Meu marido tinha um cargo de chefia na empresa em que trabalhava e tinha uma relação muito próxima com a equipe; todos gostavam dele. Aconteciam muitas confraternizações e nos divertíamos muito.
João, meu marido, vivia me contando as histórias do trabalho. Era muita gente da minha idade, homens e mulheres. Fiz muitas amizades com as meninas dali, que também me contavam as fofocas.
Uma das tantas histórias era sobre o Chico, um cara da área operacional, conhecido pela sua competência e por prestar diversos serviços extras, que iam desde motorista a pintor, jardineiro ou segurança.
Ele era um cara quieto, discreto e de confiança do meu marido, que era seu chefe.
E uma das famas dele era de ser pegador de casadas. As más línguas falavam que ele pegava uma colega e uma outra esposa de um cara importante.
Nas transas com o João, ele pedia que eu fantasiase com outro, gostava disso e eu também. Pedia, algumas vezes, para eu ir provocante para estimular os olhares e depois transávamos fantasiando.
Uma noite, em casa, tomando um vinho, entramos na conversa sobre o Chico e sobre a fama dele. Meu marido confirmou.
Fiquei de pilequinho e fomos deitar. Comecei a agarrar, provocar meu maridinho. Segurei o pau dele e esfreguei meus peitos grandes, mordendo a orelha do meu marido, com más intenções futuras.
“Estava pensando no teu funcionário, o comedor de casadas...
“Safada”, ele me respondeu. Pedi para ele sentir minha buceta e ele viu como eu estava encharcada.
Foram algumas transas entre eu e o João, pensando no Chico. Até que aconteceu. A primeira de muitas.

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