O tempo passou, demos uma sossegada e entramos no projeto de morar numa casa. E finalmente aconteceu, um lugar que gostamos bastante, mas com muitas coisas de manutenção e ajuste para fazer.
Para conseguir ajeitar a casa para nos mudarmos, o João chamou algumas pessoas que trabalhavam com ele, mas fora do horário da empresa. Pagava por fora.
E quem ficou mais tempo fazendo serviço era o Chico, o bendito comedor de casadas. Confesso que, num primeiro momento, evitei qualquer pensamento, afinal, eu e o João estávamos dando um upgrade na nossa vida com a casa.
Mas não tinha como não reparar nele. Não era negro, mas com a pele mestiça, forte, sem ser exagerado. Corpo de homem.
“De pegador”, fantasiei.
Poucos dias antes da mudança, no apartamento ainda, eu e o João transamos e a fantasia foi o Chico. Ele disse que percebeu eu reparando....
Eu disse que queria, ele sinalizou que sim, mas disse que teríamos que saber a hora certa, afinal era chefe do cara na empresa e com muitos funcionários.
Transamos e gozamos gostoso.
E os dias seguiram, com o Chico ajeitando as coisas da casa nova. Nas poucas vezes que nos víamos, comecei a ser mais acessível a ele e ele a me olhar de um jeito mais safado.
Fizemos a mudança para a casa nova e no dia seguinte o Joao fez um churrasco para as pessoas que ajudaram, com direito a banho de piscina. Foi muito divertido, comida boa, muita bebida, cigarrinho da alegria.
No final ficamos nós, dois casais e o Chico.
Estava calor, eu estava de biquíni e vestidinho, e a parte de cima do biquíni. Estávamos na piscina. Olhava para meu corninho e ele pareceu perceber o que eu estava querendo.
Lá pelas tantas, falamos sobre coisas que ainda faltavam ser feitas na casa, que eram responsabilidade do Chico.
Tinha uma coisa para resolver na lavação, que fica no andar de cima na nossa casa. “Mostra para ele, amor”, disse o meu corninho.
Subimos. Ele estava de camisa de regata e short, que descobri depois que estava sem cueca, pois antes estava de sunga de piscina. Entramos na lavação, ele fechou a porta e me puxou para ele. Apertou forte a minha bunda e me puxou para ele. “Que beijo!”
Já agarrei o pau dele e entendi a fama... era enorme...
“Dá um jeito dos teus amigos irem embora”, falei. Sabia que meu corninho queria também.
Chico desceu e já dando o recado. “Gente, o chefe e a Pri precisam descansar”, temos que ir. Os dois casados entenderam o recado e foram.
Desci e vi que meu corninho convidou o Chico para a saidera.
“Amor, sabe que este puto me agarrou, me gostoso lá em cima”, falei com cara de safada para meu maridinho.
“Pode deixar, chefe, vou cuidar dela, ninguém precisa caber”, falou Chico.
Quando vi, eu e o Chico estávamos nos grudando numa banqueta, na nossa área de festa. João sentou para olhar.
Que loucura, eu dando para o funcionário do meu marido, um pauzudo gostoso. Ele me pegou pela frente, por trás, beijando gostoso minha boca, grudando meus seios.... Gozei muito....
E senti quando ele gozou também; estava de camisinha, mas senti o volume na buceta... Eu fiquei em êxtase, com as pernas e buceta abertas, em pé na banqueta.
Olhei para meu corninho,
“Vem aqui me chupar, tô quentinha”, pedi. Ele me chupou até gozar novamente.

grelinho lindo delicia..