Naquela primeira noite, o clima era outro. Eu saí do banho com um robe de seda preto, ele estava jogado no sofá, quando ele me viu, os olhos dele brilharam. Ele não disse nada, veio até a mim e simplesmente me prensou contra a parede da sala, as mãos pequenas subindo pelas minhas coxas e abrindo o tecido com uma urgência que me fez arfar.
— **"O tio foi mesmo, né? Agora a gente tem a a noite toda"** — ele sussurrou, a voz mais grossa, enquanto buscava meu pescoço.
Eu o levei para o meu quarto, para a cama onde eu costumava dormir o sono monótono do casamento. Ali, o Arthur me despiu com uma adoração bruta. O corpo dele, jovem e firme, era o contraste perfeito para a minha pele. Quando ele se livrou da bermuda e aquela pica imponente e linda saltou, eu soube que os próximos dias seriam de massacre.
Ele cuidou de mim como se fosse um homem. Naquela cama, ele me usou de todas as formas que eu sempre desejei e que o meu marido, por ser mais devagar, nunca conseguia. O moleque tinha um fôlego que parecia não ter fim. Ele me comia com uma força, uma vontade, que me fazia esquecer até meu próprio nome. As estocadas eram profundas, ritmadas, e o som da carne dele batendo na minha ecoava pelo quarto vazio.
— **"Gosta assim, tia? De se comida com força?"** — ele rosnava, enquanto me segurava pelos cabelos, me possuindo de quatro com uma brutalidade que me fazia gemer alto, sem pudor nenhum.
Foram sete dias de puro prazer. Teve foda na mesa da cozinha, no chuveiro com a água pelando, e até no sofá da sala enquanto a TV estava ligada. Ele me fazia gozar uma, duas, três vezes seguidas, e quando eu achava que não aguentava mais, ele vinha com aquele vigor e me enchia de novo com seu leite quente e grosso.
No domingo, quando ouvi o carro do meu marido estacionando, eu estava relaxada, com um brilho no rosto que eu não conseguia esconder. Ele entrou, me beijou e disse que estava com saudades. Eu sorri, preparei o café e, enquanto ele contava sobre o Rio, eu ainda sentia o latejar lá dentro, o rastro do Arthur ainda quente em mim. O meu marido viajou, mas eu não fiquei sozinha: o moleque cuidou de mim de um jeito que eu nunca vou esquecer.





Puta tesão quando esposa arruma um macho comedor, fode a vontade, fica relaxada feliz fodida !