O PSICÓLOGO, O MARIDO, A ESPOSA E O AMIGO.................
Ficamos em silêncio por alguns instantes. — Vocês têm uma coisa muito rara: confiança. Foi ela que tornou tudo isso possível. Sem ela, nada teria o mesmo significado. Ela sorriu. — Nós demoramos muito tempo para chegar até aqui. — E talvez por isso tenha dado tão certo. Não foi uma decisão impulsiva. Foi uma escolha construída aos poucos. O marido deu um leve sorriso. — Então se depender de você, esse não é um ponto final? Respirei fundo. — Não. Quero continuar sendo amigo de vocês e cuidar desse vínculo que construímos. Ela olhou para mim e sorriu. — Você aceitaria continuar essa experiência conosco daqui para frente? — Sim aceitaria. O marido estendeu a mão em minha direção. — Então acho que estamos tomando a mesma decisão. Segurei sua mão. Ela colocou a dela sobre as nossas e sorriu. — Então não somos mais apenas um casal... Olhei para os dois e sorri. — Somos três pessoas escolhendo caminhar juntas. Ela sorriu, emocionada. — Um trisal. Os três rimos discretamente. Ficamos assim durante alguns instantes, em silêncio. Ela olhou para nós dois e sorriu. — Seja qual for o futuro, quero que ele seja construído como foi este dia. O marido concordou. — Com muita vontade e tesão. Acrescentei: — Com sinceridade. Ela completou: — E com amor. Os três sorrimos ao mesmo tempo. Então ela me disse. — Obrigada por fazer parte dessa história. Ela veio até mim e me beijou com calma, como se aquele gesto selasse tudo o que havíamos acabado de dizer. Sorriu e voltou-se para o marido. — Você não tem ciúmes, né? Ele respondeu com tranquilidade: — Dele, não. Ela inclinou levemente a cabeça. — Será que teria de outro? Ele sorriu. — Essa é uma boa pergunta. Por um instante, notei uma mudança sutil em seu olhar. A emoção que havia dominado a conversa deu lugar a um brilho intenso de desejo. Ela alternou o olhar entre nós dois e sorriu de um jeito provocante. Então olhou mirando os meus olhos e o meu kct por um instante e disse, em tom baixo: — Acho que estou com fome de vocês dois novamente. Troquei um olhar com o marido. Ele sorriu de canto, compreendendo exatamente o que ela queria dizer. Ela entrelaçou os dedos aos do marido e, em seguida, segurou minha mão. — Acho que o mais importante que aconteceu hoje, e que fomos honestos uns com os outros. Cada um assumiu o seu papel e o fez da melhor forma possível. Eu sou a esposa puta. Então olhou para o marido. — Ele o corno manso. Olhou para mim. — Você o macho comedor. O marido concordou com um sorriso. — Você tem toda razão. Ela respirou fundo, observando nós dois. — Diga o que você gostaria de fazer comigo na frente desse corno manso de verdade? Gostaria que me respondesse, como o safado do amigo, não como Rob, o psicólogo, disse ela. O marido sorriu. — Sou o corno manso de verdade. Olhei para os dois e, por um instante, deixei que o amigo tomasse conta do ambiente. Um sorriso discreto surgiu no meu rosto. — Então vocês querem ouvir o amigo, não o psicólogo? Ela assentiu, divertida. — Exatamente. — Quero que você continue sendo a minha puta, te comendo e matando a tua vontade como o seu macho, e fazer esse corno manso ficar olhando. E quando eu gozar vou mandar ele te lamber todinha. O marido voltou os olhos para mim. Parecia confortável com aquilo que havia ouvido. A esposa percebeu imediatamente a mudança em seu rosto. Ficou surpresa, não pelas palavras em si, mas pela forma serena como ele as recebeu. Ele sorriu para ela. Ela permaneceu em silêncio por alguns instantes, observando-o. — Você tem certeza de que entendeu tudo o que foi dito? Ele sustentou o olhar dela. — Sim. Eu entendi. Um sorriso discreto surgiu nos lábios dela. — Então você realmente mudou. Ele respirou fundo e respondeu: — Acho que eu não mudei quem eu sou. Apenas parei de esconder. Faço o que for da vontade de vocês dois, eu te lambo todinha. Onde ele gozar eu chupo tudo e sorriu. A esposa ouvindo isso. Me disse. Você já está pronto, amigo? Pois quero que você goze dentro dessa buceta. Quero ver e sentir esse corno manso, limpar ela todinha. Ele continuou olhando para ela. Seus olhos brilhavam. Olhei para ele e disse. — Ei Corno manso chupa a xaninha dela e deixa bem molhada, pois vou meter agora. Olhei para ela. — Ei sua puta. Abri sua perna e deixa ele te chupar. Ela abriu a perna e ele caiu de boca chupando ela. Eu esperei alguns segundos e mandei ele sair e ela ficar de quatro. Segurei o quadril dela com força. Dei um tapa na bunda dela, e ela reagiu. — Isso safado. Sou sua puta. Olha a cara do corno manso. Olhei para o marido, e ele tirou o pau para fora da calça e começou a bater punheta, deitado na cama, olhando a esposa ser comida por mim. A esposa percebeu a reação do marido e abriu um sorriso debochado. Havia um brilho de provocação em seu olhar. — Está vendo? Disse ela, mantendo os olhos nele. Você não precisa mais lutar contra quem é de verdade. Olha isso enquanto a puta e comida, o corno bate punheta. Daqui a pouco goza. Não demorou ela acabar de falar o marido, dá um gemido forte, e começa a gozar. Ela soltou uma breve risada, ainda com aquele sorriso provocador. — Três gozadas em menos de uma hora. Isso e coisa de corno manso de verdade. Mais agora se prepare, pois você vai chupar essa buceta toda esporada, por gozo de macho. Ela balançou a cabeça, satisfeita. — Acho que hoje não restou mais nenhuma dúvida, sobre quem você é daqui para frente. Ele olhou para os olhos dela e sorriu, desta vez sem qualquer traço de vergonha. — Não, não restou. Ela sorriu, agora com um olhar de cumplicidade. — Então você finalmente sabe quem irá ser? — Sim. Aceito ser o corno manso, o marido que só quer olhar. Aceito quem sou e o tipo de relação que desejo viver ao seu lado. Ouço tudo aquilo e continuo metendo na xaninha deliciosa da esposa, quando fico vidrado nas marquinhas. Dou dois tapas seguidos na bunda dela, e logo aparece o vermelho das minhas mãos. A esposa dá uns gemidos e grita. — Estou gozando seu safado, continua metendo nessa buceta que e sua agora. Olho e vejo um cuzinho, piscando. Tomo a liberdade de passar a ponta do dedo, na portinha daquele cuzinho, e ela reagi. — Gosta de cuzinho ne seu safado. Com certeza eu não aguento esse pau. Tiro o kct todo melado da xaninha e começo a roçar a cabeça na portinha do cuzinho. — Isso safado roça esse pau no meu cuzinho. Sou sua puta. Olha o corno só olhando e ficando excitado de novo. Fico roçando a cabeça do kct na portinha do cuzinho, ela então empina a bunda. Ela pega o meu kct e coloca dentro da xaninha. — Me come, estou muito excitada. Me come amigo, goza dentro dessa buceta. Quero ouvir você mandar esse corno chupar a buceta que é sua, toda gozada. Eu seguro com força o quadril dela. —Isso mete com força, assim que eu gosto e sei que você irá me encher de leitinho quente. Quando tiver gozando me avisa antes, quero o corno pronto para chupar essa buceta que e só tua. Ela voltou a atenção para mim, mas continuou falando com o marido. — Quero que guarde este momento. Essa será a primeira vez, de muitas que vira ser corno manso. Suas palavras tinham a intensidade daquele instante. Observei novamente o casal. Havia uma cumplicidade que antes não existia. A posição em que estávamos ali no quarto, a esposa de quatro, eu metendo nela e o marido deitado ao lado. Me fez suscitar a imagem de forma inesperada, de outro casal: Osvaldo e Luana (do conto “O casal da academia, onde tudo começou parte XIV). Naquele instante compreendi que existiam semelhanças entre as duas trajetórias. Não pelos acontecimentos em si, mas pela maneira como ambos os casais haviam aprendido transformar as suas fantasias e desejos mais profundos em algo capaz de fortalecer uma relação. Voltei a olhar para o marido deitado ali olhando eu possuir a tua esposa. Ela permanecia na posição de quatro. Eu não tive dúvida em pedir para a esposa, colocar o rosto do esposo em sua xaninha, enquanto eu metia nela. Ela olhou para mim e depois para ele. — Este é apenas o começo, disse com um sorriso confiante. Daqui para frente, tudo o que acontecer será porque você irá obedecer ao meu macho comedor. Vem cá seu corno manso. Deixa eu fazer com você, como o meu macho me pediu. Ela então se afastou de mim, que tirei o kct da xaninha. Colocou o rosto dele entre as suas duas pernas. — Vem amigo agora me come e goza que eu quero sentir esse corno manso me chupando e lambendo, toda a minha bucetinha. Eu encostei novamente na beira da cama, ela de quatro com o rosto dele entre as suas pernas. Me posicionei e coloquei o kct na xaninha e comecei a meter de novo. Ele ficou parado olhando por baixo, enquanto eu metia na xaninha dela. O meu saco batia no rosto dele. Ela então tirou o pau dele para fora e começou a mamar. Ele quando sentiu isso gemeu alto. — Nossa pela primeira vez, senti sua boca no meu pau. Quando ela estava começando a gostar. Ouço o gemido do marido, e a lamuria dela. — Não acredito que você, gozou tão rápido novamente, disse ela. Você podia ao menos me avisar seu corno manso. — Me desculpa amor, não consegui e muito tesão guardado em mim. Eu então aumentei o ritmo das metidas e ela logo entendeu o que iria acontecer. — Isso amigo me come, com força, eu quero sentir seu gozo, lá no fundo da minha buceta. Eu também estou gozando, seu safado. Eu meti com mais força e logo senti que iria gozar, então eu urrei de tesão e lancei vários jatos de porra quente dentro daquela xaninha. Ela olhou para trás e me olhou com um sorriso safado no rosto. — Você me lavou de porra por dentro da minha buceta. Isso continua metendo, quero todo o leite que esse pau delicioso tem. Fiquei ali sentindo aquela xaninha apertar o meu kct. — Tira esse pau bem devagar, passa na cara desse corno manso, ele ira chupar essa buceta todinha, disse ela. Mantendo os olhos em mim, fez sinal para tirar. — Prepara corno manso, chupa a xaninha dessa minha puta, eu quero ela limpinha. Tirei o kct, e fiz como a esposa, havia mandado, passei o kct no rosto dele. Logo vi o marido começar a chupar a xaninha dela. Para minha surpresa ele chupava tudo e engolia. Fiquei observando aquela cena diante de mim. O marido fazendo aquilo sem nenhuma hesitação, apenas a aceitação de que aquele momento fazia parte da escolha que os três haviam feito.
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