Sérgio e Beto, encoxadas no futebol.


?Era uma tarde quente de sábado no campinho de terra atrás do bairro. O time de sempre estava reunido: uns dez amigos, divididos em dois times mistos. Sérgio e Beto jogavam no mesmo lado, como de costume. Sérgio, alto, moreno, 27 anos, com pernas definidas de quem corria todo dia, e Beto, um pouco mais baixo, corpo atlético, sorriso fácil de moleque com seus 25 anos e aquele jeito descontraído que todo mundo gostava.

?O jogo rolava solto. Gritos, risadas, xingamentos leves quando alguém errava o passe. Ninguém levava muito a sério — era só pra descontrair depois da semana.

?No primeiro lance mais apertado, Sérgio foi marcar Beto numa bola aérea. Os dois pularam juntos. Sérgio caiu por trás, o corpo colando no do amigo por um segundo a mais que o necessário. O peito dele encostou nas costas suadas de Beto, e a virilha roçou firme na bunda dele através do short fino de nylon. Beto sentiu o volume quente do pau de Sérgio pressionando entre as nádegas por um instante. Nenhum dos dois disse nada. Quando pousaram, Sérgio deu um tapa leve nas costas do amigo, rindo:

?— Quase, hein, cara!

?Beto só sorriu, ajustando o short discretamente com uma mão enquanto corria de volta pro posicionamento. Já sentia o próprio pau começando a inchar dentro da cueca.

?Alguns minutos depois, numa jogada de ataque, Beto recebeu a bola na lateral. Sérgio veio correndo pra dar apoio. Quando Beto girou o corpo pra proteger a bola, Sérgio colou por trás novamente. Dessa vez mais devagar. O pau dele, já meio duro, encaixou bem no meio da bunda de Beto. Beto empurrou levemente pra trás, sentindo a rigidez crescer contra ele. Eles ficaram assim uns três segundos, fingindo que disputavam a bola, o quadril de Sérgio fazendo um movimento quase imperceptível pra frente e pra trás, roçando o pau duro no short do amigo.

?— Passa logo, porra! — gritou alguém do outro time.

?Eles se separaram. Sérgio correu pra frente, o coração acelerado. Beto respirou fundo, o pau latejando dentro do short. Ele puxou a camisa pra baixo, tentando disfarçar o volume que já aparecia.

?O jogo continuou. No meio do campo, during uma bola parada, os dois se aproximaram de novo. Beto marcou Sérgio de perto. Quando o árbitro improvisado apitou, Sérgio se encostou completamente. O pau dele, agora bem duro, pressionou com força contra a coxa de Beto, depois subiu devagar até encostar na virilha do amigo. Beto abriu um pouco as pernas, deixando o pau de Sérgio deslizar entre elas por um segundo. Os dois ficaram ali, colados, fingindo conversar sobre a marcação.

?— Tá quente pra caralho hoje — murmurou Sérgio, a voz rouca, enquanto movia o quadril bem devagar, roçando a cabeça do pau contra as bolas de Beto por cima da roupa.

?— Tá mesmo... — respondeu Beto, baixinho, sentindo o próprio pau babar pré-gozo na cueca.

?Eles se afastaram quando o jogo recomeçou, ambos com o short ligeiramente esticado na frente. Ninguém reparou. Todo mundo estava suado, ofegante, os shorts grudados no corpo — era normal parecer que tinham volume.

?Na segunda metade, o cansaço começou a bater, e os lances ficaram mais embolados. Num carrinho que deu errado, os dois caíram no chão. Sérgio caiu por cima de Beto. O pau duro dele pressionou diretamente contra a bunda do amigo, quase na posição de foder. Sérgio fez questão de demorar pra levantar, dando duas, três esfregadas discretas, o pau latejando forte contra o tecido fino. Beto mordeu o lábio e empurrou a bunda pra cima de leve, sentindo a rigidez toda.

?— Levanta, porra — riu Beto, disfarçando.

?Sérgio se ergueu, estendendo a mão pro amigo e puxando ele pra cima. Quando Beto ficou de pé, os dois se encostaram de frente por um segundo. Paus duros se roçando diretamente, um contra o outro, ainda por cima dos shorts. Ficaram assim um instante, fingindo que Sérgio ajudava Beto a se equilibrar.

?Mais tarde, perto do final do jogo, numa disputa de escanteio, Sérgio veio por trás mais uma vez. Colou o corpo inteiro. O pau dele, molhado de suor e pré-gozo, deslizou bem no meio da bunda de Beto. Ele fez um movimento mais claro agora — quase uma mini-foda seca —, subindo e descendo devagar enquanto fingia pular pra cabecear. Beto sentiu a cabeça grossa pressionando contra o cu por cima da roupa e gemeu baixinho, disfarçando com um pigarro.

?— Vai subir ou vai ficar aí cheirando minha bunda? — brincou Beto, virando o rosto um pouco, com um sorrisinho safado que só Sérgio viu.

?— Tô marcando direito — respondeu Sérgio, dando mais uma encoxada firme, o pau pulsando.

?Quando o jogo acabou (4x3 pro time deles), os caras foram se cumprimentando, exaustos, rindo. Sérgio e Beto ficaram um pouco mais pra trás. Enquanto todos caminhavam pro banco, os dois andaram lado a lado. Sérgio encostou o ombro no de Beto e, discretamente, deixou o pau ainda duro roçar na coxa do amigo uma última vez.

?— Vamos tomar uma cerveja com a galera?

?Beto sorriu, ajustando o short mais uma vez, o volume ainda bem evidente.

?— Pode apostar.

?Eles seguiram com o resto da galera, suados, rindo das jogadas, como se nada tivesse acontecido.

?Eles e o restante dos caras foram tomar uma cerveja gelada no quintal de um deles, o Marquinhos, que morava ali perto. Era um quintal grande, com mesa de plástico, cadeiras espalhadas e uma geladeira velha cheia de latas. Todo mundo ainda suado, shorts e camisetas grudadas no corpo, rindo alto das jogadas do jogo.

?Beto sentou numa cadeira de plástico, recostado, com o braço esquerdo esticado e descansando no encosto da cadeira vazia ao lado. Conversava animado com dois amigos sobre um lance polêmico do segundo tempo. Sérgio, com uma lata de cerveja na mão, ficou de pé perto dele, participando da conversa como se fosse a coisa mais normal do mundo.

?Enquanto falava com os outros, Sérgio deu um passo mais para o lado, posicionando-se bem ao lado da cadeira onde o braço de Beto estava esticado. Discretamente, sem olhar para baixo, ele aproximou o quadril e deixou o pau — ainda meio duro dentro do short fino — roçar devagar contra a mão aberta de Beto.

?Beto sentiu o calor e a rigidez imediatamente. O pau de Sérgio pressionou contra a palma da mão dele, latejando levemente. Beto não puxou a mão. Continuou olhando para os amigos, rindo de uma piada que alguém fez, como se nada estivesse acontecendo.

?Sérgio deu um gole na cerveja e, enquanto ria de algo que o Marquinhos falou, mexeu o quadril bem devagar, roçando o pau contra os dedos de Beto num movimento quase imperceptível. O tecido do short era fino o suficiente para que Beto sentisse a forma da cabeça grossa e o calor.

?— Porra, aquele gol foi roubado, né? — disse Beto normalmente, virando o rosto para o amigo do outro lado, enquanto seus dedos se mexiam levemente, apertando de leve o volume quente que pressionava sua mão.

?Sérgio respondeu no mesmo tom casual, sem olhar para ele:

?— Foi sim. Arbitragem do caralho... — e deu mais uma esfregada lenta, pressionando o pau duro contra a palma aberta de Beto.

?Beto pigarreou, mantendo o braço exatamente na mesma posição, como se só estivesse descansando. Nenhum dos dois olhou para o que acontecia. Os outros caras continuavam conversando, bebendo e reclamando do calor.

?Depois de uns minutos assim, Beto virou um pouco o rosto na direção de Sérgio e falou baixo, quase sem mexer os lábios:

?— Mano... não sou viado.

?Sérgio deu um meio sorriso, tomou mais um gole de cerveja e respondeu no mesmo volume, ainda roçando discretamente o pau contra a mão do amigo:

?— Nem eu... Só estamos brincando, aliviando a tensão.

?Beto só fechou os dedos um pouco mais ao redor do volume, apertando de leve, enquanto continuava a conversa com os outros como se estivesse totalmente relaxado.

?Um tempo depois, quando a conversa diminuiu, Beto se espreguiçou e falou alto o suficiente para o grupo ouvir:

?— Cara, comprei aquele jogo novo de futebol que lançou semana passada. Tá insano.

?— Porra, tô super a fim de testar ele — disse Sérgio.

?— Cola lá em casa, mano.

?— Beleza. Tô curioso pra caralho.

?Quando o grupo começou a se dispersar, Beto se levantou, ajustando discretamente o próprio short (que também estava marcando), e deu um tapa no ombro de Sérgio.

?— Te espero então. Não demora.

?— Vamos juntos? Depois da cerva? — Sérgio propôs.

?Beto assentiu, com um olhar rápido que só os dois entenderam.

?Sérgio e Beto saíram, dispensando o resto da galera. Caminharam até o apartamento de Beto em silêncio, o tesão evidente nos dois. Assim que entraram e fecharam a porta, Sérgio já colou nele por trás, apertando o pau duro contra a bunda do amigo.

?— Tô louco pra fuder — murmurou Sérgio.

?— Primeiro a ducha — respondeu Beto, respirando pesado.

?Os dois foram pro banheiro tirando a roupa no caminho. Entraram juntos debaixo da água quente. Sérgio empurrou Beto contra a parede e os dois se beijaram com fome, mãos apertando bundas e paus duros.

?Beto desceu devagar, ficando de joelhos no chão molhado do box. Segurou o pau grosso e latejante de Sérgio com a mão e olhou pra cima por um segundo antes de enfiar na boca. Chupou com vontade, lambendo a cabeça grossa, descendo a língua pela veia e engolindo o máximo que conseguia. A água caía no rosto dele enquanto subia e descia a cabeça, chupando fundo, fazendo barulho molhado.

?— Caralho, Beto... chupa gostoso assim — grunhiu Sérgio, segurando o cabelo dele com uma mão e fodendo devagar a boca do amigo.

?Beto gemia com o pau na boca, babando, chupando com mais força, uma mão massageando as bolas pesadas de Sérgio enquanto a outra batia uma punheta na base. Sérgio fodeu a boca dele com estocadas curtas, segurando a cabeça com as duas mãos.

?Depois de uns minutos, Sérgio puxou Beto pra cima, virou ele de costas e cuspiu na mão. Passou saliva no próprio pau e na entrada do amigo e começou a pressionar.

?Beto agarrou os azulejos, gemendo:

?— Vai devagar, porra, nunca dei...

?Sérgio empurrou a cabeça grossa pra dentro. Beto soltou um gemido rouco de dor, mas empurrou a bunda pra trás. Sérgio foi enfiando até enterrar tudo, depois começou a meter com estocadas longas e firmes.

?Enquanto fodia Beto com força, batendo a virilha molhada contra a bunda dele, Sérgio passou o braço ao redor e segurou o pau duro de Beto. Começou a bater uma punheta apertada e rápida, sincronizando com as metidas.

?— Isso... toma essa rola toda — rosnou Sérgio no ouvido dele, metendo fundo.

?Beto gemia alto, a voz falhando a cada estocada:

?— Porra... tá me arrombando... continua...

?Sérgio acelerou, metendo forte e batendo punheta com a mão escorregadia de água e pré-gozo. Beto começou a tremer inteiro, as pernas fraquejando.

?— Tô gozando... não para!

?Beto gozou forte enquanto Sérgio continuava metendo e punhetando ele. Jatos grossos de porra saíram do pau dele, batendo na parede e sendo levados pela água. O cu apertou forte em volta do pau de Sérgio.

?Sérgio meteu mais fundo algumas vezes e gozou logo depois, enchendo Beto de porra quente com um gemido rouco, ainda apertando o pau sensível do amigo até tirar as últimas gotas.

?Os dois ficaram encostados na parede, ofegantes, a água caindo sobre eles. Sérgio ainda com o pau dentro, dando estocadas lentas enquanto recuperavam o fôlego.

?— Porra, mano... — murmurou Beto, ainda tremendo.

?Sérgio mordeu o ombro dele de leve.

?Beto sorriu para o amigo.

?Eles ainda tinham muito tempo.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


263125 - Juninho na república - Categoria: Gays - Votos: 5
262892 - Leonardo e os 5 negões - Categoria: Gays - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico thiagop

Nome do conto:
Sérgio e Beto, encoxadas no futebol.

Codigo do conto:
263196

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0