Tratei com o marido dela, por telefone, mas quem me recebeu e passou as coordenadas foi uma pessoa que trabalhava lá, uma espécie de faz-tudo.
Assim foi quase um mês; como tantos trabalhos, recebi tudo certinho. Um dia, estava cuidando da Eunice, quando, ao ir embora, finalmente conheci o marido, que estava saindo do banho, sem camisa, um grisalho lindo e sarado.
Aquilo mexeu comigo. Ele foi simpático, brincalhão e me encheu de elogios.
“Agora que sei que é tão bonita, vou vir mais para casa”, brincou. Viu que fiquei incomodada e me pediu desculpa.
Fui para casa pegando fogo. Meu maridinho João ia ter que me comer. Cheguei em casa, meu João estava deitado na cama vendo TV e fui direto nele.
“Que fogo, hein”, gostou de sentir eu agarrando o pau dele.
“Tenho uma boa história para nós”, contei, sabendo que o meu corninho gosta quando brinco assim.
“Conheci o marido daquela minha paciente, a Eunice. "Um coroa gostoso." E emendei. “Com dinheiro”.
João já me puxou para me beijar, queria saber mais detalhes, achou que eu já tinha dado para o cara.... Transamos e gozei muito pensando naquele gostoso.
Depois do sexo, relaxados, ficamos pensando. Ele disse que eu podia avançar, mas queria detalhes. Meu corninho gosta de me ouvir e sentir minha buceta quente dos outros.
Chegou o dia da ida à casa da Dona Eunice, frustração. Ele não estava lá, assim foram duas semanas sequentes. Veio o pagamento da consulta, valor dobrado. Avisei ele no Zap.
“Você merece, semana que vem estarei aí para conversarmos sobre a Eunice”, mandou mensagem.
“Você tem paciente depois? "Reserva um horário para depois", pediu.
Não sei se estava sentindo coisa, mas achei que seria a oportunidade. Mas não podia esquecer a minha ética profissional.
Chegou o dia, estava quente, estava de vestido, não muito curto, mas com um decote farto. Quem me recebeu foi a funcionária. Fui para o quarto montado para a Eunice e fiz meu serviço. Estava meio frustrada, pois achei que ele não estava lá, tinha esquecido...
A funcionária da casa entrou no quarto, disse que tinha ganho folga e que o marido da dona Eunice iria conversar comigo depois, para eu esperar na sala. Fiquei molhada.
Estava com meu jaleco, mas, antes de sair do quarto, o tirei, revelando meus “peitões” naturais. Não tinha ninguém, sentei no sofá, olhei o celular, quando eu o vi ele chega, de short e camisa, vindo da cozinha com duas taças e um brut.
Fiz uma cara de surpresa, mas ele nem deu tempo. Colocou as taças e a garrafa numa mesa e já tascou um chupão e foi agarrando meus seios e desceu para a buceta molhada. Eu estava atônita, morrendo de tesão, sem reação.
“Sabia que você gostava”, me disse. Emendou. “Com a Eunice assim, preciso encontrar pessoas confiáveis. E gostosas como você. “Pode cuidar dela e de mim”, brincou com ar sério.
Chamei ele de safado.
“Sei que é casada”, mas ele não precisa saber.
Mal sabia que meu marido era um corninho, mas não contei nesta hora.
Levantou-se, baixou o calção e mandou eu chupar. Sim, mandou. E fiz, agarrei as bolas, comecei a beijar aquele pau até engoli-lo bem forte. Enlouqueci.
“Que casada puta”, ele gemia.
Fez-me parar, esticou-me no sofá e começou a beijar minhas pernas, até chegar e tirar minha calcinha. Que língua, subi paredes. Gozei muito.
Ele me levou para o quarto e me mandou ficar de quatro. Enviou a língua novamente, até no cuzinho, e depois estocou forte minha buceta. Em seguida, fiz ele deitar, chupei mais um pouco e subi naquele caralho gostoso.
Cavalguei muito naquele safado. Pelas tantas, disse que queria gozar na minha boca, se eu consentia.
“Eu adorava”, pensei, mas não falei. Mas agarrei aquela pica louca para explodir e chupei até aquela porra toda ficar na minha boca. O safado urrava.
Ficamos ali uns minutos... Ele foi buscar o espumante, que mal tínhamos tocado...
“Tens um novo paciente”, brincou.
“E este, com muita saúde”, respondi; estava realmente extasiada.
Ele me perguntou se eu ia para casa; respondi positivamente, pois era comecinho da noite. Perguntou sobre meu marido.
“Vou beijá-lo bem gostoso quando chegar em casa”, respondi.
