O primeiro tempo de 10 minutos foi todo assim e quando ele tentava dar a resposta, meu time fechava bem e eu tirava a bola de perto. Jéssica acompanhava e demonstrava apoio a mim, realmente estava entusiasmada querendo que eu vencesse.
No segundo tempo, num desleixo dele, consegui finalmente marcar 1 a 0, Jéssica comemorou e Marcos se incomodou um pouco. Pouco depois, 2 a 0. Relaxei um pouco e tentava seguir atacando, precisava vencer pra tirar a diferença na queda de braço.
Aos 30 minutos, Marcos começa a jogar de fato. Esteve o tempo todo escondendo o jogo. Não conseguia ficar mais com a bola. Comecei a fazer falta no desespero, pra segurar o jogo e Jéssica começou a ficar frustrada comigo. Parecia que eu tinha desaprendido.
Pouco depois, 2 a 1. Jéssica pirou e perguntou se eu tava afim de perder, que estava irreconhecível. Marcos respondeu que às vezes eu queria ver ela beijando outro. Fiquei com raiva da piadinha, mas o pior foi ver ele empatar com 40 minutos.
Na base do chutão eu tentava responder, mas era difícil demais. Pra piorar, no último lance, Marcos conseguiu virar, numa facilidade tremenda. Parecia que eu era iniciante. Jéssica fez uma cara de brava pra mim e enorme decepção. Olhei decepcionado comigo mesmo.
Marcos parecia não estar satisfeito. Ele ainda tinha uma carta na manga.
- Vou me solidarizar porque foi muito fácil vencer você no meu mundo. Bora pra queda de braço numa melhor de 3, se vencer duas, abro mão da vitória, só de ter te humilhado na frente de sua namorada eu ganhei o dia.
Cabisbaixo depois dessa revelação, fomos para frente de uma mesa nos posicionar enquanto Jéssica demonstrava estar na torcida por Marcos. Ela demonstrava vergonha por me namorar após as derrotas.
- Propõe a disputa em busca da dignidade e é humilhado, que idiota.
- Eu tô te dizendo que às vezes o sonho dele é te ver comigo.
- Deve ser mesmo. Espero que ele vença no braço e mostre que você está errado.
Eu não treinava, não tinha nenhum indício que poderia vencer Marcos, que embora não fosse musculoso, tinha um físico mais firme. Na primeira rodada, coloquei força, inclinei pouca coisa do braço dele e ele achou graça.
- Sério? Mas é pior que no jogo.
E virou meu braço facilmente vencendo.
- Não acredito, melhor parar né? - falou Jéssica sentando no colo dele.
- Não, eu vou vencer! - falei num tom em que nem eu acreditava no que dizia.
Com ela no colo, Marcos se posicionou e então iniciamos mais uma queda. Sem dar margem ao azar ou cansado de me humilhar ele simplesmente esperou eu fazer força e na sequência já virou direto, devagar, me fazendo ficar desesperado para tentar o inevitável.
Assim que o punho tocou a mesa, Jéssica puxou o queixo de Marcos e começou a dar um beijo longo, demorado e super apaixonado. Enquanto isso, as mãos de Marcos percorreram as costas de Jéssica até que ele desceu pelas coxas e notou que ela estava sem calcinha por baixo do vestido. Nem precisou dizer nada, os dois evoluíram o beijo pra um amasso e logo Jéssica estava tendo seu vestido sendo retirado por Marcos.
Ao notar que não havia nada além do vestido em seu corpo, Marcos sorriu e falou que ela tava muito afim, pelo visto. Ela só respondeu que tinha ficado muito excitada por ser disputada por dois machos e que estaria disposta a fazer de tudo com o vencedor. Ela ainda mandou eu me sentar do outro lado e ficar caladinho. Foi a última interação dos dois comigo.
Marcos tirou seu pau pra fora da calça e Jéssica já foi agasalhando ele em sua buceta. Era uma rola grossa, grande. Mas ela estava possuída, com desejos, super excitada. Logo a resistência se foi e ela estava quicando no colo dele.
Os dois seguiam a foda beijando com carinho, mesmo ela quicando com uma energia desproporcional e mais forte. Ele posicionou as mãos grandes em suas pequenas nádegas e arreganhava seu cuzinho. Ora ou outra encostava o dedo por lá fazendo ela se entregar mais ainda.
De repente, ela mesma sai de cima e posiciona o pau dele no cuzinho. Seu pau estava duro feito barra de ferro e não encontrou dificuldades em invadir o rabo da minha namorada. Ela gemeu um pouco e vi o pau sumir lentamente. Em instantes ela estava quicando forte de novo.
Os beijos, as mãos, os toques e os olhares eram apaixonados, parecia de um casal que se conhecia há pouco tempo e gostaria de passar o resto da vida juntos. Ao mesmo tempo, a foda era de uma puta sendo possuída por um macho, ambos no cio, ambos querendo acabar com o outro.
Depois de gozar algumas vezes assim, Jéssica saiu de cima dele e se posicionou de quatro. Ele voltou a foder sua buceta e puxou seu corpo para ficar bem colado ao seu. Os dois se beijavam com ele metendo bem devagar por trás, em sua buceta. Os dedos dele também dedilhavam ela com muita eficiência, ela logo gozou.
Jéssica ainda deu posicionada no frango assado e entre beijos e caras de puta avisava a ele que metia muito melhor que o namorado e que assim ela ia querer mais. Ele só metia dizendo que era gostoso estar com uma mulher tão linda, sedutora e safada.
Finalmente, com ela enlaçada no quadril dele, de frente pra ele, toda aberta, Marcos chegou ao seu orgasmo. Metendo fundo, sem camisinha, gemeu alto e encheu ela de porra. Sem tirar o pau, os dois ficaram beijando por mais um longo período até que o pau amoleceu e saiu seguido de uma farta quantidade de porra.
Jéssica saiu do colo e puxou Marcos pela mão até o banheiro, ficaram se beijando e ela continuou provocando. Não demorou pra ele endurecer, sem parar, ela fez o que mais gostava. Mamou seu pai sem parar até beber sua porra direto da fonte. Limpou seu pau, banharam mais um pouco e ele então precisou ir embora.
Minha namorada falou que depois o chamaria para mais. Falou que ele tinha um beijo bom e que gostou de ver ele gozar com ela erguida.
Só quando ele foi embora que ela se lembrou de mim. Me pegou pela mão, fomos ao quarto e ela me deitou, depois veio por cima e fez eu chupar sua buceta e cuzinho. A porra de Marcos ainda estava por lá e ela fez questão de mandar beber tudo e limpar. Enquanto isso, dizia:
- Eu avisei. A partir de hoje, não me come, não vou tirar sua porra para saborear direto no boquete, só na punheta e vai ter que beber mais leite da minha buceta. Agora de Tonhão e de Marcos. Você é um imprestável!
Desde esse dia, Jéssica pareceu se afastar um pouco sentimentalmente. Mas ainda trazia as porras de seus fornecedores para temperar nossos alimentos. Outra coisa que ela se esbaldava era em me comer e me deixar preso na gaiola. Eu passei a ser comido muito mais vezes que ter minha porra tirada do pau por ela.
Eu e ela passamos a receber Tonhão para ele comer nós dois e a cada dia ela me emasculava mais e mais, como se tornasse sua amiguinha ao invés de namorado.
Isso fez muitas coisas mudarem em nossas vidas, mas enquanto isso, fui muito arrombado por aquela magrela safada e gostosa.
Depois conto outras histórias com Jéssica.
Que puta safada!