Enrabado por dois desconhecidos no hotel

No meio do ano passado eu tive que ir para a capital para participar de várias palestras em um centro de convenções. Cheguei numa quinta a noite e teria a sexta e a manhã de sábado comprometida nesse evento.

Na quinta, cheguei e logo fui pro quarto, a viagem foi longa e logo dormi. Na sexta acordei cedo, tomei café e fui. Só retornei às 18h, fui a um restaurante próximo, jantei uma comida leve e voltei pro quarto, tomei um banho e me deitei.

Senti tesão e quis conversar com alguém, mas em hotel pega mal fazer isso, ainda mais que o saguão vivia vazio. Resolvi ir pro bate papo depois de milênios e entrei numa sala da cidade que eu estava. Pelos nicks, nada atraente. Pensei em sair e ver logo um vídeo me resolver só quando alguém puxa assunto já querendo saber se eu curtia mamar e onde estava.

Geralmente eu ignoraria, mas ele chegou na hora que meu tesão estava elevado. Falei que curtia sim e falei que era viajante, ele disse que também era e comentou que no dia seguinte iria embora. Quando falei o nome do hotel que eu estava, ele demorou a responder, mas quando voltou a falar algo,. perguntou em que andar eu estava, ele era do mesmo prédio que eu,. imaginei.

Perguntou se podia abrir cam e eu abri bloqueando a cam com um dedo. Do outro lado um cara de uns 50-55 anos, barriguinha de chope pequena, peludo e com o pau na mão, algo que devia medir no mínimo 15cm, grossinho. Cheguei a salivar. Pediu pra ver minha bunda, então atendi ao pedido. Empinei e me movimentei, notei que sua punheta acelerou e ficou maior.

Ele então confirmou que era do mesmo hotel e pergunta se não queria beber leite. Depois se não queria tomar no cu. Ia falando de um jeito mais incisivo e que era seguro, tinha camisinha e tal até que resolvi topar, eu queria mesmo.

Estava três andares acima. Me passou o número e recomendou dar três batidas leves na porta. Sai e fui, o coração na boca. E se ele estava me zuando? E pior, nem tinha visto o rosto, só barriga pau e coxas. Se bem que de mim ele só vou bunda.

Cheguei em sua porta e fiz o que pediu. Rapidamente porta se destrancou, me observou rápido e pediu pra entrar. Seu quarto estava na penumbra, a camiseta era a mesma do vídeo e estava de toalha enrolado. Entrei.

Ele fechou a porta e perguntou se queria beber algo ou queria ir direto ao assunto, sua voz era de alguém muito afim de se satisfazer e eu também não queria jogar conversa fora. Nem respondi, fui ajoelhando com ele sentado na beira da cama e ele então só abriu, sorrindo, lá estava sua rola, maior do que no vídeo. Tinha um cheirinho de baba de porra antiga, sinal que se punhetava fazia hora. Me deu mais tesão ainda

Chupei mostrando entender do assunto, ele gemeu falando pra ir com calma. Ignorei imaginando que se ele me desse leite e nem me comesse mandando ir embora já valeria a pena. Segui mamando forte, com olhos fechados, mãos nas coxas e ele gemendo e pedindo calma. De repente ele puxa minha cabeça dizendo que quer gozar no meu cu, não na boca.

Finjo de desentendido e vou pra próximo do frigobar baixando a bermuda e cueca curvando-me e apoiando na pequena geladeira. Na hora ele se levanta abandonando a toalha e vem. Apalpa alisando minha bunda, dá uma palmada em casa nádega e então cai de boca no meu cu. Sou eu que passo a gemer e me arrepiar.

Olho e vejo ele se masturbando com uma mão e com a outra abrindo minha bunda e enfiando a cara. Às vezes usava as duas mãos pra abrir. Ele também mostrava que era bom no que fazia. Me deixou leve e com tesão triplicado.

Pedi pau, pra ele me comer logo. E agora ele se vingava me chupando e acabando com meu cuzinho usando só a língua e dedo. Salivou tanto que lubrificou muito bem. Então ele se levantou, sacou um preservativo e até pensei em pedir no pelo, mas preferi me conter.

Rapidamente senti a cabeça do seu pau mais inchado ainda, pedindo passagem. Ardeu um pouco, mas ele garantiu que iria me fazer querer dar muito com toda paciência e zelo. Ainda sacou um lubrificante pra deixar meu rabo livre pra ele.

Ainda empinando o cu e com as mãos no frigobar ele foi me comendo, metendo, dando alguns tapas firmes, alguns bem ardidos e dizia que queria deixar a marca de seus dedos, algo que demorei um pouco pra deixar ele tentar fazer. Sua metida massageava minha próstata e me deixava nas nuvens, os tapas cortavam um pouco do tesão, mas deixava, já que tinha se mostrado uma ótima parceria de foda.

Meteu até uma frequência intermediária. Claramente iria gozar se fosse socar como eu pedia. Dava reboladinhas desajeitadas e sentia a sua mão me bater a bunda como implorando pra parar.

Ele então saiu de trás de mim, deitou na cama e pediu para eu cavalgar de costas. Posição que adoro. Subi, ajustei o ângulo e me esbaldei. O coroa mostrou mais disposição assim e deixou que eu quicasse com força. Gemia e ele me chamava de viadinho, putinho.

Estava eu pra gozar sem me tocar quando ele pede frango assado. Sai na hora e me ajeitei na posição, perto da beirada. Ele entrou rápido e agora veio pra socar com força. Eu só segurei minhas pernas pra cima com sua ajuda e ele foi metendo, metendo até que tira o pau e a camisinha e esporra sobre meu saco e pau, no fim ainda faz uma guerrinha de espadas. Meu pau, que ficou meia bomba a maior parte, fica um pouquinho mais durinho. Ele pede pra segurar as pernas ainda no frango assado e me masturba com a mão suja de sua porra. Fala que só iria embora se também gozasse.

Acho que na terceira ou quarta batida, sem endurecer totalmente, meu pau esguichou fazendo uma pocinha na barriga. Ele viu satisfeito e então sai pra ir ao.banheiro, em instantes sai falando que se quisesse usar, que tava livre. Limpei rapidinho o que deu pra limpar e retornei ao quarto. Agora ele vestia bermuda e estava esperando me vestir.

Agradeceu pela metida e diz que provavelmente uns dedos dele ficaram marcados em minha bunda. Achamos graça disso e falei que o viadinho dele estava assinalado e era exclusivo dele. Chegou a coçar o pau. Disse que queria ter provado do leite ao passo que ele até reagiu dando a entender que me atenderia, mas falou que em outras épocas, teria feito isso.

Me vesti, notei que tinha feito tudo que podia ao coroa e então sai do quarto com ele fechando rapidamente. Indo em direção ao elevador, percebo que uma porta se abre e um homem aparentado ter por volta de 40 me olha da cabeça aos pés e dá uma piscadinha. Tento ignorar pois o rabo tinha acabado de ser fodido, mas passando perto ele fala que também tava afim e se não queria uma rapidinha.

Perguntei se ele tava maluco e ele respondeu dizendo que os quartos não tinham isolamento acústico e ele ouviu praticamente tudo. Duvidei e ele completou dizendo que até os tapas.

Estava com sede de leite e então fiz o impensado. Entrei em seu quarto com ele já tirando o pau pra fora. Era um pouco mais em forma e liso que o coroa, pau quase da mesma medida, mas mais fino.

Chupei seu pau sem pensar muito e ele então falou pra não fazer muito barulho. Disse que só sairia dali se me desse leite pra tomar. Ele então pede pra meter, pela ansiedade notei que seria mais rápido que o coroa.

Me ergui, tirei a bermuda e ele notou algumas pequenas marcas de tapa. Falou que eu era muito vagabundo e devia gostar de ser usado. Só empinei, me apoiando na cama e olhei pra trás falando pra ele ir logo. Era pra provocar mesmo.

Diferente do coroa, ele cuspiu no meu cu, passou o dedo, notou que eu ainda estava levemente arrombado, pegou a camisinha e então veio metendo rápido, de uma vez, me fazendo perder o fôlego. Ele então pega firme em meu quadril e mete muito mais forte, mordo a fronha pra evitar gemer, mas o barulho das estocadas é alto.

Ele fica assim por vários minutos, sem parar e sem hesitar. Me sinto arrombado, meu pau começa a demonstrar sinais de estar pronto pra gozar de novo, sinto o pau dele inchar, ele gruda em meu cabelo, me força pra trás e acelera ainda mais. Me sinto ferver por dentro até que ele me solta tirando o pau e a camisinha, ia gozar. Me posiciono, abro a boca e ele lava minha boca de leite. Muita porra.

Tomo o que dá, agora satisfeito e dou umas sugadinhas em sua cabecinha fazendo-o vibrar. Vou ao banheiro, me limpo satisfeito por meter com dois e saio com ele ainda nu. Apenas dá uma piscada falando que eu era fogo mesmo.

Saio pro elevador e agora acelero o passo, não queria fuder mais. De volta ao meu quarto, tomei um banho, bati uma pensando no coroa pelo zelo de não me deixar na mão e em como era um ótimo chupador de cu.

Finalmente fui dormir. No dia seguinte ainda topei com os dois na área de café da manhã, os três desconhecidos seguiram assim. Nem eu e nem eles nos falamos ou demos sinais. Eles não se conheciam.

Fui às palestras da manhã, retornei querendo muito ver o coroa mesmo sabendo que não estaria mais lá. O melhor era organizar tudo e ir embora, até porque o segundo macho era até gostoso, mas não tava afim de ser partido ao meio e também não sabia se estaria lá.

Retornei pra minha cidade voltando pra minha rotina habitual, aquela hipócrita, em que ninguém sonha que gosto de ser passivo.

Espero que tenham curtido


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Enrabado por dois desconhecidos no hotel

Codigo do conto:
255798

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/03/2026

Quant.de Votos:
6

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