Na época eu jogava muito videogame e PC, jogo de corrida e de futebol, às vezes de tiro. Por isso eu ia a Lan house pra jogar vez ou outra. Nesse meio tempo, Jéssica ia comigo às vezes para fazer pesquisas e arrumar outros fornecedores de porra, algo que não se concretizou.
Por ela ser magrelinha, estilo hippie e físico slim super chapado, não atraía muita atenção, ainda mais que sempre chegavamos juntos e tinhamos o combinado de ela não me fazer um corno famoso por lá. Então a galera meio que também respeitava e não ficava dando em cima e nem ela tentava pegar ninguém, só tentava via internet, sem muito sucesso. A verdade é que ela provavelmente não buscava outros, mas sempre falava que tentava para me provocar. Jéssica sabia que eu ficava empolgado com isso e curtia também.
O cenário mudou um pouco quando um cara surgiu pra jogar partidas de tiro. Ele era meio famosinho por integrado equipe campeã de jogo assim e essas coisas. E mandava muito bem nos jogos em geral.
Acontece que com o tempo eu passava a jogar contra ele nas partidas de tiro, mas por não ter a mesma habilidade, acabava atrapalhando o time e isso tirava ele do sério. Foi o suficiente pra Jéssica passar a admira-lo, trocar conversinhas com ele e eu meio que fingia não ver nada. Em troca eu ficava mais desfocado no jogo e o deixava mais puto mesmo sem fazendo esforço pra evitar isso.
Seu nome era Marcos e quando Jéssica chegava sozinha antes de mim, ele meio que trocava uma ideia e se afastava quando eu chegava. Ela passou a me dizer que era o primeiro a dar em cima, mas super discreto. E, segundo ela, Marcos respeitava ela bastante, deixava claro seu carinho e chegou a dizer do ódio que sentia quando jogávamos, especialmente quando eu caía no time dele.
Jéssica chegou a se masturbar totalmente nua na cama falando em como deveria ser gostoso dar pra ele na minha frente. Dizia que ele com certeza ia descontar a raiva que sentia de mim metendo nela. Ela se acabava falando putarias e fazendo um show até gozar bastante. Depois mandava eu chupar sua buceta falando que seria gostoso se retornasse recheada de porra de Marcos.
Isso só ficava na fantasia mesmo. A regra de não me fazer corno famoso na loja foi seguido a risca e ela até ficou um pouco mais distante de Marcos quando o pessoal meio que sacou ele passando do limite. Mas ele também não tinha desistido, trocou o número com ela e, numa discrição maior, passou a mandar mensagens cada vez mais explícitas pra ela e até ligar.
Mesmo dando para Tonhão às vezes e pra mais raramente, o fogo de Jéssica estava alto. Ela se masturbava quase diariamente pensando e falando do Marcos. Chegou a não deixar eu interagir, só ouvir ela gemendo e gozando e limpar sua buceta. Para não me permitir me masturbar enquanto ela fazia isso tudo, me engaiolava e tirava sarro de mim, depois soltava, mas para extrair meu esperma e beber. Nunca deixou de beber e degustar e passou a se questionar qual seria o sabor de Marcos.
Um dia, jogando com ele, Marcos se irritou demais com uns vacilos e se recusou a jogar comigo. Isso fez com que outros jogadores me pressionassem a não jogar mais. Jéssica adorava esse tipo de coisa, principalmente quando eu não demonstrava nenhuma reação ou atitude de homem. Mas eu sabia o que ela iria gostar mais.
Nesse mesmo dia, eu e Jéssica íamos saindo e, do lado de fora, ao ver Marcos sozinho falei que era preciso encerrar aquilo de uma forma mais justa. Ele achou que fosse briga ou algo assim, mas eu logo deixei claro que iríamos fazer uma melhor de 5 no jogo de tiro. Se eu vencesse ele, eu voltaria a jogar, ele nunca mais reclamaria e ainda pediria desculpas aos outros caras dizendo pra deixar eu na minha.
Jéssica arregalou os olhos com minha iniciativa enquanto Marcos riu e falou que aquilo não era justo pra mim e incluiu jogo de futebol e uma queda de braço, colocou mais testosterona na disputa, percebendo que Jéssica estava acompanhando tudo.
Só que ele depois perguntou o que ganharia se me vencesse, uma vez que eu já não iria mais jogar mesmo. Fiquei mudo, pois não tinha pensado muito a respeito. Então ele mesmo sugeriu o que se passava pela minha cabeça desde o início.
- Se eu vencer eu quero um beijo da sua namorada... Na sua frente.
Jéssica tentou demonstrar insatisfação com aquilo, mas ficou claro que ela gostou. Eu então estendi a mão em sinal de aceitar e antes dele pegar, Jéssica interveio.
- Se meu namorado perder, esse beijo vai ser num lugar reservado e sem ninguém saber disso. Não quero ficar falada.
- Mas pra não ser falada, basta seu namorado vencer. Ou não confia na habilidade dele?
Marcos então apertou minha mão, percebeu o óbvio, que Jéssica tava muito afim de ver eu perdendo e depois me olhou no olho com uma confiança assustadora. E então concluímos:
- Você tem videogame na sua casa? (Acenei que sim). Então amanhã jogaremos um contra o outro aqui na Lan house e depois jogamos futebol. Se for necessário irmos para a queda de braço, faremos lá. É bom ela estar junta, senão cancelo tudo.
Concordei e assim que soltamos a mão, Marcos deu um beijinho no ar pra Jéssica e fomos embora. No carro, Jéssica se masturbou me xingando e falando que seria a primeira e última vez e que não reagiu porque seria gostoso ver eu perder pra usar de desculpa pra quicar nele. Depois puxou minha orelha falando sobre as regras e a segurança.
No dia seguinte, Jéssica disse que não era pra eu aliviar. Que se eu vencesse me daria até o cuzinho e dava um tempo com Tonhão. Ela queria ver eu dando meu máximo pra não rolar nada com Marcos, mesmo ela avisando que pensava muito e estava dividida. Ainda falou que se ele vencesse fácil sem ter a queda de braço, que ela iria dar beijo, buceta e cu pra ele e ainda me humilharia e tornaria ele em seu fornecedor de porra junto com Tonhão. Eu nunca mais nem a chuparia.
Claro que já iria dar meu máximo, mas depois disso seria uma questão de dignidade.
Na hora combinada, Marcos chegou e então fomos pro jogo sem muita conversa. Seriam 5 mapas, dois que cada um escolheria e se fosse pro último mapa, seria um aleatório. Em cada mapa faríamos uma melhor de 5. Venceu três mapas, ganha o primeiro desafio.
Mapa 1, ele escolheu e venceu por 3 a 0. Jéssica demonstrou irritação a meu respeito. Tinha sido rápido. No mapa 2, escolhido por mim, rodadas difíceis mas 3 a 2 pra mim.
No mapa 3, tiramos ímpar par pra ver de quem seria e venci. No jogo outro 3 a 2 pra mim, Jéssica ficou satisfeita com minha entrega.
No mapa 4, outro 3 a 0 pra ele sem eu respirar direito. No mapa 5, saiu um aleatório que nunca tinha jogado antes. Venci a primeira rodada, a segunda e vi a vitória no jogo dele, mas vacilei na terceira e fui pato nas outras duas. De virada, Marcos vencia no tiro, sorriu de alívio, mas demonstrou parecer ter deixado eu vencer as primeiras pra me humilhar depois.
Fomos para minha casa, eu com Jéssica no nosso carro e ele nos seguindo de moto. Jéssica me parabenizou por ter se esforçado mas me achou ridículo na última rodada.
- É bom vencer ao menos no videogame em seu futebolzinho. Se perder, já sabe. Ficará sem acesso - e abriu as pernas pra mostrar estar sem calcinha por baixo do vestidinho até os joelhos.
Mais uma vez, diretos ao jogo. Dois tempos de 10 minutos, times até 4 estrelas sem alteração de táticas. Terminando em empate, temos pênalti.
Eu precisava muito vencer aquele jogo. Dava pra sentir que se perdesse, Jéssica ia terminar de passar o carro por cima de mim e me tornaria um nada pra ela. Já era meio que um passivo submisso pra ela e Tonhão, mas agora o que estava em jogo é que passaria a um nível inferior, algo que poderia atrapalhar nossa relação.
Escolhemos os times, respiramos fundo e começamos o jogo. Eu tinha que vencer. Custe o que custar.
Continua....
Já estou até ansioso pra saber como ela vai dar pro Marcos