Era um final de semana qualquer de abril, um mês de menor movimento; o tempo estava bom e o hotel estava com uns cinco apartamentos ocupados.
Um dos casais era a Pri e o João, que estava de aniversário. Chegaram sexta à tarde e foram curtir um final de tarde na piscina. Tomaram caipiras, experimentaram meu camarão.
Eles pareciam muito unidos e a Pri era um mulherão, bem mais nova que ele, seios fartos, piercing, tatuagens discretas, um corpão, muito simpática também.
Foram para o quarto e, umas duas horas depois, pediram uma espumante. Levei ao quarto, ele abriu; deviam ter saído do banho de jacuzzi. Ela estava com um baby doll estonteante e nem fez questão de esconder aquele corpão dos meus olhos.
Ela puxou conversa sobre o que fazer no sábado; ele também queria saber sobre a praia, mas eu tinha que voltar, tinha dois clientes ainda no bar. “Que pena”, disse ela.
Segui meu trabalho e tinha que me preparar para sábado, um dia cheio. Mas não conseguia tirar aquela morena da cabeça e tive que bater uma pensando nela.
Abro o bar do hotel ao meio-dia; até lá, eles têm um serviço de café que dá conta. Não vi o casal; apenas perto das 16h eles chegam de um passeio. Ela senta e pede uma caipira; ele diz que precisa ir até o quarto. O bar estava vazio.
Ela, de vestidinho e biquíni, só com a parte de cima, puxou conversa. Disse que estava dando esta estadia no hotel de presente de aniversário para o marido e estavam adorando a experiência. E que minhas caipiras eram muito boas.
Conversamos sobre comida; ela perguntou que prato eu poderia preparar para a noite, na janta, e se ele poderia levar para o quarto. “Quero fazer outra surpresa para meu maridinho”, sorriu.
Confesso que aquilo me deu um tesão, mas evitei pensar muito; pensei na janta que ela queria preparar para o marido.
Nisso chegou o João, nova caipirinha e mais conversa boa, como sempre acontece com a maioria dos hóspedes. Lá pelas tantas começaram a se agarrar ali e percebi que a Pri olhava para mim com uma cara de safada; que tesão senti.
Foram para o quarto, mas um minuto depois ela volta e me pergunta se está tudo certo para o cardápio que ele sugeriu. Gaguejei, mas disse que sim. Nisso ela me agarrou delicada e me deu um beijo, meio no rosto, meio na boca. Marcamos a comida para 21h30.
Meu pau levantou na hora.
21 horas, bar vazio – sábado os hóspedes normalmente saem para jantar –, aparece o João, pede uma cerveja. Disse que a Pri estava no banho e perguntou da comida; a esposa tinha lhe falado. Contei que estava tudo encaminhado.
Espera mais um pouco para servir, pode ser? E nisso pediu um drink especial e perguntou se eu poderia levar até o quarto na sequência.
Apesar dos meus pensamentos, esta era uma rotina normal, mas mexeu comigo; não sabia se era real ou se estava fantasiando coisa.
Separei alguns amendoins especiais e cajus, um balde de cerveja e o drink solicitado e fui. Toquei a porta, João abriu e apontou o lugar para colocar a bebida. Novamente ela estava lá, de baby doll, desta vez preto, esparramada na cama.
“Muito movimento?”, questionou João. Respondi que não, que inclusive baixei a porta; ninguém devia aparecer mais, só eu para finalizar o prato para eles.
“Então fica aqui com a gente”, falou a Pri, e ele logo abriu uma cerveja para mim. Levei o copo de drink até ela e brindamos. Não era fantasia.
Ficamos conversando sobre bobagens, rolou um cigarrinho da alegria e as bebidas, até que ela falou:
“Meu maridinho quer um outro presente de aniversário. Quer ver um gostoso comendo a mulher dele, que sou eu... “Você faz isso?”, perguntou de joelhos na cama, quando eu estava pensando em dar uma olhada no bar.
Fiquei sem saber o que fazer; o marido me falou que era isso mesmo, e ela me chamou. Ficou em pé e começou a me beijar, grudando o corpo em mim. Meu pau está durão e ela logo sentiu. Desceu para chupar.
Mas antes, ao baixar minha bermuda, segurando meu pau, olhou para o corninho e perguntou: “Posso?”
Nem esperou a resposta e começou a chupar meu pau. Que boquete gostoso, de quem sabia. Eu olhava para o João e ele estava sentado mexendo no pau dele. Resolvi me soltar.
Fiz a gostosa deitar na cama e a deixei pelada total. Comecei a chupar aquela buceta carnuda, de mulher casada e puta. Ela subiu as paredes e gozou muito.
Depois a coloquei de quatro, ela virada para o corno, e eu estocando a safada forte. Ela queria sentar no meu pau e assim o fez, virada para ele.
Voltei com meu pau na boca dela. Chupou e tirei para gozar nos peitos e na barriga maravilhosa dela. O corno olhando.
Respiramos um pouco, mas logo me ajeitei, pois tinha o bar e o prato deles. E parecia que eles queriam ficar sozinhos.
Ela me puxou, deu-me um beijo gostoso e disse no ouvido: “Agora sou eu e ele, que vai limpar a tua porra e me fazer gozar novamente. Obrigada”.
Me despedi, falei que daqui a pouco traria a comida e os dois pediram para esquecer, mas que eu ficasse tranquilo, que iam pagar.
Comi dobrado.

Meu sonho fazer isso com minha esposa, mas nunca achei algum cara bacana nos hoteis que vamos!