Foi assim com o Chico, funcionário do meu maridinho. A primeira vez foi uma delícia, o mulato me comendo e meu corninho olhando e depois chupando minha buceta quente.
A segunda vez meu maridinho mandou ele para nossa casa, cheio de má intenção, enquanto trabalhava na empresa. O cara estava de folga e me comeu gostoso cedinho, a pedido do chefe dele.
Depois disso, transamos durante quase um ano, uma ou duas vezes por mês. Algumas eu falava para meu maridinho e até combinava com ele, outras não.
Meu corninho gostava quando eu "combinava" com ele. Adorava me chupar e comer depois. Sempre dizia: “Pode dar para outro, mas precisa me contar e me fazer gozar depois”.
Eu gostava também, mas eu gostava da safadeza. E o funcionário dele sabia como fazer.
Meu marido trabalhava em televisão, apresentava um telejornal. Um dia eu estava de folga, recebo uma mensagem do safado. “Soube que está em casa, posso passar aí?”
Respondi que estava deitada, de preguiça, e queria assistir ao jornal com meu marido.
“Quero te comer a gente assistindo ao jornal”, falou o puto. “Ele não precisa saber”, seguiu, sabendo que até então meu maridinho sempre tinha conhecimento do que rolava.
Fiquei encharcada de tesão... Já tinha dado para o Chico na frente do meu corninho; que mal faria ele longe, só pela televisão. Fiquei muito excitada.
Mandei-o entrar.
“Não podemos demorar, vou almoçar com ele depois”, disse. Fechei a porta, e ele me agarrou forte. Adorava aquele corpo.
“Vamos ver o jornal, minha puta”, falou o safado.
Fomos para o quarto e a TV estava ligada. Ele pediu para eu me deitar; estava de pijama curto, mas cheirosa, tinha tomado banho para almoçar com meu marido. Começou com aqueles beijos quentes, com a mão agarrando meus peitões naturais e logo na minha buceta já fervendo.
Nisso apareceu meu corninho na tela. Uma energia louca deu em mim e, pelo jeito, no safado do Chico, que conhecia a rotina da profissão e agora comia a mulher do chefe.
“Ele sabe?”, perguntou o Chico, e eu disse que não.
“Não precisa saber”. Não respondi e comecei a beijar aquele gostoso no meu quarto de casal, com a TV ao fundo.
Agarrei o pau dele e comecei a tirar sua camisa. Dava-me tesão o peito do meu mulato safado. Beijei bastante até cair de boca no pau dele. Fiz ele deitar na cama e, chupando aquele volume, meu marido apareceu na TV. Eu só pensava no pau do Chico.
Mas o safado sabe como faz. Fez-me deitar e passou a mão e língua no meu corpo. Desceu até minha buceta e me chupou gostoso. Eu, deitada, olhando meu corninho na TV.
Gozei como nunca pensei. Chico sentiu.
“Espera, que agora vou te comer”, disse com aquela vara gostosa. Começou num papai e mamãe, subi no cacete dele até que ele pediu para me comer de quatro, olhando para a TV. Lá estava meu corninho.
Meu enfiou com tanta força até gozar na minha bunda e costas. Eu não parava de olhar meu corninho.
Chico foi embora, me ajeitei e fui buscar meu maridinho para almoçar.
