O PSICÓLOGO, O MARIDO, A ESPOSA E O AMIGO.............
Fiquei olhando para ela e, em silêncio, lancei um olhar para a minha cintura. Ela entendeu o meu recado ao notar o volume sob a minha cueca. A esposa não se fez de ingênua, baixou a cueca e descobriu um membro. — Nossa que maravilha. Esse é o maior pau que eu já vi. Ela olhou para o garçom e depois para mim, e o pegou com carinho, começou a beijar a lamber e a chupar. Eu permaneci em silêncio, observando as reações dos dois. Do outro lado do quarto, o marido mantinha o olhar atento. Mas havia algo diferente nele agora. Parecia alguém diante de uma parte de si mesmo que finalmente deixava de esconder. Ela começou a chupar o meu kct que ainda estava semiadormecido. Me olhava, com os olhos de satisfação. Quando olhou para o marido, ela notou a mudança em sua expressão. — Você esperou muito tempo por este momento, não esperou? Ele respirou fundo antes de responder. — Esperei. Fez uma pausa. — Mas acho que nunca imaginei como seria quando deixasse de ser apenas uma ideia guardada dentro de mim. Ela sorriu. — É muito diferente quando a realidade encontra aquilo que imaginamos. Ele sorriu. — Muito. Ela me chupava, e só se ouvia no quarto o barulho da sua boca em meu kct, e as nossas respirações. Ela ergueu os olhos e encarou o marido. — Está arrependido? Ele sustentou o olhar dela. — Não. A resposta saiu sem hesitação. Ela permaneceu chupando o meu kct e observando seu rosto, como se procurasse qualquer sinal de dúvida. Não encontrou. Então sorriu. — Venha. Sente-se ao meu lado. Ele ouviu o seu pedido e demorou alguns segundos suficiente para respirar fundo. Caminhou devagar, aquela pequena distância que havia mantido durante tantos anos entre quem era e quem acreditava precisar ser. Quando se sentou, ela o olhou nos olhos. — Quero que você esteja aqui ao meu lado sempre, como meu parceiro. Ele passou a mão sobre o seu rosto, e lhe deu um beijo, no rosto. — Eu quero um beijo na boca. Ele olhou para ela. Ela parou de chupar o meu kct, então eles se beijaram. Eu fiquei só olhando. — Gostou né seu corno manso? — Sim gostei. — Sentiu o gosto da minha boca misturado com o gosto desse pau, e sorriu. — Sim ele respondeu, olhando para mim. Respirou fundo antes de continuar. — Achei que este momento me faria sentir vergonha. Ela balançou a cabeça. — E o que está sentindo? Ele refletiu por um instante. — Liberdade. E um desejo que eu não esperava sentir. Estou muito excitado. Ela sorriu, aproximou-se dele e segurou no seu pau deixando revelar a intimidade entre os dois. — Então era isso que você procurava o tempo todo. Olha isso, esse corno manso está de pau duro. Ele voltou os olhos para mim. Desta vez, não havia hesitação em seu rosto. O homem inseguro que durante tanto tempo vivera dividido entre o medo e a curiosidade parecia ter desaparecido. Em seu lugar havia alguém que finalmente aceitava os próprios desejos sem precisar escondê-los. Seu olhar transmitia a segurança que antes lhe faltava. Ela voltou a dar atenção ao meu kct que já estava duro e latejando. — Isso e uma delícia. Estou muito excitada. O marido deixou escapar um sorriso discreto. Não era um sorriso de vitória. Era um sorriso de alívio. Ela sorriu ao notar a indiscrição do esposo. A esposa batia o meu kct duro no rosto e na língua. Ela voltou-se para o marido. Havia emoção em seu olhar, misturada à intensidade daquilo que estavam vivendo. — Isso é muito maior do que eu imaginei. Quero ser a sua puta, amigo. Me faz uma puta literalmente. Quero que esse garçom, diga ao meu marido que ele será o melhor corno manso que ele podia imaginar. Ele a observou em silêncio, atento a cada palavra. Então ele retribuiu a fala da esposa, com um olhar estranho. — Eu também nunca pensei que fosse me sentir assim. Estou com tanto tesão em ver você, chupando esse pau enorme, desse amigo safado, e sorriu. Ela continuou me mamando e me olhando. — Isso e muito gostoso de fazer e de sentir. Ela para de me mamar e aproximou-se do rosto dele. — Durante anos você acreditou que essa verdade o afastaria de mim. Ele ficou em silêncio. — E agora? Ele respirou profundamente. — Agora percebo que ela nos aproximou. Ela sorriu. — Era isso que eu queria que você descobrisse. Os olhos dele marejaram. — Obrigado por não ter medo de conhecer quem eu realmente sou. Ela acariciou seu rosto. A esposa olhou para o meu kct duro, e se levantou. Ela permaneceu em pé por alguns instantes, respirando lentamente. Então ela me abraçou, e começou a tirar a minha camisa. Sua expressão era de alguém que compreendia o peso da escolha que acabara de fazer. — Me beija amigo, estou louca para dar para você. Como o seu olhar, os seus gestos e sua respiração mudou totalmente. Comecei a beija-la e ela começou a se esfregar em mim. O tesão se tornou uma loucura. Ela voltou os olhos para o marido. — Você quer ver ele me comendo, não é seu corno manso? Ele balançou a cabeça positivamente. Em seguida, ela voltou-se para mim e, num gesto silencioso, pediu que eu a abraçasse por trás. Respirei fundo antes de envolvê-la com os braços. A abracei e fiz questão de faze-la sentir o quanto eu estava excitado. O kct duro roçava em sua bunda. Ela fechava os olhos e sentia todo o meu tesão, parecia que buscava naquele abraço a serenidade e a coragem para seguir adiante. Sua respiração tornou-se mais lenta e profunda, enquanto permanecia imóvel, entregue àquele instante. — Eu estou molhada excitada, por você amigo. Que pena que demoramos tanto. Ele sorriu. — Olha corno manso, que delicia, esse macho se esfregando em mim, eu quero sentir ele dentro de mim. Ele olhava tudo aquilo acontecendo em sua frente com um ar de satisfação. — E muito tesão que isso faz comigo, neste instante. Não tenho palavras para dizer o que sinto. As palavras fugiram da minha boca. A esposa então virou a cabeça de lado e me disse. — Me faz de puta amigo. Ela se afastou um pouco de mim, para poder apertar com as mãos o meu kct duro. De repente ela se deitou na cama e abriu as pernas. — Vem me possuir, meu macho. A esposa vira puta e o marido vira o que? Ele ergueu o olhar. — Vira corno manso. Eu olhei para ele e vi em seus olhos a contemplação do que estava por vir. Olhei para ela, e a vi me chamando. Eu fiquei de joelhos e fiquei de frente para aquela calcinha preta. Eu a tirei de lado e encontro uma xaninha lisinha com as marquinhas de sol, mais linda. Cai de boca e comecei a chupar. — Isso seu safado, chupa essa buceta que esta meladinha por você. Chupa que eu adoro sentir uma língua grande e quente dentro dela. Ela então tirou a calcinha. Ele respirou profundamente. — Passei tanto tempo imaginando, este dia. Come ela amigo. Ela sorriu. — Me come amigo, usa esse pau e me faz mulher de verdade, quero ser puta. Esse corno manso, vai ver como se come uma mulher. Ele a encarou, surpreso. — Isso come ela e sorriu. Eu acabei de tirar a calça e me coloquei na posição de papai e mamãe, para poder possuir aquela mulher deliciosa na minha frente. — Isso coloca devagar esse pau em mim, amigo safado. Você sempre quis isso. Queria me comer desde o primeiro dia, não é verdade seu safado? — Sim, desde o primeiro dia. Quando o psicólogo, montou o grupo. Uma mulher linda e gostosa, tinha que ser comida todos os dias. — Eu sabia seu safado, só o meu marido aquele corno que não sabia. O corno sempre é o último a saber. O marido então ao ouvir e ver aquilo que acontecia, disse eu estou gozando sem nem mesmo pegar no pau. A esposa sorriu, pela situação. — Seu corno fraco. Isso me come amigo, delicia, me come devagar, isso bem devagar. Isso me come. Que delicia aquela mulher todinha só para mim. De repente a esposa diz. — Me pega de quatro amigo. Quero ser possuída de quatro. Ela ficou de quatro e eu vi aquela bunda. As marquinhas me deixaram mais louco. Peguei o kct duro, passei duas vezes na porta da xaninha e depois meti bem devagar. Ela gemia. — Isso me come, que delícia. Eu vou gozar com você me comendo assim, seu safado. Então ela disse, para o marido que ficasse de frente, com o rosto dela. Ela apoiou a testa na dele. — Esta gostando do que está vendo? Eu quero ouvir. Ele olhava nos olhos dela. — Sou um corno manso e feliz. — Por que você e? Pergunto a esposa. — Eu não sei o que responder, disse ele. — Então diga eu tenho uma esposa puta que gosta de ser comida por esse macho, eu estou gozando. — Eu tenho uma esposa puta, que gosta de dar para esse macho, e eu sou o corno manso mais feliz, também estou gozando de novo. Ao ouvir tudo aquilo eu continuava metendo naquela xaninha deliciosa. Eu senti que ela estava gozando, pois, a xaninha começou a mastigar o meu kct, e o cuzinho dela fazia biquinho. — Estou gozando, isso não para continua metendo, não para amigo, come essa puta. Senti o seu corpo, amolecendo. Segurava o seu quadril, e continuava metendo em um ritmo menor. Ela abaixou o rosto por um instante para respirar, deixando de encarar os olhos do marido. Ele, por sua vez, voltou os olhos para mim. Nunca soube exatamente o que se passou pela mente dele naquele momento. Talvez nem ele soubesse. Diante de seus olhos, uma fantasia que durante tanto tempo existira apenas em sua imaginação finalmente ganhava forma. A realidade estava diante dele, trazendo uma mistura de vulnerabilidade, desejo e libertação. Ele permaneceu olhando para mim e, aos poucos, um sorriso de satisfação surgiu em seu rosto. Não era apenas uma expressão de felicidade, mas a demonstração silenciosa de alguém que finalmente parecia estar em paz com aquilo que sentia. Naquele momento, uma lembrança antiga atravessou minha mente. Recordei o dia em que os dois chegaram pela primeira vez ao meu consultório. Lembro-me da surpresa que senti ao vê-la entrar. Sua beleza era evidente, daquelas que chamam atenção imediatamente, e eu me perguntava como um casal como aquele poderia ter chegado a um ponto de tanto afastamento. Era difícil compreender como duas pessoas que pareciam ter tanto um pelo outro haviam passado tanto tempo sem viver plenamente a intimidade que existia entre elas. Agora, diante daquela situação, eu percebia que havia muito mais naquela história do que apenas aparência ou desejo. Havia inseguranças, medos, silêncios acumulados e uma busca por compreender o que realmente existia dentro de cada um. Pela primeira vez, parecia não haver mais espaço para a vergonha. Restava apenas a verdade sobre aquilo que sentia e a estranha paz de finalmente aceitar uma parte de si que, por tanto tempo, permanecera escondida.
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