Logo começamos em casa de swing; a primeira vez me fez dar para três diferentes, adorei. Em algumas viagens, arranjou alguém para me comer. Modéstia à parte, sou gostosa e ele sempre me pedia para colocar roupas provocantes, inclusive para os colegas dele.
Eu sempre adorei este jeito dele. E, às vezes, quando aparecia a oportunidade, aproveitava a brecha que a fantasia permitia, e dava para outro, inclusive um grande amigo, além de um jogador de futebol que era atendido na clínica onde eu trabalhava e um colega de pós.
Ao longo da relação, João parou de fazer questão de presenciar eu com outro, mas adorava fantasiar eu dando para outra pessoa. Dizia que deixaria, mas que eu tinha que contar, que me chuparia se eu chegasse com a buceta quente de outro, tudo que a mulher de um corninho poderia sonhar.
Mal ele sabia que eu já colocava chifre nele antes; só contei depois, nestes contos.
Adorei. Nós nos completamos. Fico mais à vontade quando João não está; posso ser mais puta, se me entende. Meu comedor se sente mais à vontade, ainda mais quando é conhecido dele.
E muitas vezes chego louca de tesão de dar para meu maridinho. Mas antes, peço para ele lamber minha buceta quente do pau de outro.
Dáuma olhada das nossas outras aventuras aqui.
