Não foi da noite pro dia, claro. Isso foi se ampliando devagarinho até o ponto que passou a ser corriqueiro. Eu fazia de tudo para não ser repreendido. Até porque, uma chamada de atenção no dia significava que seguiria as próximas 24 horas com o pau preso no cinto de castidade.
O segundo passo disso foi quando ela passou a repreender publicamente, especialmente diante de amigas e amigos dela. Alguns momentos eu passava ileso por isso, quando amigos ou familiares nossos estavam no ambiente. Mas era sair e ela passava uma lista mental de tudo que tinha feito errado.
Com o tempo eu simplesmente fazia tudo para não ser repreendido por não passar vergonha. Ficar ou não de pau preso passou a ficar em segundo plano.
Lúcia ainda abria diálogo perguntando se estava tudo bem, se tinha algo que poderia dizer para corrigir a rota da relação e eu aproveitava os momentos pra pedir pra pegar leve. No fundo eu adorava aquela situação toda, mas sempre temia os próximos passos dela.
Após dois meses assim, poucas foram as vezes em que fiquei de pau solto. E quando acontecia isso eu era obrigado a bater uma, gozar logo, com ela controlando tudo e depois voltar pra gasolina. Também ocorreram alguns dias que ela simplesmente me deixava livre, momentos que gostava, mas não sentir ela me sufocar me deixava sem graça, eu gostava de seu controle.
Tanto que uma vez reclamei por conta disso e ela adorou. Disse que sabia que eu seria sua mocinha e que me submeteria a tudo que sua machinha desejaria. Nessa época concordei com isso tamanho tesão que aquela situação toda me colocava.
Eu vivia em função dela. Sempre tentando fazer meu melhor, mesmo que depois ela brigasse exigindo mais atenção, mais tempo e me deixando mais preso na gaiola.
Mas o sexo se esgotou e ela passou a se masturbar na minha frente com muita frequência. Usar minha boca para lhe chupar também era uma opção e eu sempre ficava preso. Eu adorava isso.
Chegou um ponto que era duas vezes ao dia, seja assistindo ela se masturbar ou sendo obrigado a chupar ela. Seja ela limpinha, ou chegando da rua.
Lúcia então comprou um brinquedo. Uma rola de 18 cm, bem maior que o que tenho. E com ela passou a se masturbar e meter gostoso. Mandava eu meter, segurar pra ela cavalgar sobre meu quadril com meu pau preso e gozava horrores.
Eu não chegava a gozar, mas ficava com o pau muito melado. Então foi quando Lúcia chegou ao próximo passo.
Após meter bastante e fazer te chupar por horas, Lúcia disse que teria uma surpresa pra mim, pois era injusto eu não gozar. Depois de estar suada de tanto gozar ela buscou algo numa sacolinha.
- Amor, vou vestir isso e se não quiser, eu tiro.
- Tá bom - respondi sem entender direito.
Ela então ficou de costas e antes mesmo de se virar notei que era uma cinta com strapon, mas não tinha noção do tamanho. Ao virar, ver ela daquela forma, sedutora, suada, extremamente satisfeita e agora com um "pau", me deixou com a garganta seca.
- Que tal?
- Tá linda!
- Obrigada amor, eu tô com um desejo danado de fazer você virar minha mulherzinha de vez. Você topa?
O jeito meio tímido com aquele sorrisinho de covinhas foi apenas a deixa. Queria muito provar.
- Sim, eu topo.
Lúcia então veio pra perto de mim e mandou te chupar o pau. Fiz isso imediatamente e com gosto, algo que fez ela duvidar se já não teria mamado algum macho.
Rapidamente ela mandou me virar de quatro e assim que empinei pra ela senti seus dedos entrarem em mim com ajuda de lubrificante. Desajeitada e sem muita experiência ela só queria entrar em mim e eu queria muito que ela aprendesse a me fazer gemer assim.
Ela depois veio com seu pau e foi metendo, entrou com um pouco de dificuldade. Mas a medida que ela se mexia, Lúcia pirava de tesão. Em instantes ela me arrombava sem dó, com meu pau preso.
- Mete gostoso!
- Me chama de seu macho, putinha!
- Me arromba macho gostoso!
- Isso!
Como um relâmpago, Lúcia gozou após alguns longos minutos martelando. Ainda meteu mais um pouco, mas depois saiu, tirou seu pau e mandou lhe chupar. Sua buceta fervia de tesão.
- Acho que encontramos um jeito de fazer sexo, amor! Obrigada por isso, é tão gostoso fuder um machinho patinho feito você. Amei!
Depois de tudo, tomou um banho e depois mandou fazer o mesmo. Tirou a gaiola de meu pau e disse que a cada enrabada, ela deixaria eu livre por um dia inteiro em sinal de agradecimento.
Tudo na nossa rotina era igual. Mas o sexo agora era totalmente diferente. Ela era meu macho gostoso e eu a sua fêmea.


Inversão com mulher fudedora tarada é uma delícia
Hum, que delícia. Eu ia querer te provar, deve dar gostoso!
perfeito, parabéns ao casal
amo inversão
Delicia de conto