Foi quando Mari então passou a conversar com ele. Primeiro um assunto sem nenhuma revelação do tamanho de seu interesse. Apenas dava um pulo na loja de Bruno, que ficava ao lado da loja que ela trabalhava e trocava rápidas conversas. Ao buscá-la do trabalho dava pra ver que algo estava sendo gerado nesses poucos instantes. Até que um dia, o inevitável aconteceu.
Mari me liga cerca de uma hora antes de sair e diz:
- Amor, é hoje! Não precisa me buscar porque na verdade nem sei que horas voltarei pra casa.
Eu sabia que era porque ela iria dar pra Bruno, mas precisava ouvir. Todo corno precisa desse momento:
- Vai sair com o Bruno?
- Aham. - falou com um ar de safadeza, curta, mas muito excitada.
- Tudo bem, qualquer coisa me avisa, aproveite bastante meu amor.
- Ah, pode ter certeza que vou mesmo - o ar de puta a consumiu completamente.
Então fiquei em casa, de olho no celular para que, caso algo saísse fora do controle, estar disponível. Mas faziam semanas que os dois tinham ficado próximos e o olhar dos dois não negava, queriam se conhecer em meio ao prazer. Por volta das 21 horas, pouco mais de três horas após sair do trabalho, Mari me liga, atendo no primeiro toque:
- Amor, estou ligando apenas para dizer que está tudo bem e não ficar preocupado. Foi ma-ra-vi-lho-so. Ainda estou aqui no motel e vamos ficar mais um pouco. Vou chegar bem tarde, se quiser, nem precisa esperar por mim. - Mari falou com uma naturalidade impressionante, me fez ficar com ciúmes, inveja e tesão. Mas como todo corno, nada mais podia fazer além de:
- Tudo bem, amor! Eu vou esperar, mas não se preocupa comigo, quero que se divirta bastante.
Do outro lado ouvi ela respirar mais forte e dizer:
- Tá, beijinho, até mais!
Para me provocar, Mari deixou alguns segundinhos de ligação em aberto, momento que pude ouvir Bruno perguntar a ela sobre o que tinha acontecido e ela responder: "Meu namorado me ligou e acabei vendo, mas falei que tava tudo bem e chegaria mais tarde". E desligou demonstrando ter total controle sobre o corno para o amante e também destreza com seu macho.
Por volta de uma hora da manhã, ouço um carro se aproximando de casa e, em instantes, o portão sendo aberto com Mari dando um tchauzinho. Ao entrar em casa e me ver assistindo televisão com a luz ligada, percebi que ela tinha disfarçado para o amante pensar que eu jamais imaginaria que ela tivesse ficado mais de seis horas em sua companhia. Ela me olhou e sorriu, não de forma maligna, mas como alguém que está muito feliz por ter tomado aquela decisão.
- Amor, foi melhor do que eu imaginava. Ele acabou comigo, perdi a conta de quantas vezes eu gozei e quantas vezes tomei leitinho.
Mesmo muito bem banhada, deu pra sentir um leve aroma de sexo encrustado em sua pele, próximo do rosto. Ela se aproximou e me deu um beijo, não um qualquer. Ela estava excitada por ter visto seu corninho ali tão bem e agradavelmente aguardando seu retorno. O beijo se alongou, deu pra imaginar quantas vezes não deve ter chupado Bruno, havia um gostinho ali, de puta que mamou o negão por horas.
- Você gostou?
- Aham - no mesmo tom de mais cedo.
- Como se sentiu?
- Numa putinha, ele tem uma mão tão grandona, um pau tão delicioso!
- É?
- Precisa conhecer ele, quero muito dar pra ele na sua frente, vou gozar horrores.
Com tanta provocação, não teve outra. Peguei ela por cima de meu colo e já fui tirando sua roupa, estava faminto por aquela putinha que tinha me colocado chifres. Ela sorria, provocava, dizia que finalmente seria muito bem fodida pelo seu corno. A coloquei de pé, inclinada sobre o sofá e já fui colocando meu pau pra dentro, mesmo um pouco larguinha, senti sua buceta fervendo. Puxei seus cabelos com jeito, apertei seus pequenos seios e fui socando, de uma forma já rápida, sem dó. Ela mordia os lábios, mandava meter mais, lhe dar tapas na bunda e assim eu fazia.
Mari então deu um sorrisão como se estivesse realizando um sonho e dizia que queria muito dar pro seu macho, que de repente seria interessante eu competir com ele para levar dois paus ao mesmo tempo. Entre um orgasmo e outro dizia que eu não ia dar conta, momentos em que lhe dava tapas mais doloridos na bunda, ao ponto de marcar.
Já nas últimas ela pediu para me sentar no sofá, não queria lhe atender, mas ela fez uma manha que foi impossível não atender. Sai e sentei, ela então começou a cavalgar sobre mim respirando fundo, gemendo e dizendo que seu macho não lhe deixou ficar sobre ele, que ela ficou o tempo todo tendo que aguentar as metidas dele em posições em que ele tinha total controle. De quatro, no frango assado, ele por cima, de pé. E que quando foi cavalgar, ele pareceu uma máquina por baixo se mexendo e metendo, sem lhe deixar conduzir, algo que deixou ela louca de tesão. Tentei replicar o mesmo e ela me deu um tapa.
- Amor, não! Isso só o macho faz. Com você quero assim, quero gozar bem forte. Então fica parado que vou cavalgar do meu jeito. E ai se gozar antes!
Me desarmei e então ela cavalgou, não demorou muito. Em minutos gemia, revirava os olhos e ficava com o corpo totalmente arrepiado. Então gritou muito alto, como nunca tinha ouvido antes. Sua buceta pareceu ter vida e sugava meu pau desesperadamente. Era um convite a dar leves metidinhas também. Só que ao fazer, ela apenas finalizou seu gozo, recuperou-se rapidamente e então saiu de cima de mim.
- Eu falei que não era para se mexer. Agora se vira!
Se afastou um pouco, ainda toda nua e completou:
- Quero ver gozar na punhetinha, vai!
Sem graça, mas ainda no gás, resolvi atender à ordem e continuei de leve. Ela então ficou se tocando em pé, lambendo os lábios, fazendo caras e bocas sabendo que isso iria me fazer jorrar logo. O que não demorou, esporrei tentando segurar na mão, mas parte acabou caindo no chão. Ela só ria da minha cara.
- Isso meu corninho, agora vai lavar a mão e limpar o chão enquanto vou tomar mais um banho.
Mari logo saiu de cena e quando cheguei ao banheiro para tomar banho com ela, já se enxugava. Tomei meu banho e fui deitar na cama com ela já dormindo, mas ao perceber que cheguei na cama, se encostou em mim pedindo conchinha. Eu só consegui pensar em como era sortudo por ter uma namorada baixinha, magrinha e agora tão putinha.
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História fictícia.