Estuprada na Casa da Tia




Eu tinha 15 anos quando isso aconteceu. E eu nunca mais consegui esquecer.
Tinha combinado de passar o fim de semana na casa da minha tia. Quando cheguei, ela não estava. Só o marido dela, o tio Marcos, e o amigo dele, Ricardo. Um homem maduro, uns cinquenta e poucos, corpo ainda firme, peito peludo, mãos grandes. Eles estavam na sala tomando cerveja, já meio embriagados, e os olhares que me deram me fizeram tremer.
— Sua tia foi trabalhar de última hora — disse o tio, sem levantar os olhos da lata. — Fica à vontade, sobrinha.
Eu me sentei no sofá, desconfortável. Ricardo me olhava de um jeito que me deixou tensa. Os olhos dele desciam pelo meu corpo sem nenhum pudor, como se já estivesse me despindo. Tentei puxar conversa, mas o clima estava pesado demais. Depois de um tempo, falei que ia tomar banho só para me afastar.
Quando saí do banheiro com a toalha enrolada no corpo, o cabelo molhado escorrendo pelas costas, os dois já estavam no quarto. Marcos sentado na beira da cama. Ricardo encostado na parede. Os dois me esperando.
Eu parei na porta, o coração disparado.
— O que vocês estão fazendo aqui? — perguntei, a voz falhando.
Ricardo deu um passo à frente. O cheiro de cerveja era forte.
— A gente tava te esperando, porra. Você chega aqui sozinha, de shortinho, provocando… achou que a gente ia ficar só olhando?
— Eu não… não tô provocando nada. Cadê a tia?
Marcos se levantou. Veio até mim e agarrou meu braço com força. Os dedos dele afundaram na minha pele.
— Sua tia não tá. E agora você não vai a lugar nenhum.
Eu tentei me soltar, mas a mão dele era grande demais. Ricardo me puxou pela nuca e beijou minha boca à força. Eu virei o rosto, tentei gritar, mas ele enfiou a língua fundo, apertando meu maxilar até doer. Marcos arrancou a toalha. Ela caiu no chão. Eu fiquei nua, tremendo, tentando cobrir os peitos e a buceta com as mãos.
— Para! Solta! Eu não quero isso!
Marcos me empurrou na cama. Eu chutei, mas ele segurou minhas pernas e abriu. Ricardo me prendeu pelos braços acima da cabeça.
— Cala a boca, vadia. Hoje você vai aprender a ser usada de verdade.
Marcos se ajoelhou entre minhas coxas e mordeu meu peito com força. Eu gritei. Os dentes afundaram, a dor foi agudo, e mesmo assim meu corpo se arrepiou inteiro. Ele chupou até eu ter certeza de que ia ficar roxo, enquanto a outra mão abria minha buceta e enfiava dois dedos de uma vez, sem nenhum carinho.
— Tá seca ainda… mas logo vai molhar — rosnou ele. — Toda putinha acaba molhando, mesmo chorando.
Eu me contorcia, chorando, tentando fechar as pernas.
— Para! Por favor! Isso é estupro!
Ricardo deu um tapa no meu rosto.
— Chora mais. Eu gosto de ver essa cara de medo.
Ele me puxou para a beira da cama e enfiou o pau grosso na minha boca sem pedir. Fundo. Até eu engasgar. Segurou meu cabelo com as duas mãos e fodeu minha garganta com violência. Eu sentia as bolas batendo no meu queixo, a falta de ar, a saliva escorrendo, os olhos lacrimejando. Meu corpo inteiro tremeu. Eu odiava, mas a boca estava sendo usada de um jeito que fazia minha buceta latejar contra a vontade.
— Olha pra mim enquanto engole, porra — mandou ele. — Quero ver essa cara de putinha engasgando no pau.
Eu olhava, porque ele puxava meu cabelo até doer. Marcos se ajoelhou atrás, abriu minha bunda e deu um tapa seco, forte, que ecoou no quarto. Depois outro. E outro. A pele queimava. Eu gemia abafada em volta do pau de Ricardo a cada tapa, tentando gritar, mas o som saía só como gemido engasgado.
— Para de bater! Ai!
Ele bateu mais. Várias vezes. A bunda latejando, a carne quente. Depois senti a língua dele no meu cu, lambendo e cuspendo. Em seguida os dedos. E logo o pau. Ele enfiou na minha buceta de uma vez, fundo, até as bolas baterem. A estocada foi tão forte que eu fui jogada para frente, engolindo ainda mais o pau de Ricardo. Eu gritava, a dor misturada com uma pressão absurda que fazia meu clitóris latejar mesmo eu não querendo.
Eles me viraram de quatro na cama. Marcos na minha frente, Ricardo atrás. Eu era forçada a chupar o pau do tio enquanto levava o do amigo fundo na buceta. Ricardo puxava meu cabelo como se fosse uma rédea e metia com força, a pele batendo alto. Marcos segurava minha cabeça e fodia minha boca no mesmo ritmo.
— Você é uma puta, né? — perguntou Ricardo, dando outro tapa na minha bunda. — Diz.
Eu balançava a cabeça, recusando. Ele puxou meu cabelo mais forte e meteu ainda mais fundo.
— Diz, caralho!
— Não… — solucei. — Não sou…
Ele tirou o pau da buceta e começou a empurrar no meu cu. Sem pressa no começo, só a cabeça. Eu senti a dor agudo, lancinante. Gritei alto.
— Não! Não no cu! Por favor!
Ele cuspiu mais uma vez e enfiou. Fundo. Eu soltei um grito longo, o corpo inteiro tremendo de dor. A pressão era tão forte que minha buceta apertou sozinha, contra a vontade.
— Isso… arromba essa putinha — riu Marcos.
Marcos saiu da minha boca, se posicionou atrás também e enfiou na buceta. Os dois dentro de mim ao mesmo tempo. Eu fiquei completamente cheia. A pressão era absurda: dor, estiramento, a sensação de estar sendo dilacerada. Eles começaram a se mover. Um entrava enquanto o outro saía. Depois os dois juntos. Eu chorava sem parar, o corpo suado, a boca aberta em gemidos de dor… e, para meu horror, um prazer sujo começava a crescer no fundo da barriga.
— Porra, que apertada — gemeu Ricardo. — Essa putinha aperta os dois mesmo chorando.
Marcos puxou meu cabelo para trás e mordeu meu ombro. Forte. Eu senti os dentes e soube que ia ficar marcado. Depois mordeu o lado do pescoço. Eu gemia de dor, pedindo para pararem, mas eles só aceleravam. Meu corpo tremia. Eu estava gozando. Eu não queria, mas estava gozando, apertando os paus deles com força enquanto as lágrimas escorriam.
Eles me foderam assim por um tempo que eu nem consegui medir. Quando Ricardo gozou no meu cu, eu senti o jato quente pulsando lá dentro. Marcos gozou logo depois, enchendo minha buceta. Os dois creampies escorrendo juntos enquanto eu ainda tremia e soluçava, o orgasmo ainda latejando.
Mas não acabou.
Eles me viraram de barriga para cima. Ricardo se sentou no meu peito e enfiou o pau de novo na minha boca, sujo da minha própria porra e do gel. Marcos abriu minhas pernas e chupou a mistura que escorria de mim, depois cuspiu tudo de volta para dentro e enfiou os dedos, empurrando.
— Não deixa sair. Essa porra agora é sua.
Eu tentava virar o rosto, mas Ricardo me dava tapas no rosto, leves no começo, depois mais fortes. Eu chorava e pedia para parar, mas a boca continuava sendo fodida.
— Bate. Marca essa cara de puta.
Ele bateu. Eu senti o ardor e a humilhação. Depois ele me puxou para o banheiro. Me fez ajoelhar no box à força.
— Abre a boca. Língua para fora.
Eu recusei. Marcos segurou meu cabelo e me forçou. Ele mijou primeiro. O jato quente bateu no meu rosto, escorreu pelos peitos, entrou na minha boca. Eu engasguei, engoli o que deu e deixei o resto escorrer. O cheiro forte, o gosto, a humilhação… eu estava tremendo de nojo e, ao mesmo tempo, minha buceta escorria.
— Mais — riu Ricardo. — Mija na buceta dessa vadia.
Ele fez. Segurou meu cabelo, abriu minhas pernas com o pé e mijou direto na minha buceta aberta e ainda escorrendo porra. Eu gemi de nojo, tentando fechar as pernas, mas a mão dele me impedia.
Eles me foderam de novo ali mesmo, no chão molhado. Marcos me prendeu contra a parede fria e meteu com força, uma mão no meu pescoço (apertando o suficiente para eu sentir medo) e a outra batendo na minha coxa. Ricardo me fez chupar as bolas dele enquanto isso. Depois trocaram. Eu levei tapa, mordida no peito, no ombro, na coxa interna. Cada mordida eu gritava. Eu não queria ficar marcada. Eu só queria que aquilo acabasse. Mas meu corpo continuava reagindo, molhando, latejando.
No quarto de novo, Marcos pegou o celular.
— Quer que grave? — perguntou rindo.
Eu estava destruída, o corpo latejando, a boca inchada, a bunda queimando, a buceta e o cu abertos e sensíveis, o rosto molhado de lágrimas.
— Não… por favor, não grava…
Eles gravaram mesmo assim. Me fizeram cavalgar à força, me deram tapa, me morderam, gozaram dentro de novo. Me fizeram falar putaria olhando para a câmera sob ameaça. Mostraram a buceta cheia, o cu escorrendo, o rosto sujo de saliva, porra e mijo. Me fizeram receber mijo de novo na frente da câmera enquanto eu chorava… e gozei de novo, contra a vontade, enquanto o jato caía no meu peito.
Foi nesse momento, enquanto Ricardo enfiava um vibrador grosso na minha garganta e os dois faziam uma DPA no meu cuzinho — os dois paus grossos esticando meu cu ao máximo, entrando e saindo juntos, me dilacerando — que a porta do quarto se abriu.
Minha tia Paula estava parada ali, a bolsa ainda na mão, os olhos arregalados de puro horror.
— Que porra é essa?! — gritou ela, a voz tremendo. — Marcos?! Ricardo?! O que tá acontecendo aqui?! Para! Para agora!
Marcos nem tirou o pau do meu cu. Só olhou para ela com um sorriso sujo, ainda metendo.
— Chegou bem na hora, esposa. Entra e fecha a porta.
Paula deu um passo para trás.
— Vocês estão estuprando minha sobrinha! Eu vou chamar a polícia! Solta ela agora!
Ricardo riu, empurrou o vibrador mais fundo na minha garganta até eu engasgar e virou para ela.
— Você não vai chamar ninguém, puta. Tranca a casa, Marcos.
Marcos se levantou rápido, ainda de pau duro escorrendo, foi até a porta, trancou tudo e tirou a chave. Depois se virou para Paula.
— Tira a roupa. Agora.
— Não! Vocês estão loucos! — ela gritou, tentando correr para a porta.
Ricardo a agarrou pelo cabelo, puxou com força e rasgou a blusa dela. Marcos puxou a saia e a calcinha de uma vez. Em segundos ela estava nua, tentando se cobrir, chorando.
— Para! Eu sou sua mulher! Você não pode fazer isso!
— Agora você é só mais uma puta pra gente usar — rosnou Marcos, empurrando ela na cama ao meu lado. — Abre as pernas.
Eles nos usaram igualmente. Eu e minha tia, lado a lado, sendo fodidas sem nenhum descanso.
Ricardo enfiou o pau na boca de Paula enquanto Marcos metia no cu dela. Eu era forçada a chupar as bolas de um enquanto o outro me fodia. Quando um focava em mim, a outra tinha que servir: chupar, lamber, segurar o pau, engolir porra. Quando focavam nela, eu era obrigada a fazer o mesmo.
Eles bebiam cerveja o tempo todo, cheiravam pó na nossa bunda, no nosso peito, e depois enfiavam o pau de novo. Não paravam. Nunca.
— Olha só, esposa… sua sobrinha aperta o cu melhor que você — Ricardo ria, metendo os dois paus no meu cu enquanto Paula era forçada a chupar meu peito.
— Cala a boca e engole, Paula — mandava Marcos, enfiando o pau na garganta dela até ela engasgar. — Sua sobrinha já aprendeu. Agora é sua vez.
Paula chorava, pedia, gritava.
— Marcos, por favor… eu te amo… para com isso…
— Você vai amar levar porra no cu também — ele respondia, socando fundo.
Eles nos viravam, nos empilhavam, nos faziam nos chupar enquanto éramos fodidas.
— Agora vocês duas vão se chupar — ordenou Ricardo, puxando meu cabelo e empurrando meu rosto entre as pernas da minha tia. — Chupa essa buceta, sobrinha. E você, Paula, chupa a dela.
Eu tentei recusar, mas ele segurou minha nuca e enfiou minha boca na buceta molhada da minha tia. O gosto dela invadiu minha língua. Paula soluçava, mas quando Marcos empurrou a cabeça dela entre minhas coxas, a língua dela tocou meu clitóris.
— Ahhh… não… — gemi eu, a voz quebrada. — Tia… isso é… ahhh…
— Continua chupando, porra — rosnou Ricardo, metendo no meu cu enquanto eu lambia a tia. — Mais fundo. Usa a língua.
A língua da minha tia começou a se mexer contra a vontade, lambendo minha buceta aberta e escorrendo. Eu gemia alto, chorando, mas o prazer era absurdo.
— Aih… tia… tá gostoso demais… — solucei, chupando o clitóris dela com força. — Não para… por favor não para…
Paula gemia abafada entre minhas pernas:
— Ahhh… sobrinha… eu tô gozando… não quero… mas tô… ahhh caralho…
Nós duas gozamos juntas, como duas putas. O corpo inteiro tremeu. Eu apertava a língua dela com a buceta enquanto gozava, chorando e gemendo ao mesmo tempo. Paula gozou na minha boca, o líquido escorrendo pelo meu queixo, o corpo dela se contorcendo.
— Olha só essas duas putas gozando — riu Marcos. — Chora e goza. Perfeito.
Eles nos fizeram nos chupar de novo e de novo. Eu com a cara enfiada na buceta da minha tia enquanto levava pau no cu e na boca. Ela com a língua na minha enquanto era arrombada. Cada vez que a língua dela me tocava, eu gozava. Cada vez que eu chupava ela, ela gozava. Gemidos, choros, xingamentos e orgasmos misturados.
— Ahhh… mais… chupa mais forte, tia… — eu pedia entre lágrimas, o corpo trepidando. — Tô gozando de novo… ahhh porra…
— Sobrinha… sua língua… ahhh… eu não aguento mais… tô gozando outra vez… — ela gemia, a voz rouca de tanto chorar e gozar.
Dez horas seguidas. Sem um minuto de trégua. Só paus, porra, mijo, tapas, mordidas, gritos, gemidos e o cheiro de sexo e droga no quarto trancado. Nós duas gozando igual putas, mesmo chorando, mesmo odiando, mesmo sendo estupradas. A língua uma da outra foi a coisa mais gostosa que eu já senti na vida.
Quando um gozava, o outro continuava. Quando os dois gozavam, tomavam mais cerveja, cheiravam mais e voltavam. Eu e minha tia estávamos destruídas, corpos latejando, buracos abertos, rostos inchados de tapa e lágrimas, cobertas de porra e mijo, ainda gozando e se chupando quando eles mandavam.
— A gente vai fazer isso a noite toda — Ricardo falava, enfiando o pau de novo no meu cu enquanto Marcos metia na boca de Paula. — Vocês duas agora são nossas putas pessoais.
Paula soluçava ao meu lado, a voz rouca de tanto gritar e gozar:
— Me desculpa, sobrinha… me desculpa… mas tá tão gostoso… ahhh…
Eu não conseguia responder. Só chorava e gozava enquanto eles continuavam nos usando, trancadas naquela casa, sem nenhuma chance de sair.
Dez horas. Sem parar. Até o corpo não aguentar mais.

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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Estuprada na Casa da Tia

Codigo do conto:
268194

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/07/2026

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