As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa - reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou II



O convite do juiz

Foi então que o juiz me fez um convite que mudaria completamente o rumo daquela fase da minha vida.
Ele queria que eu passasse a fazer sua segurança particular e também a segurança de sua esposa, Aline.
Mas havia uma condição: por se tratar de um juiz federal, eu teria que realizar alguns cursos específicos juntamente com forças de segurança federais. Quando a documentação chegou à corporação, veio a negativa do comando.
O juiz, diante daquela situação, resolveu fazer o que considerava necessário. Convocou-me e entrou em contato com instâncias superiores, inclusive buscando apoio no meio político.
Naquela época, comecei a perceber como determinadas relações e irmandades podiam fazer diferença nos caminhos que algumas decisões tomavam. Entre elas, havia também a Maçonaria. Pouco tempo depois, a situação foi resolvida e fui autorizado a realizar os cursos. E foi assim que acabei indo para Israel.
Fui treinar com profissionais de um dos melhores exércitos do mundo. Aprendi defesa pessoal, técnicas diversas, direção defensiva e muitas outras habilidades que jamais imaginaria aprender tão pouco tempo depois de sair da Academia. Para um aspirante recém-formado, aquela experiência era extraordinária.
Quando retornei ao Brasil, minha formação ainda não havia terminado. Fui para Brasília, onde participei de novos cursos e treinamentos. Depois de toda essa preparação, retornei ao município e fui diretamente colocado à disposição da segurança do juiz e de sua esposa, Aline.
Foi justamente quando assumi essa nova função que recebi minha primeira promoção. Deixei de ser aspirante e passei a segundo-tenente. A promoção também significou uma melhora salarial. E, naquele momento, tomei uma decisão que já vinha amadurecendo havia algum tempo: resolvi me casar. Eu ainda era noivo, mas agora tinha melhores condições financeiras para dar aquele passo.
Minha vida profissional parecia estar tomando um rumo extraordinário, e minha vida pessoal também caminhava para uma nova etapa. Pouco tempo depois, o juiz foi removido para outro município, desta vez uma cidade maior. E adivinha quem o acompanhou? Eu.
Naquela época, minha vida estava profundamente ligada à rotina daquele casal. Eu havia começado como amigo, depois passei a participar da segurança deles e, de certa maneira, já fazia parte daquele círculo de confiança.
Foi nessa nova cidade que minha então noiva, que mais tarde se tornaria minha esposa, foi me visitar. Como já conhecia o casal, ela os convidou para o nosso casamento.
Naquele momento, ninguém poderia imaginar as voltas que a vida ainda daria. Muito menos eu. Porque havia um detalhe que tornaria tudo aquilo muito mais complexo: eu ainda era noivo quando comecei a me envolver com a Aline. E tudo começou em uma sexta-feira.


A festa


Era uma sexta-feira e eu estava acompanhando o casal em uma festa. Eu já havia percebido que havia algo diferente entre os dois. Não sabia exatamente explicar o que era, mas algumas coisas chamaram minha atenção.
Aline estava lindíssima, como sempre. Chegamos à festa e, como era comum naquele ambiente, praticamente toda a atenção estava voltada para o marido, o juiz.
Ele era uma figura naturalmente admirada e respeitada. As pessoas se aproximavam, conversavam com ele e buscavam sua companhia.
Aline, porém, ficava quase sempre de lado. Ao perceber aquilo, naquela noite resolvi ficar mais na companhia dela. Em determinado momento, Aline me confidenciou:
— Eu queria tomar uma cerveja e dançar.
Havia uma particularidade naquele casal: eles jamais bebiam bebidas alcoólicas em público. Quando bebiam, faziam isso em casa, reservadamente. Então ela me perguntou:
— Você dança, Rob?
— Sim, eu danço.
— Gostaria de dançar comigo?
Eu hesitei por um instante.
— Sim. Porém, acho que seu esposo não gostaria.
— Eu vou pedir a ele.
— Aline, vai pegar mal. Eu, o segurança, dançando com a esposa do juiz.
Ela simplesmente deu de ombros e foi em direção ao marido. Fiquei de longe, observando.
Ela se aproximou do juiz, falou alguma coisa em seu ouvido e, pouco depois, voltou. Olhou para mim e disse:
— Viu? Eu não falei que ele não liga para mim. Nem pensou e já deixou.
Olhei para o juiz. Ele me fez um sinal positivo com a mão. Diante daquilo, dancei com a Aline. Começamos com um vaneirão e, depois, dançamos alguns xotes.
A proximidade entre nós foi aumentando enquanto dançávamos. Em determinado momento, Aline se aproximou de maneira mais intensa. Senti meu corpo reagir e comecei a ficar excitado, percebi que ela também havia notado. Ela, porém, não recuou.
Paramos de dançar depois de algum tempo e voltamos para perto do juiz. Ele olhou para Aline e perguntou:
— Então, Aline arranjou um par?
Respondi:
— Quem deveria ser o par dela era o senhor.
O juiz respondeu, secamente:
— Odeio dançar.
Jantamos e, depois, fomos embora. Mas aquela noite não terminou quando saímos daquela festa. Alguma coisa havia mudado. Até então, eu podia acreditar que éramos apenas amigos, que eu estava ali como profissional e que Aline era simplesmente a esposa do juiz.
Depois da festa No caminho de volta, Aline quebrou o silêncio:

— Amor, vamos tomar umas cervejas hoje lá em casa. Eu queria dançar.

O juiz concordou tranquilamente.

— Beber eu posso agora, dançar é com o Rob?

Aline perguntou:

— E aí, Rob, aceita o nosso convite?

— Da minha parte, tranquilo.

Chegamos à casa e Aline foi diretamente para o quarto. O juiz me ofereceu uma cerveja bem gelada. Sentamo-nos e começamos a conversar enquanto saboreávamos a bebida.

Pouco depois, Aline apareceu. Fiquei surpreso.

Ela estava usando um short bastante curto, muito diferente da maneira mais contida como costumava se vestir. Aquela mudança de comportamento chamou imediatamente minha atenção.

Ela pegou um copo, encheu-o com cerveja e foi até o aparelho de som. Era 1997, e uma das bandas que tocavam bastante naquela época era o Só Pra Contrariar. Entre as músicas que faziam sucesso estava “Depois do Prazer”.

O juiz então disse que iria trocar de roupa. Aline me olhou.

— Vem dançar comigo, Rob.

Levantei-me e fui. Começamos a dançar. A proximidade entre nós aumentou. Em determinado momento, apertei Aline junto ao meu corpo. Ela não reclamou. Pelo contrário.

— Me aperta mais, que eu adoro. Gosto de homem de pegada.

Continuei dançando com ela. Rodava Aline, acompanhava o ritmo e aproveitava cada música.

Eu sempre gostei de dançar, e naquela noite parecia que ela também estava completamente entregue àquele momento. Dançamos várias músicas. Até que o juiz voltou.

Quando ele apareceu, Aline e eu paramos de dançar e nos sentamos.
Continuamos bebendo e conversando, como se aquela sequência de acontecimentos fosse perfeitamente normal. Mas, para mim, já não era. Durante a madrugada inteira ficávamos nos olhando. Dançávamos e parávamos para beber. Aquela troca de olhares dizia mais do que qualquer conversa.

Enquanto isso, o juiz apenas bebia e sorria com a nossa dança, ele exagerou na bebida. Em determinado momento, passou mal e acabou adormecendo.

Como ele era de estatura pequena e magro, consegui carregá-lo com relativa facilidade até o banheiro. Ele havia vomitado bastante e estava todo sujo.

Aline tirou a roupa dele, e nós dois o lavamos. Depois, coloquei-o na cama, e ela o vestiu novamente. Saí do quarto e fiquei esperando.

Eu ainda estava tentando entender tudo o que havia acontecido naquela noite. Pouco depois, Aline apareceu.

— Ele não acorda mais. Só mais tarde.

Ela então me olhou e disse:

— Me faz companhia para uma cerveja?

— Não acha que já deu por hoje?

— Eu quero tomar e dançar a última música. Pode ser, Rob?

— Pode sim.

Aceitei a cerveja e a dança. Voltamos a ficar próximos, como se aquela noite ainda não tivesse terminado. Depois de algum tempo, achei que era melhor ir embora.

— Eu acho que já vou.

— Tem certeza?

— Sim, tenho.

Saí e fechei a porta. Dei alguns passos. Foi então que ouvi a voz de Aline atrás de mim:

— Rob...

Parei. Ela continuou:

— Não me deixa sozinha essa noite.

O calor daquela noite parecia contribuir ainda mais para o clima que havia se criado entre nós. Aline me olhou e perguntou:

— Quer tomar um banho de piscina?

— Agora?

— Sim, agora, Rob.

— E o juiz?

— Ele não liga para mim, lembra?

Aline se aproximou um pouco mais e disse:

— Vem, tenente, eu percebi que você ficou excitado quando dançou comigo.

Fiquei olhando para ela. Por alguns segundos, nenhum de nós disse mais nada. Aline então se virou e caminhou em direção ao banheiro dos fundos. Entrou e fechou a porta. Fiquei parado por um instante.

Eu sabia exatamente o que aquela noite significava. Já não era apenas uma dança, uma cerveja ou uma brincadeira entre amigos. Era uma escolha. E eu sabia que, depois daquele momento, nada entre nós seria exatamente como antes. Fui atrás dela. Abri a porta.
E entrei.


Aline estava parada diante do espelho. Quando me viu, olhou diretamente para mim.
— Achei que você não vinha.
Aproximei-me e a abracei.
— Isso eu quero você, Rob. Estou muito excitada doida querendo te sentir.
— Você me deixou louco.

Levantei a sua camisa e o que aparece refletido no espelho são seios em formato de pequenos limões. Eu os chupo parecendo um bezerro com fome. Ela gemia alto.

— Deixa eu ver essa pica.
Baixou minha calça e cueca.
— Nossa que surpresa maravilhosa é essa. Que pica é essa tenente grande e grossa.

Ela caiu de boca no meu kct e começou a mamar. Chupou gostoso.
— Vem me comer Rob.

Tirei o short e pra minha surpresa não existia calcinha. A xaninha estava melada. Peguei o kct e comecei a meter. Aline urrava enquanto eu metia.
— Me bate macho, me come com essa jeba deliciosa.


Dei alguns tapas em sua bunda e comecei a meter com força. Senti sua xaninha que mordia o meu kct, Aline gozou gostoso.
— Não para Rob, eu quero mais, mete nessa putinha.


Vem comigo, Aline. Saímos daquele ambiente e fomos para o quarto onde eu costumava ficar, localizado em uma parte mais reservada da casa.A noite continuou.
— Agora sim, eu vou comer essa putinha como ela merece e quer ser comida.
— Isso mesmo macho, gosto de homem safado. Vem me comer policial.


Nos fudemos a madrugada inteira. Quando finalmente amanheceu, eu acordei Aline com a certeza de que ela precisava ir embora. Ela saiu peladinha voltando para a casa.


Mais tarde, dona Norma chegou para realizar os afazeres da casa. Ao perceber a desordem deixada pela noite anterior, imaginou que o juiz e Aline haviam realizado uma recepção e que os convidados tinham deixado tudo daquela maneira.
— Bom dia Rob, a noite foi movimentada.
— Pois é dona Norma.


Ela não poderia imaginar o que realmente havia acontecido naquela noite.
E talvez esse tenha sido um dos primeiros segredos que aquela casa guardou. Eu, porém, sabia que aquela história estava apenas começando.

* Duas informações o casal são naturais da região Nordeste do país.
* Essas são fotos tiradas dela nas férias que passamos juntos as duas famílias esse ano de 2026 no Nordeste. Fotos tiradas pelo meu amigo "O juiz".

Foto 1 do Conto erotico: As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa - reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou II

Foto 2 do Conto erotico: As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa - reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou II

Foto 3 do Conto erotico: As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa - reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou II

Foto 4 do Conto erotico: As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa - reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou II


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Ficha do conto

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Nome do conto:
As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa - reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou II

Codigo do conto:
270778

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
26/08/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
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