Ele era meu amigo e chefe. Mas comi a mulher dele mesmo assim



Eu e o João éramos colegas de trabalho numa empresa que iniciava; ele era meu chefe, mas éramos parceiros. Tanto ele quanto eu tínhamos namoradas, mas vivíamos na noite. Numa destas noites, ele conheceu a Pri, uma morena gostosa para caralho.

O João largou a namorada para ficar com a Pri e me contava que era uma coisa muito sexual entre os dois. Ela passou a fazer parte das festas do trabalho, que tinha muitas mulheres, jovens e animadas. Pri era um pouco mais nova que eu e bem mais nova que o namorado.

Fizemos uma festa no trabalho em que enchemos o caneco. Eu estava com minha namoradinha; a Pri estava lá com uma saia minúscula e uma blusinha que deixava à mostra os peitões dela, que eram naturais, e eu tinha o maior tesão por eles. Vira e mexe trocávamos olhares e sorrisos, mas nada demais.

A festa era num terreno em frente à empresa; lá pelas tantas, saímos os homens para fazer uma fumaça. Na volta, fui direto para o banheiro, que ficava na sede, enquanto o pessoal voltou para pegar chope. Dei de cara com a Pri saindo, ficamos brincando, eu disse que ela estava muito bonita.
Ela agradeceu. “Na verdade, muito gostosa”, falei, já agarrando ela. Ela me beijou com força, senti o tesão nela, mas logo me empurrou, me chamou de louco e ameaçou contar para o João, voltando ao encontro dele e da festa.

Fiquei pensando na merda que fiz; ele era meu amigo e minha namorada estava na festa. Torci para ela não contrair nada e, quando voltei, cheguei todo cabisbaixo.

As meninas seguiam dançando, inclusive a Pri. Em seguida, começou a agarrar o João como se me provocasse. Fiquei louco de tesão. Mais ainda.
Acabou a festa, a vida seguiu e fomos tocando e ficando cada vez mais amigos. A relação deles ficou mais forte, foram morar juntos e eu terminei com a namorada. Nós trabalhávamos no meio de uma mulherada bonita e a Pri era amiga delas.

Passou um bom tempo, teve uma formatura de outro colega e fizemos um esquenta na casa deles. Eu estava de paquera com duas colegas e a organização pré-festa era para me juntar com uma delas, rsrsrs...
Bebemos um monte no esquenta e mais ainda na festa, dançamos muito e tudo muito divertido, muita gente.

Lá pelas tantas fui ao banheiro e dei de cara com a Pri, um decotão à mostra e uma saia. Novamente o banheiro. Ela brincou comigo no meu ouvido, por causa da música alta, que eu estava demorando a escolher entre as duas colegas.

Olhei para o lado, puxei-a para um canto escondido e taquei um beijo, que ela me correspondeu. “É você que quero”, disse para a gostosa do meu amigo. Ficamos um pouco agarrados e depois ela voltou.

Esperei um pouco para entrar no banheiro, pois estava de pau duro de agarrar a mulher do meu chefe e amigo. Não conseguia pensar em outra coisa, a não ser em como poderia comê-la.

Seguimos a semana de trabalho, tudo normal. Lá pelas tantas, fiquei sabendo que o João iria para a capital na quinta-feira para a matriz da empresa. Só voltaria no dia seguinte.

Na quinta pela manhã, João, na empresa, se despedindo da gente para a viagem, eu mando uma mensagem para a Pri. “Parece que temos uma oportunidade”, escrevi.

Ela demorou para responder. Quando respondeu, disse que a gente precisava conversar, que não estava se sentindo legal com o que estava acontecendo. Falei que estava tudo certo, conversaríamos então.

Eu fui ao apartamento deles no comecinho da noite; eu estava acostumado, vivia lá. Levei uma taça de vinho. Ela me recebeu com um vestido leve, novamente os peitos à mostra. Fechou a porta. Eu estava louco de tesão, mas precisava ir devagar.

“Trouxe um vinho para nós”, falei. Ela disse que não precisava, que não queria, que queria colocar um ponto final naquilo. Coloquei o vinho na pia da cozinha e agarrei-a, empurrando-a para a bancada, dando um beijo gostoso.
“Não é o que você quer, sei que está louca para dar e sei que gosta. “João não precisa saber”, falei. Ela se desarmou e começamos a nos esfregar. Coloquei-a em cima da bancada, levantei o vestido, coloquei a calcinha dela de lado e enfiei minha língua naquela esposinha puta. A buceta dela fervia, estava encharcada.

Tirei meu pau e enviei nela com força, ainda na bancada. Ela me agarrava forte. Perguntei se podia gozar dentro; ela respondeu que sim. Gozamos juntos.
Tirei o pau daquela buceta quente e, apesar de ter gozado muito, seguia duro. Ela percebeu, se agachou e chupou toda minha porra. Que boquinha!

Nós nos recompusemos; eu perguntei se poderíamos agora tomar o vinho. Ela topou e sentamos na sala e ficamos conversando sobre o que aconteceu. Antes trocou de roupa, colocando um vestidinho mais curto, daqueles de ficar em casa. Ela ficava deliciosa com qualquer roupa.

Dizia que amava muito o marido, estavam construindo uma vida juntos, mas que tinham muitas fantasias. Perguntei quais. Ela me disse que gostava quando um provocava os homens e que transávamos muitas vezes pensando em outro, me comendo.   Um deles era eu, disse-me.

Perguntei se ele gostaria de ver; ela disse que não, mas revelou já terem ido a casas de swings algumas vezes, sempre com ela dando para outro.
“Mas com amigo não, acho ruim, me contou”. Aquilo só me excitava; meu amigo João gostava de ser corninho. E hoje o comedor era eu.

Nisso, ela recebeu uma mensagem; era ele, perguntando se podia falar. Eu disse para ela atender, então ela pediu para eu ficar em silêncio. Fui ao banheiro e ela ligou para ele.

Sentei do lado e coloquei as mãos nas pernas dela. Fui subindo e vi que ela voltou do quarto sem calcinha. A buceta seguia quente; entendi que ela queria mais. Ela pedia para parar, mas sem convicção.
Enquanto ela falava com seu corninho, ajoelhei-me em frente a ela e comecei a chupar aquela buceta novamente, agora com gosto do meu pau.
“Sim, amor, está tudo bem. “Estou aqui arrumando as coisas do meu armário”, falou para explicar por que estava ofegante. Sentei do lado dela, enfiei meus dedos na sua buceta e comecei a chupar seus peitos.

Ela desligou, me chamou de safado, mas estava louca para dar novamente.

Foto 1 do Conto erotico: Ele era meu amigo e chefe. Mas comi a mulher dele mesmo assim


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Ficha do conto

Foto Perfil casal-fantasia
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Nome do conto:
Ele era meu amigo e chefe. Mas comi a mulher dele mesmo assim

Codigo do conto:
265861

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/07/2026

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