Montamos um grupo de gincana e passamos a nos encontrar com regularidade. Um dos primeiros encontros foi na nossa casa e João, meu marido, fez questão de receber todos com bastante zelo. Passamos uma tarde muito divertida.
João passou boa parte do tempo conversando com o Alexandre, o médico. Tinham praticamente a mesma idade, uns 10, 15 anos mais que a média do nosso grupo. Fiquei feliz que ficaram amigos.
Sempre que encontrava o Alexandre no hospital, ele me falava do João, muito educado e carinhoso. Eu gostava do jeito que ele falava comigo.
Teve um final de semana anterior à gincana em que iríamos participar, em que marcamos na casa de um casal para combinarmos os últimos detalhes e para confraternizar. Estava quente e tinha piscina, então foi sugerido que levássemos roupa para banho e sol.
João não quis ir, disse que era uma coisa do meu trabalho, e entendi. Ele tinha razão. O dia estava lindo, o lugar era legal, tudo estava muito divertido. Ficamos em volta da piscina; eu estava de vestidinho e só a parte de cima do biquíni, com os peitões à mostra. Percebia que todo mundo reparava, inclusive as minhas amigas mulheres que estavam com os maridos.
E o Alexandre, que a distância não parava de olha para mim.
Antes de bebermos mais, os cabeças da nossa equipe disseram como seria a nossa organização para a Gincana, que começava às 9h de sábado e terminava às 9h de domingo do outro final de semana. Distribuirão as tarefas a partir da disponibilidade dada por cada um de nós.
Coloquei meu nome para a equipe da noite e madrugada.
Seguimos a nossa confraternização, com muitas caipiras e risadas, conversando sobre as prováveis provas da gincana. Depois de muito me comer com os olhos de longe, o Alexandre se aproximou do grupo em que eu estava e se integrou. E me disse que faria parte da minha equipe noturna durante a gincana.
Gostei de ouvir aquilo. Nunca tinha olhado para o Alexandre como sacanagem, mas aquilo foi bom de sentir. Seguimos a tarde, nos divertindo bastante. Eu tinha que ir para casa e, na hora de ir embora, o Alexandre me pediu carona, disse que tinha vindo sem carro.
Concordei, claro. Eu seguia de saia curta com biquíni por baixo, mas coloquei uma camiseta. Ele estava de short e regata. No caminho, do nada, ele colocou a mão no meio das minhas pernas. Aquilo me encheu de tesão, mas achei muito abusivo e mandei ele parar. Pediu muitas desculpas e realmente ficou envergonhado, mal falamos no resto do trajeto.
Quando chegamos onde ele mora, me perguntou se eu ia contar para meu marido, disse que não. Nos despedimos.
Cheguei em casa, alegre das caipiras e da tarde divertida, mas quente da mão daquele desconhecido no meio das minhas pernas. Fiquei molhada e segui molhada.
Encontrei meu maridinho João e disse para ele que estava louca para dar. Ele me perguntou se tinha rolado algum clima. Respondi que estava com tesão, pois vi os homens me olhando e querendo me comer.
“Então pensa num deles enquanto eu te comer bem gostoso”.
Assim, meu corninho enfiou na minha buceta quente por conta do safado do colega médico. E eu dei pensando que precisava transformar esta fantasia em realidade.
