Primeiro ela garantiu que eu não gozasse por semanas instalando um cinto de castidade bem seguro. Enquanto isso me excitava com conversas picantes sobre nossas taras e fantasias, mas não permitia nenhum contato físico, apenas se intensificava em minha cabeça.
No dia programado, Mari me recebeu completamente nua em seu quarto e, em silêncio, se agachou, tirou o cinto de castidade me permitindo ficar ereto. Mas mais do que isto, se levantou, deitou na minha frente e se colocou numa posição de pernas abertas, totalmente exposta me fazendo ficar com um olhar de lobo faminto. Ela apenas me fez recordar de nosso trato "Goze gostoso, mas sem penetrar! Será sua responsabilidade garantir que nós gozemos juntos!".
Seu anúncio me fez me controlar. Eu cheguei perto e tudo aquilo me deixou louco de excitação e tesão. Ela, baixinha, cheirosa, de bucetinha lisinha, rodada, quente e úmida. A cada escorregada em sua buceta, a cabeça do meu pai chegava a encontrar o caminho, mas era forçado a evitar a entrada. Sua confiança em minha submissão me fazia combater meus desejos a cada vai e vem. Comecei a me esfregar nos lábios de sua bucetinha casa vez mais quente, úmido e convidativo freneticamente. A cada segundo ela gemia, esfregava suas mãos em seus seios e barriga me provocando e dizendo que logo gozaria. Como imaginei, não durei muito e gozei sobre a sua bucetinha com minha esperma escorrendo sobre ela toda.
Quando ela notou que meu saco esvaziou totalmente, com um leve sorriso de quem contava com meu rápido orgasmo, ela diz: "Oh não, senhor, eu ainda não gozei, você vai me fazer um oral até eu também gozar".
Pensei que ela estivesse zombando de mim, mas, na verdade, não estava! Mari me revelava seu real interesse e seu rosto dengoso, risonho e pervertido só escancarou o óbvio.
No começo hesitei um pouco. Veja bem, a buceta maravilhosa dela estava coberta com o meu esperma e era a primeira vez que ela promovia uma situação dessas para ver se eu realmente era tão submisso.
"Vamos lá, não vou gozar se não cair de boca"
E assim o fiz. Primeiro limpando um pouco fazendo uma careta que a fazia assistir tudo rindo e ordenando, controlando os movimentos de minha boca. Guiando para que me aprofundasse com a língua, depois lhe sugasse os lábios com jeitinho. Em um tempo muito maior com seu cheiro doce e gostoso misturado à minha porra ela gozou com muita força, agarrando meu cabelo e pressionando meu rosto contra sua buceta molhada.
Quando ela voltou a si, me olhou sorridente e disse: "Ah, meu bem, foi ótimo. Você fica muito bem com sua porra em seu rosto! Hahaha".
Senti-me envergonhado, humilhado e, ao mesmo tempo, ardendo em chamas de tesão, satisfeito em obedecer.
Ela rapidamente se levantou, tomou banho sozinha, voltou vestida. Pegou meu cinto de castidade, pensou se voltaria a me prender por um tempo e então o fez. "Acho que é mais útil preso que soltou, fez um ótimo trabalho ao não me penetrar mesmo sentindo seu desejo em me possuir. Devo admitir que cheguei a desejar isto, mas estaria lhe confundindo. É homem para ser meu submisso, não para ser meu macho. Um dia, quem sabe, lhe deixo entrar e me sentir, não será hoje".
Me prendeu, deu um beijinho em minha cabecinha presa, se ergueu, sorriu, mandou me vestir e me dispensou. Saí feliz e satisfeito por cumprir com meu papel.