Namorar chifradeira é tão bom

Se existe uma coisa boa nesse mundo, é quando um corno encontra com uma mulher chifradeira. O encontro por si só já é um pré-contrato. Mas engana-se quem acha que é fácil encontrar uma chifradeira.

Até porque não existe um padrão entre elas. Existem mulheres assanhadas que são extremamente fiéis mesmo estando sempre no centro das atenções e outras recatadas que trepam mais que atriz porno em início de carreira mundial.

Também tem aquelas que gostam de fazer tudo escondidinho e quando é descoberto ela perde o tesão e outras que logo curtem a ideia de trepar na nossa frente. Sem dizer nas que se surpreendem descobrindo-se assim.

Para o corno, a tarefa não é simples e exige muita paciência. E ainda assim o corno tem que entender que ele é o personagem que menos importa na questão sexo. Ele é super importante em várias atividades rotineiras de um namoro ou casamento, mas no sexo ele pode é deve até abrir o jogo sobre suas taras, mas no final, quem vai decidir se realiza ou não é a mulher que exerce domínio sobre a relação.

Gosto de dizer que se parece com dança. Um conduz e o outro corresponde. Nesse caso, a condução é dela. E essa transformação do corno é difícil também. Abdicar da ideia que jamais terá superioridade em discussões de seu interesse e que passará para o papel de ser aproveitado por outros não surge do dia pra noite.

Todos têm potencial de se tornar em cornos e em chifradeira. Mas leva tempo.

Eu já namorei três que se tornaram e uma que já era. Essa última foi uma loucura deliciosa porque havia maturidade para tratar do relacionamento aberto logo nos primeiros dias.

Eu a conheci no serviço e o primeiro indício de que era chifradeira surgiu quando ela teve um caso de um mês com um dos outros colegas e assim que terminou já estava com outro. O segundo indício é que sempre fazia questão de estar no grupo masculino, mas não como uma amiga comum, mas pra provocar e fazer os assuntos girarem em torno de sexo. Suas conversas também abordavam colocar "homens que não comparecem pra comer capim".

Mas quando sozinha, percebia que aquilo tudo era personagem. Era mais meiga, carinhosa, a voz era mais dócil. Em público, uma fera desalmada.

Depois de mais um relacionamento de dois meses se findar e ela voltar pra pista, diferente da vez anterior, ela estava de olho no pessoal mais elevado. E eu aproveitei a oportunidade pra convidar pra sair e agilizar minha vez.

Logo no primeiro encontro o lado chifradeira dela cantou. Apareceu com um vestidinho bem curtinho, daqueles que a mulher vive puxando pra baixo, salto alto e toda bem cuidada. Fomos a um lugar caro e ela adorou tudo.

De lá fomos pro motel e ela me chupou, deu de quatro, de lado, no frango assado, papai e mamãe e quicava feito louca. Sentia como se a gente tivesse misturado nossa essência. Foi apaixonante, com pouca selvageria.

No outro dia ela se grudou em mim como uma namoradinha dedicada. Dizia o tempo todo que ninguém tinha tratado ela assim. Claro, enxergavam apenas seu pacotão entre as pernas ou sua grande raba. Fora que o comportamento dela era interpretado por qualquer homem como de puta. Ninguém quer namorar puta, corninhos sim.

Havia muita paixão e envolvimento. Mas durou pouco. Logo percebi que faltava-lhe algo. Notei também que em questão de dias ela tinha voltado a conversar com todo mundo do seu jeito mais safado. Mudava o tom quando eu surgia e a rapaziada me olhava com aquela cara de "você será um corno mais cedo ou mais tarde". Tive amigos preocupados com isso.

Foi quando abordei sobre a relação aberta. Que notava que ela sentia a necessidade de certas liberdades. De cara, como qualquer outra mulher, reagiu imaginando que eu queria tirar proveito, de repente eu ficar com outras também. É isso fez ela zangar. Mas quando falei claramente "o relacionamento aberto será só pra você, gosto de namoradas que se sintam realizadas, mesmo que não sendo comigo na cama", ela achou que eu era um super gay e depois que eu era um doido.

Mas era tudo jogo, já tinha jogado ele antes. Especialmente porque ela perguntava essas coisas com aquele sorriso safado, de quem não estava mais se sentindo ofendida. Foi o timing perfeito pra dizer que eu já tinha sido corno e adoraria ser corno dela também.

Já na primeira noite saímos. Fomos pra um shopping, fiz questão de cuidar da parte que todo namorado dedicado deve cuidar. Roupas, maquiagem, deixa-la mais irresistível e confiante. Causar impacto.

Seu segundo ato foi passar pra casa. Cuidar das coisas e ser mimada. Logo contratei uma empregada para fazer as tarefas domésticas. Passou a ir pra academia.

Mas ainda não encontrava outros. Ela passou a usar roupas mais eróticas do que provocativas. Que envolviam uma mensagem de que ela tinha valor e não era só uma puta. Isso a fez perceber que merecia mais que ficar de papo com os caras no serviço esperando virar lanche de geral.

Frequentava lugares caros, era bancada, mesmo trabalhando. O nível dos caras que a notaram também evoluiu e ela passou a fazer dominação psicológica falando que a qualquer momento cumpriria seu papel de chifradeira.

E é esse o ponto central. A chifradeira da qual digo é a que também domina seu corno. Exige respeito, coloca ele de quatro para seus interesses, mas também são com ele sem levantar suspeitas.

O último passo foi quando notei que ficava pra cima e pra baixo com o celular, cara de quem tá aprontando e um olhar de quem estava muito interessada no que via na tela. De noite, depois de apenas provocar bastante, mas sem liberar o sexo, o que me fazia ficar mais louco por ela, me chamou para o sexo.

No meio da transa falou que iria meter com seu amante dali a dois dias. Que era para aproveitar e acabar com ela antes disso, porque tinha encontrado um cara grande. Isso me fez tentar ser mais rude com ela. Mas ela não demonstrava empolgação.

Tanto que pegou seu celular, abriu a conversa que vinha tendo com um tal de Fernandes e mostrou que tinham trocado nudes. Ela assanhada e ele mandando a foto de um pau enorme escapando da cueca.

Fiquei um pouco nervoso, fiquei mais bruto e ela começou a delirar com isso. Pedia tapa na bunda e gozou rapidinho. Quando ela ia pedindo uma segunda vez seguida pra ela e passou a rebolar vagarosamente falando que iria ser devorada por um macho, não aguentei e gozei.

Frustrada, ela me deu um tapa no rosto falando que não era pra ter feito aquilo. Vendo minha imobilidade e frouxidão, ela se levantou e veio esfregar a buceta gozada por mim na minha cara. "Agora me faz gozar com a boca, seu corno".

Adorei namorar ela, foi um ano e meio de muito sexo. Mais dela que meu. Me sentia realizado por prover uma mulher confiante e satisfeita. Várias foram as vezes que conhecidos e amigos de nós dois diziam que eu era um sortudo. Nem imaginavam o que de fato rolou. Terminamos por perdermos a mão e a química de relacionamento.


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Comentários


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maribaixinha Comentou em 03/01/2026

Safadinho como sempre!

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edumanso Comentou em 19/12/2025

Tudo verdade. Não é fácil ter uma chifradeira, foram anos e anos de adaptação e agora estou na fase de corno manso perfeito !

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kasalguaru Comentou em 18/12/2025

É bem por aí mesmo

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kasalguaru Comentou em 18/12/2025

Top

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moreira69 Comentou em 18/12/2025

Concordo plenamente com tudo, que conto maravilhoso, essa é para casar

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pietra18 Comentou em 18/12/2025

Delícia de conto, prazeiroso,votado.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Namorar chifradeira é tão bom

Codigo do conto:
249534

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
18/12/2025

Quant.de Votos:
8

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