Durante a relação, Dani passou a transar com seu amante numa frequência absurda. Coisa de passar na casa dele praticamente todos os dias só pra meter com ele. Ao ponto de me fazer levar ela até ele e depois buscar.
Eu ficava muito excitado com tudo, dava espaço aos dois, mas nunca vi os dois juntos beijando ou fazendo algo sexual. Ela preferia dar pra ele na casa dele pra gastar o meu dinheiro de outras formas. Levando presente pra ele, bebidas e outras coisas. Seu amante se chamava Júnior, era moreno, bem apessoado, deviam fazer um casal daqueles de capa de revista.
Depois ela contava o que tinha rolado. Dizia que ele era viciado em boquete e anal. Dani dizia que ele era incansável e muito grande e grosso. Quando a buscava ela sempre estava com uma cara de cansada, abusada e que não tinha tempo nem de descansar.
Ela o descrevia como trem desgovernado. Às vezes falava mal dele, como casal que discutia e por ele não trocar ideia sobre a relação, descontava em mim ou desabafava comigo. Dizia pra terminar, arrumar outro, mas ela ia pro colo dele. Cafajeste, né? Fazia ela de gato e sapato.
Como eu sempre falava de largar ele. Pensar em dar um gelo e coisas que a afastassem dele. Ela passou a contar as coisas pra ele e Junior então começou a sugerir coisas pra ela fazer comigo em vingança. Uma delas era evitar sexo ao máximo, me fazer ficar na mão, apenas chupar ela e coisas do tipo. As vezes ela fazia dizendo que eram sugestões dele e as vezes dizia que era ideia dela mesma.
Um dia ela disse que era pra eu deixar ela mais cedo na casa de Júnior e me preparar para buscar um pouco mais tarde. Dava pra sentir seu gesto de algo mais safado que o normal.
Comprou lingeries, maquiagem e perfume novo, me fez ir com ela comprar e perguntar o que será que ele acharia. E eu dava minha opinião positivamente, tentando desfazer a ideia que eu era contra da cabeça deles. Ela não ia largar ele e falava aquelas coisas pra me provocar, humilhar e me deixar enlouquecido.
A deixei na casa dele e esperei. Sempre ficava excitado nessas ocasiões, as vezes batia punheta pensando em como deviam estar, mas nesse dia não fiz isso porque algo iria acontecer comigo. Ela pediu pra me preparar. E eu não ia me acabar em punheta pra depois deixar ela na mão.
Fui mais tarde e a busquei. Cheirava a sexo. Tinha retornado mais desorganizada que o normal. Era proposital. Fomos pra casa e assim que chegamos ela mandou ficar sentado no sofá.
Mandou ficar com as mãos para trás. Não me prendeu nem nada. E então pegou sua bolsa e foi tirando uma camisinha usada, lotada de porra, duas camisinhas, três, quatro, cinco. Todas recheadas com um nó prendendo na ponta.
Ela disse que geralmente dá sem usar. Mas que tinha pensado em uma forma de fazer as pazes entre ele e eu. Fez usar todas para me mostrar o que seu macho fazia com ela.
Eu vi, pensei que terminaria aí. Ia me mexer e ela mandou parar. Falou pra ficar paradinho e então desatou uma camisinha. Tirou minha bermuda e cueca e me flagrou de pau duro. Jogou a porra dele sobre meu pau e me chupou.
Foi uma senhora chupada. Nunca tinha feito nada parecido antes. Dizia que a porra dele a hipnotizava e me sugou com força tirando a porra jogada em mim.
Fez isso com quatro das camisinhas. Todas com menos conteúdo. Eram grandes, impressionante. Nunca tinha visto. E ela se alimentou de todas, jogando sempre em meu pau antes. Eu estava pra gozar, mas ela parava tudo, fazia eu pensar em outra coisa e repetia.
Com a última, imaginando que ela repetiria o processo, ela fez diferente. Colocou a camisinha usada em meu pau. Senti a porra de Júnior não sendo jogada como antes, mas apertada ao meu pau. O preservativo folgava e ela ria disso.
Ela ajustou como dava sem deixar a porra vazar e então veio por cima falando que assim eu poderia te comer. Fazia um bom tempo que não sentia sua bucetinha. E quando ela se posicionou sobre mim assim, eu sentindo ela usada com a porra dele também. Foi um mix de sensações.
Eu estava há tempos pra gozar. Então quando ela veio e rebolou devagar, me olhando com tesão, me chamando de corninho e dizendo que já ia gozar. Eu gozei na hora. Urrando, senti um estalo entre os dois ou três jatos de porra enchendo mais ainda a camisinha.
Dani ria, mas ao sentir meu pau pulsar ela agarrou minhas costas e gozou forte. Sua buceta apertou meu pau com muita força. Ela arrepiou, fez careta, teve o maior orgasmo, em uma transa com penetração de dois ou três minutos. Me senti orgulhoso, mesmo sabendo que ela estava pensando em Júnior.
Ela então saiu, ainda com o coração na boca. Tirou a camisinha recolhendo as portas misturadas e jogou em sua boca bebendo tudo. Parecia uma puta faminta. Engoliu boa parte e depois veio me beijar, num beijo molhado e esporrado.
Depois de tudo, fomos tomar banho. Lhe dei um banho dando amassos, ficando excitado de novo, mas ela preferiu apenas provocar. O pau chegou a doer.
Ela fez juras de amor e disse que tinha sido a melhor foda nossa porque tinha a porra de seu macho no pau do seu amado. Prometeu repetir mais vezes aquilo. Só que Júnior não gostava de usar camisinha e então o máximo que acontecia era poder comer ela após as fodas deles, nunca parecido com a humilhação anterior.
Eu e Dani ainda namoramos por mais um tempo. Ela chegou a ficar só comigo, depois achar outros machos, mas no final ela acabou encontrando um cara mais rico, que podia lhe proporcionar uma vida de luxo e realeza. Obviamente que não temos mais contato, mas fiquei feliz por ela, merece muito. A putinha mais puta que conheci.