Só que morava com a família, não tinha muita privacidade e também não teria como comprar um item que eu pudesse penetrar. Decidi deixar de pensar nisso, mas a imagem era muito nítida, o tesão e os gemidos do cara magrelo, que se parecia comigo na época me faziam pirar.
Tentei pressionar com o dedo, mas não causava tantas sensações. Deu aquele friozinho na espinha quando apertei meu botão, mas não era o que esperava.
Foi quando, ao rapar o banheiro após o banho, uma ideia surgiu. E se eu escapasse o cabo de rodo para dar meu cuzinho? A ideia ganhou muita força porque devia me preocupar apenas em comprar e esconder os preservativos. Dei meu jeito.
No banho, liguei o chuveiro, tirei a camisinha do pacote pela primeira vez e encapei o cabo, que era liso, de madeira, fino ao ponto de ter folgas na camisinha. Coloquei a parte de rapar contra a parede e inclinei a ponta, me ajeitei na frente, direto ao ponto e então senti aquilo me cutucar. Senti muito tesão. Ficava assim, cutucando e ia me masturbando ao mesmo tempo, logo gozei achando que estava dando para o rodo. Mas após sair da posição, notei que nada tinha entrado, tinha sido só a cutucada. Achei ótimo e ficou por isso mesmo.
A cada três dias o ato se repetia. Sempre cutucando. Passei a ver mais vídeos, de gays e até mesmo hétero, das mulheres dando rabo e deles chupando piroca. Algo que me aguçou também a vontade. Então tive a ideia de chupar bananas, aquela da terra, que é grande e grossa, e também fica babada fácil.
Eu sentava na tampa do vaso e primeiro mamava a banana vendo alguma cena ou foto. A banana se derretia em minha mão, boca e rosto. Comia as sobras e então, depois, ia para a cutucada.
Mas aquilo logo passou a ser pouco. Resolvi pressionar mais o cabo pra ver no que daria. Então entrei para o banho decidido a ir com calma e pressionar mais.
Não me masturbei, só ia forçando devagar. Aquilo me fazia fechar os olhos até que tuff, o cabo passou e entrou um punhado. Senti um tesão absurdo com aquilo, encostou em minha próstata e isso me deixou mais tarado, fui dando devagar, com jeito, me masturbando, sentindo o pau não crescer, mas um tesão absurdo.
Demorou um pouco, movimentos lentos, com cuidado pra não ser empalado. Até que gozei. Foi uma delícia. Desde desse dia o rodo virou meu comedor. Era seguro, não envolvia mais ninguém e fazia quando dava vontade. Até deixei a banana pra lá.
Dei por um bom tempo assim até surgir a oportunidade com uma pessoa real, que foi uma experiência ótima. Hoje me considero bi. Adoro bucetas e paus, são excitantes.
O melhor nisso tudo era que meus pais brigavam falando que eu demorava demais no banho porque estava na punheta. Só que eles nem sonham que punheta louca era aquela.