Entrei em casa, encontrei meu maridinho e disse: “Hoje pago a conta da janta”, rindo.
“A consulta deve ter sido boa, então”, respondeu meu corninho. Fui até ele e o beijei com força. “Sente.”
Deixei-o louco e bati contando umas partes do que foi. Ele gozou muito gostoso e, mais uma vez, engoli a porra, desta vez do meu marido.
Seguimos a semana, eu sempre pensando no coroa, marido da Eunice. No dia da consulta, cheguei lá, ele não estava. Quando saio do quarto, olho meu celular. “Mandei a empregada embora, vem no meu quarto”. Era o safado.
Olhei para a Eunice, fiquei imaginando como seria até perder a noção das coisas. Tinha um rosto sereno. Eu estava ajudando ela e o marido dela, de certa forma.
Cheguei no quarto, ele estava pelado, pica dura, mandou eu tirar a roupa e deitar em cima dele para um 69. Ele enfiava a língua na minha buceta e no meu cu; eu engolia aquele pauzão. Ele enfiava os dedos e eu ia às nuvens.
Uma pausa e ele começou a me arretar. Beijar, passar a mão nos meus peitos, pescoço. “E teu marido?”, quis saber.
“Corninho”, contei.
“Adoro puta mulher de corno”, me agarrava e subiu para um papai e mamãe com muito beijo na boca, com meu corninho sendo o assunto principal. Contei que ele sabia.
Gozamos muito. Ele esfregou o pau gozado na minha boca. “Isso é para teu maridinho sentir”, falou o sacana. Mal sabe que meu maridinho gosta tanto.
Antes de ir embora, perguntei a ele sobre a Eunice. Disse que era uma puta como eu, que gostava de dar e gostava de ver eu com outra.
“Acho que vai gostar de me ver te comendo”, falou. Achei estranho, a mulher estava meio em alfa.
Mas me excitou...
