Quando o carro dele parou na frente de casa, eu espiei pela fresta da cortina. Ele era um homem robusto, aparentava ter uns 40 anos, com um ar de quem sabia exatamente o que estava vindo fazer. Meu marido abriu o portão e o recebeu com um aperto de mão firme, um pacto silencioso entre o dono da casa e o convidado.
— "Então você é o famoso Marcos, o leitor?" — meu marido brincou, mas o olhar era de quem estava avaliando a mercadoria que o outro trazia.
Entramos na sala, e o clima mudou instantaneamente. Ele não tirava os olhos de mim. Eu estava com um vestido curto, sem calcinha, sentindo o ar circular e a umidade já denunciando minha expectativa. O leitor, sentou-se na poltrona enquanto eu e meu marido ficamos no sofá, bem à frente dele.
— **"Eu li cada detalhe do que você escreveu... mas ver pessoalmente é outra coisa"** — Marcos disse, a voz grave carregada de uma luxúria contida.
Meu marido, percebendo a tensão, me puxou para o colo dele e começou a levantar meu vestido.
— **"Ela é melhor ao vivo, Marcos. E hoje, você não vai apenas ler. Você vai participar do capítulo final."**
Marcos não esperou o segundo convite. Ele se levantou e começou a se despir ali mesmo na sala. Quando ele se libertou, vi que a "logística" dele também era impressionante: uma rola grossa, de veias saltadas, que denunciava a fome de quem passou semanas apenas imaginando.
Ele veio até nós e, enquanto meu marido soltava meus braços, Marcos se ajoelhou entre minhas pernas. O primeiro contato da língua dele foi elétrico. Ele me explorou com uma técnica de quem já tinha lido cada preferência minha. Quando ele se posicionou para entrar, meu marido deu o comando:
— **"Vai, come ela como você imaginou no site."**
O impacto foi profundo. Marcos me possuía com uma cadência firme, as mãos dele apertando minhas coxas com força. Eu gemia alto, olhando para o meu marido que, a poucos centímetros, assistia a tudo com o pau na mão, se masturbando freneticamente enquanto via o leitor enterrar aquela pica enorme dentro de mim.
As estocadas eram rítmicas e barulhentas. O som da carne batendo e o meu suor se misturando ao dele transformaram a sala em um cenário de conto real. Ele me virou de costas, me deixando de quatro no tapete, e a visão para o meu marido era privilegiada: o leitor da cidade vizinha me preenchendo completamente, socando fundo até o talo. Depois fomos para o quarto, e na cama fui violentada, comeu meu cu a poucos metros do meu marido, que se punhetava.
— **"Isso é muito melhor que qualquer história escrita..."** — Marcos rosnava no meu ouvido.
No ápice, ele me puxou pelos quadris e descarregou tudo. O jato quente e abundante me inundou, enquanto meu marido, vendo a cena, também gozou nas próprias mãos, completando o ciclo. Ficamos os três ali, ofegantes, no silêncio da casa, que agora guardava uma história que nenhum site teria coragem de publicar por inteiro. Marcos se vestiu, agradeceu a "hospitalidade" e partiu, deixando em mim o rastro físico de que, às vezes, a realidade supera qualquer ficção.





Conto delicioso
Votado.