Ela deu um jeito na minha punheta e acabou se saciando com outro

Aconteceu faz uns anos, eu namorava uma mulher dois anos mais velha que eu, mas que não se parecia nem um pouco com a idade dela. Se chamava Isa. Ela tinha mais ou menos 1,60 de altura, pele clara, olhos escuros e cabelos cacheados. Não era magra, não era gorda, não tinha o físico musculoso. Era sem forma, digamos assim, mas muito atraente. O conjunto da obra lhe garantia umas olhadas em qualquer lugar que fosse. Ela usava roupas sempre muito elegantes, respeitosas e tinha um ar de mulher independente. Inteligente. Resumindo, uma mulher que à primeira vista faz parecer que ela não é tão interessante, mas lhe surpreende.

Isa era uma mulher de hábitos e cotidiano. Não gostava de surpresa. Então o relacionamento simplesmente se encaixou nesse perfil. Não a procurava porque tinha receio de parecer assédio devido à sua rotina. E na cama não haviam muitas posições, embora o que a fez ficar interessada em mim era o fato de lhe proporcionar um oral gostoso. Chegava ao ponto de pedir apenas o oral e perguntar se não me importaria de não dar a bucetinha, que era muito delicinha e cheirosa. Nunca recusava porque adorava lhe chupar. Eu depois dava um jeito de me aliviar batendo uma no banho - ela não sabia, embora suspeitava.

Com a rotina cada vez maior e seu desejo por orais, as transas caíram substancialmente. Em um ano de relacionamento era uma transa por mês ou menos, mas o oral rolava de três a quatro vezes semanais. Particularmente eu acabei sendo condicionado àquilo e estava adorando. Em um determinado ponto cheguei a chupar e não precisar mais me masturbar. Ficava numa tensão absurda, mas não "me satisfazia".

Ainda assim, ao menos uma vez na semana, quando a coisa estava insustentável, eu batia uma. Ocorre que uma dessas vezes coincidiu com o dia que ela queria me dar. E foi logo depois, o que demorou um pouco pra deixar ele em pé. Acabou rolando depois, sem a mesma resistência, o que fez ela ficar imaginando que pudesse estar lhe traindo ou sem interesse.

Poucos dias depois, fugindo de sua rotina, ocorreu novamente e eu então abri o jogo dizendo que eram as punhetas. Isa ficou furiosa dizendo que imaginava que eu estava satisfeito e que se estivesse precisando esvaziar o saco, que era só falar com ela que abriria exceções e até entenderia. Chegou a admitir que queria ver eu tendo atitude pra isso após as chupadas, mas como não demonstrava vontade, ela também não insistia. Mas que fazer isso pra me masturbar sozinho era algo grave.

Ficamos um tempo com aquele clima bem sem graça. Mas resolvi então tomar essa atitude. Acontece que depois das primeiras semanas, ela mesma voltou atrás sugerindo sentir algo pra não liberar pra mim. Só que contava sempre depois de gozar em minha boca.

Voltei então a me masturbar e ela voltou a flagrar virando confusão novamente. Ela prometeu que daria um jeito naquilo. E em semanas me apareceu com um cinto de castidade, a gaiola de pau. Como sempre fui cheio das taras, acabei não criando nenhuma resistência e ainda sugeri que colocasse a chavinha no colar. Pois me deixaria aos seus pés por ver que ela controlava tudo. Isa topou sem pensar duas vezes.

Esse foi o ponto de mudança de tudo. Isa ficou mais alfa, dominante e sempre seduzindo, ordenando e controlando absolutamente tudo. Eu cheguei a pedir por sexo, mas ela vetava demonstrando satisfação com isso e ainda balançava a chavinha rindo de mim. Uma mulher muito mais confiante e dominante surgiu com aquilo tudo.

À mim restou apenas os orais. Algo que passava a fazer de forma mais apaixonada, intensa e profunda. Ficava com o cheiro de sua buceta na cara pra ir dormir. Ficava louco pra gozar. O pau doía dentro da gaiola e ela gostava quando eu dizia dos incômodos. Chegava a prometer liberação, mas voltava atrás. E jogava na cara que era pra eu não bater mais punheta.

Um tempo depois eu percebi que ela passou a ficar mais arrumada para ir ao trabalho. Mais cheirosa, com roupas mais marcadas e decote ou algo que chamava um pouco mais de atenção. Passou a usar salto fino e tinha um sorriso e olhar que indicava que tudo estava à seu mercê.

Então começou a ter horas extras. Inicialmente algo não muito chamativo. Coisa de uma a duas horas. Mas logo passou a ficar 3, 4, 5 horas. Dizia estar mexendo com relatórios, mas eu já imaginava o pior (ou melhor). Os orais passaram a cair também. Ao ouvir que estava em hora extra, já sabia que não ia chupa-la mais. Eu sabia que era corno. Só faltava a confirmação.

E ela veio. Isa resolveu abrir o jogo sem nenhuma pena. Disse que um de seus gerentes reparou na chave e, em reservado, perguntou se ela controlava o namorado. Ela não entendeu e ele apontou para a chave dizendo que sabia o que significava.

Isa tentou inventar uma história, mas esse gerente logo sorriu e falou que não ia expor nada. Pelo contrário, queria poder conhecer ela um pouco mais, já que ela dominava o namorado e precisava de um homem. Foi direto, com uma atitude que a fez tremer, coisa que nunca tinha feito. Na hora ela deu a entender que tinha sido um mal entendido.

Mas o gerente continuou a cercar. Primeiro de forma indireta, demonstrando ser um homem que soluciona problemas e lidera. Depois passou a ser confiável e com um pouco mais de intimidade e garantias de confidencialidade, ela acabou embarcando no carro dele para irem ao motel.

Isa falou que ele a chupou de uma forma muito mais profunda. O que me deixou ofendido. Falou que o pau de seu gerente era muito maior, grosso. E que ele não baixava. Foi carinhoso e a fez sentir-se muito satisfeita para no final empalar ela e fazer ela virar uma putinha. Ela deu até o cú pro gerente.

Disse que depois que voltou pra casa se sentiu péssima por não ter contado nada. E que iria acabar com ele. Mas era difícil. Toda vez que ela contava que estava decepcionada consigo mesmo, ele a convencia de que o melhor era que ela continuasse a me namorar e a transar com ele para saciar. Ainda jogava na cara dela que não iria ter uma foda tão gostosa quanto a que tiveram. A conversa era tão real que ela acabava retornando ao motel. Isso se tornou um looping.

Chegava chateada consigo mesma, era convencida, dava pra ele e se arrependia. No dia seguinte de novo, de novo e de novo. Fato que fez com que ela abrisse logo o jogo e então perguntou pra mim se seu amante tinha razão. Se eu estaria satisfeito por viver preso na gaiola lhe chupando enquanto ele a fodia como um macho. Assustado com tamanha franqueza, mas com o pau doendo na gaiola, assumi que sim. Que o que importava no final era se ela estava saciada e que isso me deixava feliz.

Isa então sorriu, me beijou muito, me soltou da gaiola e me provocou ao ponto de em minutos eu acabar gozando sem me tocar ou comer ela. Algo que a fez rir da minha cara e dizer que não tinha problema. Me prendeu de volta na gaiola ligando para o gerente e falando que tinha conversado com seu corno e que ele tinha razão. Era a hora deles então sentenciarem em definitivo quem passaria a comê-la com exclusividade.

Ao desligar eu tentei argumentar mas ela colocou o dedo nos lábios indicando ficar calado. Disse que logo entenderia o que iria fazer a partir de então e que era para fazer absolutamente tudo que ela mandasse.

Minutos depois o gerente chegou. Ela o recebeu como namorado, de um jeito que nunca tinha feito comigo nem antes e nem agora. O abraçou dando um grande amasso com um beijo longo e apaixonado. Foi de cortar o coração. Ela me apresentou como seu corno e ele apertou minha mão sorrindo.

Rapidamente ela tomou seu amante na mão e foram direto pro quarto. Lá eles tiraram a roupa com uma velocidade absurda. Eu, de pé, perto da porta, fiquei vestido assistindo. Isa logo caiu de boca no pau dele, grande e grosso. Assustador. Ela me ignorava enquanto ele olhava pra mim rindo, sem indicar estar assustado ou intimidado por mim.

Isa logo cavalgava nele e gozava horrores. Ficou de quatro e deu até gozar tremendo as pernas, se jogando pra frente. Seu amante, ainda com o pau duro e pulsante esperava ela se recuperar para voltar a comer. Aquilo durou mais de uma hora. Sempre com muitos beijos e carícias. No meio das metidas ele caia de boca nela de forma mais selvagem, como quem quisesse engolir ela toda. Deve ter gozado mais de cinco vezes durante todo o sexo que ele lhe proporcionava.

No final ele a segurava no colo, de pé e enterrava seu mastro até o talo nela. Usava seu corpo como brinquedo para se satisfazer até que anunciou seu gozo. Ela o abraçou beijando carinhosamente enquanto ele lhe metia com força, fazendo estalos altos até afundar tudo e gozar. Tudo sem camisinha.

Ele ainda a segurou pela bunda beijando e retribuindo os carinhos até ela se desgrudar e sair de seu pau. Satisfeito, perguntou onde era o banheiro e ela indicou. Só depois da saída dele é que Isa me notou. Ficou um pouco envergonhada por tamanha putaria, mas logo escondeu isso me chamando com o dedo. Eu fui.

Ela falou que aquela tinha sido a melhor foda porque eu estava ali assistindo tudo sem atitude. Que esperava exatamente aquilo de mim, nada. E que se quisesse continuar com ela, que deveria aceitar aquilo. Por um lado ela me controlaria e por outro sairia com um homem de atitude, macho por natureza. Respondi que queria ela sim, mesmo dessa forma.

Isa me beijou com gosto de outro homem e falou que me amava muito. Então apontou para sua buceta e disse que queria que lhe chupasse bem gostoso. Sem perder tempo e aceitando a condição humilhante de ser seu corno manso, me abaixei e provei sua buceta recheada de porra.

O gerente retornou e deu de cara com a cena, mas não reagiu de forma a me humilhar. Apenas chegou perto da boca de Isa que passou a lhe chupar. Ficamos nisso por um tempo até que ela quis mais pau e o gerente lhe comeu por mais um pouco, agora mais rápido e gozou em seu rosto me fazendo ir beijar minha amada daquela forma.

Isa mandou eu tirar a calça dessa vez para mostrar que o amante que ela me controlava. Ao ver meu pau preso na gaiolinha, o gerente se aproximou para ela comparar os paus e ambos rirem da minha cara, já que a cabeça do pau dele era quase do tamanho da gaiola que me cercava a rola.

Enquanto eles estiveram em casa ficaram se beijando e namorando como adolescentes. Ele não interagiu diretamente comigo em nenhum momento, mas ela não me deixou mais me vestir nessa e em todas as vezes que ele aparecia.

A rotina agora era outra. Três ou quatro vezes por semana era o amante quem ia lhe chupar limpinha e, sem esperar por pedidos dela, ele a fodia sem pena. Depois de gozar em qualquer parte do corpo dela e de se saciarem é que eu entrava na jogada para apenas chupar Isa.

Isso durou por meses. E a gaiolinha passou a ser retirada de mim cada vez menos ao ponto de fazer sentir até o pau baixar, parecendo que estava até atrofiando. Isa, claro, adorou. Eu nunca mais ia poder bater punheta, algo que ela odiava bastante.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


264758 - Será que foi um sonho? - Categoria: Fantasias - Votos: 1
263851 - Minha Dona revelou o que quer de mim - Categoria: Fetiches - Votos: 6
263444 - Desvirginado pelo cabo de rôdo - Categoria: Gays - Votos: 7
263415 - Descobri a traição na base do creampie - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
261738 - Goze gostoso, mas sem meter - Categoria: Fetiches - Votos: 6
256408 - Meu amigo confessou que pegava ela - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
255798 - Enrabado por dois desconhecidos no hotel - Categoria: Gays - Votos: 17
251922 - Inversão total: a transformação - Categoria: Fantasias - Votos: 6
250961 - Inversão total: novos prazeres - Categoria: Fantasias - Votos: 15
250594 - Inversão total: o início - Categoria: Fantasias - Votos: 9
249824 - Flagrei a amiga da minha prima curtindo uma siririca - Categoria: Masturbação - Votos: 3
249821 - A namorada encontrou o fornecedor de porra ideal, mas terminamos - Categoria: Fetiches - Votos: 5
249534 - Namorar chifradeira é tão bom - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
249526 - Carta para a Mari: volta - Categoria: Confissão - Votos: 3
249387 - Recebendo tratamento especial da minha ex - Categoria: Fetiches - Votos: 3
249186 - Pedreiro do comportamento suspeito me fez ficar curioso: virando o assistente - Categoria: Gays - Votos: 14
249179 - Ela até tentou esconder, mas eu sabia que algo não estava certo - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
249169 - Pedreiro do comportamento suspeito me fez ficar curioso: descobrindo tudo - Categoria: Gays - Votos: 19
248954 - O Ministério da Putaria adverte: Bonecas ativas viciam ainda mais - Categoria: Travesti - Votos: 6
248587 - O Ministério da Putaria adverte: Bonecas viciam - Categoria: Travesti - Votos: 7
247902 - Série Amendoim: do céu ao inferno, capítulo final - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
247834 - Série Amendoim: do céu ao inferno, parte 4 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
247740 - Série Amendoim: do céu ao inferno, parte 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
247602 - Série Amendoim: do céu ao inferno, parte 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
247586 - Série Amendoim: Do céu ao inferno, parte 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
247563 - A namorada de Lucas quis conhecer o amendoim - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
247528 - Ela descascou o amendoim - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
247478 - Amendoim: tive que contar pra ela - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
247476 - Amendoim, a origem - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
247248 - Isso é coisa da minha cabeça - Categoria: Cuckold - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil hsubsissy
hsubsissy

Nome do conto:
Ela deu um jeito na minha punheta e acabou se saciando com outro

Codigo do conto:
266117

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0