Minha buceta é sempre raspadinha, inchada e molhada quando o tesão bate, e meu cu apertado adora ser esticado por paus grossos. Eu preciso do que é sujo, do que fere, do que é completamente errado. Quanto mais sagrado ou doloroso for o momento para os outros, mais molhada eu fico.
Durante uma viagem pelo interior, parei em uma padaria e ouvi duas senhoras conversando sobre o enterro de seu Antônio, o patriarca de uma família tradicional e rica da região. Viúva, quatro filhos adultos, muitos netos. O enterro seria no cemitério particular da família, no meio do mato. Perfeito. Eu queria macular algo que nunca deveria ser maculado.
No dia, com garoa fina e céu cinzento, chegamos ao cemitério. Havia umas 40 pessoas reunidas ao redor da cova aberta. O caixão ainda estava sobre as cordas, prestes a ser baixado. A viúva, uma senhora de uns 60 anos, chorava apoiada nos filhos.
Fiquei com meu grupo olhando a distância. Esperando o momento certo.
Todos estavam focados no caixão e despedida até que falei:
— Hora do show.
Então, tiros para o alto ecoaram. Meus quatro comparsas entraram armados, máscaras no rosto, apontando pistolas para a multidão.
— Todo mundo quieto e de joelhos! — berrou Rafael.
— Quem se mexer leva bala!
Gritos de pavor explodiram. Pessoas se ajoelharam na lama, tremendo. A viúva soluçava alto, segurando o peito.
Eu tirei o casaco e entrei nua no meio do enterro, usando apenas uma máscara preta que cobria meus olhos. Meus seios pesados balançavam enquanto eu andava devagar até o caixão.
Eu quase babava de emoção. Aquilo era algo sujo do tipo que me alegrava.
Subi no caixão de madeira escura, deitando meu corpo nu sobre ele, abrindo as pernas bem largas. A chuva fina molhava minha pele morena.
— Continuem o enterro… — falei com a voz rouca de tesão.
— Só quero me despedir do falecido do meu jeito.
Rafael foi o primeiro. Agarrou meus quadris e enfiou o pau grosso de uma vez na minha buceta encharcada, metendo com força brutal. Cada estocada fazia meus seios pesados balançarem violentamente.
— Caralho, que buceta quente chefinha… — grunhia ele, batendo fundo.
Beto cuspiu no meu cu e forçou a entrada, me arrombando devagar até estar todo dentro. A dor e o prazer me fizeram gemer alto, ecoando no cemitério silencioso.
Enquanto era duplamente penetrada em cima do caixão, eu chamei o filho mais velho do falecido, um homem de uns 35 anos.
— Você. Fica aqui do lado. Quero chupar seu pau enquanto eles baixam o pai.
O homem estava em choque, chorando.
— Sua desgraçada… isso é sacrilégio!
— Você é bem suja chefinha, vai mesmo querer foder com o filho sobre o caixão do pai. Hahaha. Disse Beto que comia meu cu e apontava a arma para o filho do falecido.
Eu agarrei o pau dele e enfiei na boca, chupando com fome, língua girando na cabeça, sugando as bolas pesadas enquanto Rafael e Beto me fodiam sem piedade. Ele não conseguia ficar duro.
— Se você não ficar duro, eu mando enterrar você vivo junto com o seu pai, seu inútil — ameacei, olhando para ele com ódio excitado, saliva escorrendo do meu queixo.
A viúva gritou desesperada, voz embargada de dor:
— Pelo amor de Deus, não! Deixem meus filhos em paz!
Como ele continuava mole, eu chamei o segundo filho, um pouco mais novo.
— Você então. Vem aqui.
Dessa vez o pau dele endureceu por puro medo. Eu chupei com mais violência, engolindo até o fundo da garganta, babando enquanto gemia com os dois paus me rasgando.
— Esse é bom, seu pai teria orgulho vendo você. Disse dando um sorriso safado misturado com alucinado.
A orgia se intensificou. Dudu enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta enquanto Zé mamava meus mamilos com força, mordendo. Eu era comida sem parar: buceta, cu e boca ao mesmo tempo, porra e mel escorrendo pelo caixão molhado.
— Olha isso, viúva — zombava eu entre gemidos.
— Seu filho tá com o pau duro no enterro do pai. Que família safada.
A viúva chorava inconsolável, ajoelhada na lama, vendo tudo. Os outros filhos e convidados assistiam em choque absoluto, alguns rezando baixinho.
Eu gritei de prazer, tendo um orgasmo violento, esguichando forte enquanto era duplamente penetrada, o corpo convulsionando em cima do caixão.
De repente, ouvimos sirenes ao longe. Alguém tinha conseguido chamar a polícia.
— Hora de ir! — gritou Beto.
Eu me levantei do caixão, porra escorrendo pelas minhas coxas e seios, cabelos molhados colados no corpo. Olhei para a viúva e os filhos uma última vez.
— Obrigada pelo enterro. Foi o melhor que já tive.
Corremos para a van e fugimos pela estrada de terra, enquanto a garoa virava chuva forte e as sirenes se aproximavam.
Na van, eu ainda tremia de tesão, lambendo a porra que escorria dos meus seios.
— Eu preciso disso… — murmurei. — Do que é sujo. Do que fere. Do que nunca deveria acontecer.
E já comecei a pensar na próxima loucura.



