Entre as pernas, minha buceta é uma obra de arte: sempre raspada, inchada e molhada, com lábios carnudos que brilham de tanto mel. Meu clitóris é gordo, sensível e palpitante, e o cheiro de tesão que exala é intoxicante. Meu cu é apertado, rosado e convida a ser esticado por paus grossos, e eu adoro sentir a dor misturada com prazer quando sou aberta pela primeira vez por um caralho enorme.
Aquela noite no interior de São Paulo foi o começo do fim para um casal de recém-casados. Eu os observei do balcão do restaurante, enquanto eles se olhavam com olhos de cachorrinho, trocando juramentos de amor eterno. Ela, loira, magra, com um vestido branco que mal cobria seus seios pequenos e mamilos cor-de-rosa, tremia de nervosismo. Ele, alto, de terno bem cortado, com um sorriso de orgulho por ter "resistido" até o casamento. A cena me deu um tesão doentio, uma vontade de destruir tudo aquilo.
Quem já leu meus contos, sabe que tenho um grupo de criminosos que me ajudam a executar minhas taras.
Dois dias depois do restaurante, com a ajuda dos meus quatro cães de guarda — Rafael, Beto, Dudu e Zé —, descobrimos a rota que eles fariam de volta para casa. Uma estrada desertas, sem iluminação, perfeita para o que eu tinha em mente.
Como de costumo eu já estava no van com meu grupo, totalmente nua usando apenas uma mascara.
Quando o carro deles parou no acostamento, nós os cercamos como hienas. Eu entrei primeiro, completamente nua, apenas com uma máscara preta de couro cobrindo meu rosto. Meus seios balançavam livremente, e eu sentia o ar frio da noite beijando meus mamilos duros. A arma na minha mão brilhava sob a luz da lua.
— Parabéns pelo casamento, seus otários — falei, com um sorriso que mais parecia uma facada.
A noiva, ainda com o vestido de noiva, agora amassado e sujo de lágrimas, começou a soluçar. O noivo, pálido como um fantasma, com as mãos tremendo, não conseguia tirar os olhos do meu corpo.
— O que vocês querem? — ele gaguejou.
— Eu quero ver o amor de vocês ser destruído — respondi, passando a mão entre as minhas pernas e mostrando os dedos brilhando de tanto mel.
Eles suplicaram que não, iriam pagar etc. Isso não era o que me interessava.
Nós os levamos para uma casa abandonada no meio do mato, um lugar que parecia saído de um pesadelo. As paredes estavam cobertas de mofo, o chão de madeira rangia a cada passo, e o cheiro de terra úmida e podridão dominava o ar. No centro da sala, um sofá velho, rasgado e cheio de manchas suspeitas era o único móvel. Uma lâmpada amarela, pendurada por um fio, tremia levemente, projetando sombras dançantes nas paredes.
Dentro da sala, o casal ainda vestia as roupas de casamento, agora sujas e amassadas. Eu me posicionei na frente deles, nua, com as pernas bem abertas, e comecei a me tocar devagar, mostrando cada detalhe do meu corpo.
— Olha só que casal lindo… — zombava eu, apertando meus seios com força, torcendo os mamilos até doer.
— Casados há menos de um dia e já vão aprender como o amor é uma merda.
Rafael, Beto, Dudu e Zé já estavam com as mãos em mim. Beto chupava um dos meus mamilos com tanta força que eu sentia a dor misturada com prazer, enquanto Dudu enfiava dois dedos grossos na minha buceta, fazendo um som molhado e alto. Zé passava a mão na minha bunda, apertando e dando tapas, e Rafael mordiscava meu pescoço.
— Por favor… não façam isso… — soluçava a noiva, o vestido branco tremendo, os olhos cheios de lágrimas.
O noivo tremia, com o suor escorrendo pela testa.
— Eu faço o que vocês quiserem… só não machuquem ela.
Eu ri alto, rebolando nos dedos de Dudu, sentindo o prazer crescer.
— Que fofo. Amor verdadeiro, né? — Puxei o cabelo do noivo com força, forçando-o a olhar para mim.
— Então escuta bem, maridinho: você vai me foder agora, bem gostoso e bem fundo, na frente da sua esposinha virgem. Se você não me fizer gozar como uma puta, os meninos aqui vão arrombar a bucetinha apertada dela. Entendeu?
A noiva chorava desesperada, com as mãos cobrindo o rosto.
— Não… amor, por favor… não faz isso…
Mas ele não tinha escolha. Eu me deitei no sofá velho e sujo, abri bem as pernas, mostrando minha buceta inchada e molhada, e comecei a me dedilhar devagar.
— Vem, maridinho. Mostra pra sua mulher como você come outra buceta no dia do casamento de vocês.
Ele, com lágrimas nos olhos, tirou a calça. Seu pau estava duro, grosso e latejando, apesar do desespero. Eu segurei ele com a mão, guiando para dentro de mim, e gemi alto quando senti ele me enchendo.
— Isso… mete mais fundo. Olha pra sua esposa enquanto me fode, seu corno.
Enquanto ele me comia com força, os meus homens não paravam de me tocar. Rafael mamava meus seios com fome, mordendo os mamilos, Zé enfiava o dedo no meu cu, esticando devagar, e Beto chupava meu pescoço, deixando marcas roxas. Dudu segurava minhas pernas, forçando-me a tomar cada centímetro do pau do noivo.
— Caralho, você tá espremendo o pau dele bem gostoso Chefe — riu Beto.
— Olha como ela tá molhada, tá amando roubar o marido da virgenzinha.
— Que buceta gulosa, hein, maridinho? — provocou Dudu.
— Sua esposa nunca vai apertar assim.
Eu olhava fixamente para a noiva enquanto gemia, puxando o cabelo do noivo para que ele olhasse para a esposa.
— Tá vendo, princesinha? Seu marido tá me comendo no dia do seu casamento. — Apertei o pau dele com a minha buceta, sentindo cada veia latejar dentro de mim.
— E olha como ele tá duro… parece que tá gostando dessa buceta melhor que a sua.
O noivo chorava, mas seu pau não mentia. Ele me fodia com mais força, como se quisesse punir a si mesmo. Eu gozei apertando ele forte, gemendo como uma cadela no cio, meu mel escorrendo pelo sofá velho.
Depois, eu empurrei ele para o lado e me aproximei da noiva. Segurei o rosto dela com força, lambendo meus lábios molhados de tesão.
— Agora é sua vez, virgenzinha. Abre as pernas pra mim.
Ela chorava, mas os meus homens seguraram suas coxas e levantaram o vestido de noiva. Eu arranquei a calcinha branca rendada com os dentes, e abaixei meu rosto entre suas pernas.
Sua bucetinha era rosada, pequena, virgem e já levemente molhada de nervoso. O cheiro de medinho e excitação era intoxicante. Comecei a chupar devagar, passando a língua quente no clitóris inchado.
— Humm… que bucetinha doce… — gemi contra ela.
— Tá molhando na boca de outra mulher no dia do seu casamento.
A noiva soluçava, mas seu corpo traía. Eu chupei com mais fome, enfiando a língua dentro dela, sugando o clitóris com força. Ela começou a gemer contra a vontade, o corpo tremendo.
— Não… por favor… ahh… — choramingava ela.
— Olha isso, chefe — riu Rafael.
— A virgenzinha tá rebolando na sua língua.
Eu me afastei, com a boca brilhando com os sucos dela, e ordenei ao noivo:
— Agora fode ela. Quero ver você tirando a virgindade da sua esposa na minha frente.
Segurei o pau dele e guiei para dentro da bucetinha apertada. A noiva gritou quando ele a penetrou, o sangue da virgindade escorrendo pela coxa.
— Isso… fode sua mulher virgem enquanto eu chupo os peitinhos dela. — Abracei ela por trás, chupando seus seios pequenos, mordendo os mamilos cor-de-rosa.
— Olha como ela tá apertando você… tá gostando, né sua putinha?
Os meus homens não paravam de comentar, rindo e se tocando.
— Porra, que cena linda… o recém-casado tirando a virgindade da esposa enquanto a chefe chupa os peitos dela — zombava Zé.
— Ela tá gozando, olha… a virgenzinha tá gozando no pau do marido — ria Beto.
Eu gozei várias vezes naquela noite, sendo comida pelos meus homens enquanto o casal era obrigado a participar. Forcei o noivo a gozar dentro da esposa, forcei a noiva a lamber minha buceta enquanto o marido assistia, e ainda sentei no rosto dela enquanto era fodida por trás por Dudu.
No final, o casal estava destruído. A noiva chorava baixinho no chão, o vestido branco rasgado e sujo de porra, as coxas tremendo com sêmen escorrendo. O marido olhava para o nada, completamente quebrado, com o pau ainda duro, mas os olhos vazios.
Eu me aproximei deles ainda nua, brilhando de suor e porra, e sussurrei:
— Bem-vindos ao casamento real, seus otários. — Passei a mão no rosto da noiva, espalhando o sêmen do marido.
— Espero que aproveitem a lua de mel… se ainda conseguirem se tocar depois disso.
Saímos da casa abandonada, deixando os dois abraçados no escuro, chorando, sabendo que nada nunca mais seria como antes.
Na van, eu lambia os dedos sujos da buceta virgem da noiva, sorrindo satisfeita.
— Próxima vítima.




Eu levei minha esposa numa festa de uma travesti que eu já tinha combinado com ela de fazer minha esposa trepar com algum safado Ela fez a minha esposa chupar o pinto dela até engolir tudo