bocas alternadamente até fazer todas babarem e lacrimejarem.

Depois de dez minutos intensos, ele puxou todas pra cima.

— De quatro no chão, bundas empinadas, uma do lado da outra. Quatro cuzinhos e quatro bucetas prontas.

Elas formaram uma fila perfeita: Mariana, Letícia, Sofia, Clara, Beatriz. Plugues foram retirados com estalos molhados. Victor começou pela Mariana — cuspiu na buceta aberta, socou os 25 cm até o talo. Ela gritou alto, ecoando pelo corredor aberto. Estocadas brutais, bolas batendo no clitóris, porra prévia misturando com o mel dela.

Enquanto isso, Bruno e Lucas atacavam as outras: Bruno no cu de Letícia (devagar no começo, depois fundo e rápido), Lucas na buceta de Sofia (esticando ao limite com seu pau grosso). Clara e Beatriz se beijavam, dedos enfiados uma na outra, esperando a vez.

Victor alternava: saía da Mariana pingando, entrava na Letícia, depois na Sofia, depois na Clara (que gritava “me rasga, caralho!” com o piercing do clitóris roçando na base dele), depois na Beatriz (pernas longas tremendo enquanto ele batia fundo).

As quatro gozavam em sequência: esguichos molhando o chão, corpos convulsionando, gemidos se misturando em um coral de prazer. Carlos filmava de vários ângulos, lambia o chão entre as estocadas, chupava os paus quando saíam melados para “limpar”.

Depois de uma hora de rodízio, Victor mandou:

— Suruba aberta. Todas em cima de mim. Quero ver vocês cavalgando e se esfregando.

Ele deitou no centro do tapete. Mariana sentou primeiro no pau de 25 cm — desceu devagar, sentindo cada centímetro abrir ela de novo, gemendo rouco. Letícia sentou no rosto dele, buceta melíflua esfregando na boca e no nariz. Sofia e Beatriz se posicionaram nos lados, peitos nos joelhos dele, bucetas sendo esfregadas nas coxas musculosas. Clara ficou atrás, lambendo o cu de Victor enquanto ele fodia a Mariana.

O ritmo virou caos organizado: Mariana cavalgando forte, subindo e descendo até as bolas, peitos balançando violentamente; Letícia gozando na boca dele, esguichando no rosto; Sofia e Beatriz se masturbando mutuamente, dedos enfiados fundo; Clara enfiando a língua no cu dele, depois um dedo, depois dois.

Victor segurava os quadris da Mariana, socava pra cima com força bruta, fazendo ela gritar “tá batendo no útero… me enche…”. Gozou primeiro dentro dela — jatos grossos, quentes, enchendo até transbordar, porra escorrendo pelas coxas e pingando no peito dele.

As outras trocaram de lugar: Letícia cavalgou o pau ainda duro, Sofia sentou no rosto, Beatriz e Clara se revezaram lambendo a porra que escorria da buceta da Mariana.

Bruno e Lucas entraram na roda: um fodia o cu de Sofia enquanto ela cavalgava o rosto de Victor, o outro socava na boca de Clara.

A sala virou um mar de corpos suados, gemidos, tapas, sons molhados. Orgasmos múltiplos: esguichos cruzados, porra jorrando em bocas, bucetas, cuzinhos. Carlos lambia tudo — chão, coxas, paus, bucetas cheias — gozando sozinho várias vezes sem ser tocado.

Por volta das 23h, exaustas, as cinco mulheres deitadas em círculo no chão, pernas abertas, buracos piscando vazios e cheios de porra misturada, peitos arfando.

Victor, ainda de pau semi-duro pingando, se ajoelhou no centro.

— Amanhã tem mais? — perguntou, voz rouca.

Mariana, Letícia e as outras trocaram olhares sacanas.

— Tem — respondeu Letícia. — E na próxima… chamamos mais duas. E talvez filmemos pro OnlyFans privado. O corninho gerencia as assinaturas.

Victor deu um tapa leve na bunda de cada uma.

— Preparem os corpos. Porque 25 cm vão destruir tudo de novo.

A porta continuou aberta. O prédio inteiro ouvia. E ninguém reclamava.

A semana mal tinha começado.


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Ficha do conto

Foto Perfil casalsafadinhos1010
casalsafadinhos1010

Nome do conto:
A suruba

Codigo do conto:
257423

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
20/03/2026

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