Certa vez ela me falou que ele era bi ativo, mas a informação passou batida. Eu gostava de ser corno na época, Paulo saciava Gabriela e tudo estava bem. Aos poucos ele convivia em nossa rotina, mas como um amigo esporádico. Nunca vi ele dando indícios que comia Gabi. Eram super discretos.
Mas um dia ela terminou comigo porque disse que tinha desejo em ver a cena, não dela com Paulo, mas qualquer cara. Inicialmente queria participar junto pegando ela. Depois falei que gostaria de também ser comido pelo amante. Gabriela não gostou muito de nenhuma das duas ideias e nossa relação esfriou por ela imaginar que a traia com algum cara. O que nunca ocorreu.
Mantivemos a amizade. Porque sempre fui gado. E porque tínhamos bom papo. Ela sabia que eu não ia me meter em sua vida querendo nova chance. Foi nessa época que soube que ela logo arrumou outro namorado e cortou os encontros com Paulo. Ao mesmo tempo ela intermediou com ele, sem eu saber, a possibilidade de Paulo me comer, já que ela não liberava mais.
Recebi uma mensagem dele, um dia, falando sobre ir na casa dele pra jogar o papo pro ar e também fazer uma aposta com truco ou algum jogo de cartas. Eu não demonstrei muito interesse até que Gabriela me enviou mensagens dizendo que Paulo andava solitário e que também me achava sozinho, que de repente poderíamos aproveitar o tempo melhor juntos.
Juro que não tinha entendido as segundas intenções. Mas topei ir em solidariedade. Gabriela sempre estava mais feliz após visitar seu amante. Porque não poderia fazer companhia a ele agora.
Fui e em minutos estávamos nos divertindo jogando pif paf. Primeiro de forma recreativa até que ele perguntou se eu não teria algo pra apostar. Disse que não gostava de jogar apostado e ele então falou um "nem uma mamada, uma punheta ou ficar nu?". Arregalei um pouco os olhos e então entendi o que era aquele encontro. Me lembrei da vez que Gabriela tinha dito que ele era bi, que era roludo e bruto na hora de fuder. Fazia tempo que não via outro cara pelado, quem diria pronto pra me comer.
Gabriela deveria ter dito a ele que eu pensava em abrir a relação para outros pegarem a mim e ela. Ele jamais seria tão direto e seco assim. Mas em meio a tudo, demonstrei tranquilidade e perguntei qual era a ideia dele.
Paulo disse que a cada rodada, o ganhador pediria para o perdedor tirar uma peça de roupa. Quem ficasse nu primeiro, teria que fazer o outro gozar, da forma que o ganhador quisesse. A fala meio rouca e a ideia sacana me fizeram querer na hora.
Então jogamos cinco rodadas e ganhei 4 vezes. Ele tirou a camiseta, a bermuda, as sandálias e reclamou que por eu estar mais vestido, deveria aceitar o relógio. Momento em que decidimos que quem perdesse 5, seria mandado pelo outro. Eu tinha tirado apenas a camiseta.
Então veio mais duas rodadas e perdi ficando de cueca. Quis então beber água e fui até o banheiro sentindo o olhar dele colar em meu rabo. Ao voltar, Paulo fez uma proposta. Que nessa rodada, se ele vencesse, ele iria querer fuder meu cú, direto. Eu só devia me abrir pra ele entrar.
Reclamei que seria o empate. E ele então falou que se eu vencesse, encerraria a aposta e eu faria o que eu quisesse. Mas se ele vencesse aquela vez deixaria claro que a aposta seria meu rabo e iríamos pro desempate pra saber o que aconteceria.
Desconcentrado, perdi e o jogo empatou. Era pra ele saber se teria acesso ao que queria. Ficou claro com o sorriso dele ao me vencer. Mas não ia deixar barato. A rodada final demorou e quando pensei que poderia bater, ele venceu já se levantando e colocando seu pau pra fora. Uma tora de pelo menos 18 centímetros curvada pra direita, cheia de veias.
Eu seguia sentado vendo aquele colosso quando ele apontou pra mesa me convidando a ficar sobre ela. Engolia seco e perguntei se eu poderia ao menos chupar seu pau antes. Ele riu e falou que não, depois, se eu quisesse, provaria, mas que queria me comer direto.
Aposta é aposta. E não tinha chance de renegociar agora. Me levantei, tirei a cueca como ele pediu e fiquei de costas pra ele me apoiando na mesa com a mão. Ele então pegou pelas minhas costas e me empurrou para deitar com o peito sobre a mesa, fazendo minha bunda empinar. Paulo então caiu de boca em meu cu.
Senti um arrepio quando sua língua quente, molhada e aspera me tocou. Gemi com ele metendo um, depois dois dedos. Senti seus cuspes preparando o caminho e então ele se afastou pra sentir seu pau me invadir sem capa.
Seu pau avançou como espeto sendo preenchido por carne. Nada devagar, nada muito carinhoso. Paulo começou desde o início bombando. Eu gemia e dava pequenos gritos. Senti ele pegar meu quadril e puxar com força. Tomei pressão assim por pelo menos meia hora, me sentindo aberto a cada instante.
No fim, Paulo afundou tudo e senti seu pau contrair. Ele gemeu alto gozando. Saiu e senti seu leite escorrer. Não sentia as pernas. Ele veio pra minha frente e falou que agora sim, podia mamar. Não estava sujo, mas babado de porra. Lhe chupei deitado na mesa.
Quando ficou limpo ele se vestiu agradecendo a aposta, recomendou seu banheiro pra me limpar e eu fui banhar. Meu pau estava super babado, mas meia bomba. Bati uma pensando em tudo e gozei em segundos. Nem endureci totalmente, mas estava satisfeito.
Sai e ele disse que se eu quisesse voltar, sua casa estava aberta. Brinquei dizendo que nem precisaria jogar na próxima vez e ele apenas concordou.
Fui embora e mandei mensagem pra Gabriela dizendo que ele tinha me comido e outros detalhes. Ela respondeu rápido dizendo que sabia que eu iria gostar do ex macho dela e que agora devia me preparar. Ele amava anal, de preferência de formas brutais e mais pesadas. Já tinha me dito a respeito. Mas agora sabia que não era tão fácil.
Com o tempo ele revelou que Gabriela tinha dito sobre eu querer ficar com homens e ela. Motivo pelo qual sugeriu a ela que eu fosse até ele. Tivemos vários encontros até ele encontrar uma namorada. Sorte a dela.