Estuprada na casa da tia (Parte 2 - uma semana depois)



Uma semana se passou desde aquela noite que mudou tudo.
Eu e minha tia Paula marcamos de sair juntas para tomar açaí. Escolhemos um lugar calmo, longe de conhecidos. Sentamos numa mesinha no canto, os copos grandes na frente, e o silêncio durou só até o primeiro gole.
Paula olhou para mim por cima do canudo, os olhos um pouco vermelhos, a voz baixa:
— Você também não consegue parar de pensar nisso, né?
Eu balancei a cabeça, sentindo o rosto esquentar.
— Toda vez que lembro… da sua língua na minha buceta… do jeito que a gente gozou uma na outra enquanto eles nos fodia… eu fico molhada na hora. E fico me perguntando se a gente virou lésbica de verdade depois daquilo.
Ela riu sem graça, mas os olhos dela brilharam de tesão puro.
— Eu também, sobrinha. Eu choro quando lembro do que o Marcos e o Ricardo fizeram… das horas sem parar, dos tapas, do mijo, da dor… mas quando lembro da gente se chupando, eu gozo. Já me masturbei três vezes só essa semana pensando na sua boca na minha buceta. Uma vez no banheiro do trabalho. Outra de madrugada, com o vibrador enfiado até o fundo enquanto eu lembrava do gosto da sua gozada.
Eu apertei as pernas uma na outra sob a mesa. Minha calcinha já estava úmida só de ouvir ela falar.
— Eu também. Toda noite. E toda manhã. Ontem eu gozei duas vezes seguidas só lembrando de quando você mijou na minha boca de tanto prazer. Eu chupo meus próprios dedos depois e fico imaginando que é a sua língua de novo.
Paula mordeu o lábio inferior.
— A gente tá fodida, né? Literalmente.
Terminamos o açaí rápido demais. Quase não conversamos mais. O clima entre nós duas estava tão carregado que qualquer palavra a mais ia fazer a gente se atacar ali mesmo. Fomos direto para a casa dela. O tio Marcos tinha saído para jogar bola com os amigos e só costumava voltar tarde da noite, quase de madrugada.
Subimos as escadas em silêncio. Entramos no quarto de casal. Paula trancou a porta por reflexo, depois riu baixo.
— Costume… mesmo sabendo que ele não chega cedo.
Deitamos na cama grande, ligamos a televisão só para ter um barulho de fundo. Um filme qualquer, romance besteira. Em menos de dez minutos a mão dela deslizou pela minha barriga, por baixo da blusa, e desceu devagar até a barra da minha calcinha.
— Ainda dói? — perguntou, a voz rouca, os dedos já brincando com o elástico.
— Um pouco… a buceta ainda tá sensível, o cu também… mas tá latejando tanto que eu nem ligo mais pra dor.
Ela puxou a calcinha para o lado com cuidado. Meus lábios estavam um pouco inchados, ainda marcados do estupro de uma semana atrás, mas encharcados, brilhando. O dedo indicador dela roçou devagar no meu clitóris e eu soltei um gemido longo, virando o rosto contra o travesseiro.
— Tia… ahhh…
Paula desceu o corpo inteiro entre minhas pernas, abriu minhas coxas com as mãos grandes e enfiou a língua na minha buceta sem aviso. Aquela mesma língua maldita que me fez gozar chorando enquanto os dois nos arrombavam. Agora ela chupava com vontade, lambendo de baixo para cima, sugando o clitóris, enfiando a ponta da língua dentro de mim e mexendo em círculos.
— Ahhh… caralho… tia… não para… chupa mais forte…
Eu gozei rápido demais. O corpo inteiro tremeu, as coxas apertando a cabeça dela com força, os dedos puxando o cabelo dela. Um jato quente saiu de mim e molhou o queixo dela. Paula não parou. Continuou chupando, bebendo tudo, até eu gozar de novo, choramingando de prazer, as pernas balançando no ar.
— Porra… sobrinha… você goza tanto quanto naquela noite — ela falou, a voz molhada, subindo para me beijar.
Nos beijamos como loucas. O gosto da minha própria buceta na boca dela me deixou ainda mais molhada. Nós nos despimos completamente, jogando roupa para todo lado. Eu chupei os peitos dela com fome, mordei os mamilos até ela gemer, desci pela barriga e enfiei a língua na buceta da minha tia como se estivesse faminta há dias.
— Isso… chupa forte, sobrinha… ahhh porra… enfia a língua… mais… assim…
Ela gozou na minha boca em poucos minutos, o corpo se arqueando, as unhas cravadas nas minhas costas. O líquido dela escorreu pelo meu queixo e pingou nos meus peitos.
Encontramos o vibrador na gaveta. O mesmo que Ricardo tinha enfiado na minha garganta naquela noite. Agora a gente usava com vontade absoluta.
Paula ligou o brinquedo no máximo e empurrou fundo na minha boca até eu engasgar. Eu gemia em volta dele, a garganta vibrando, saliva escorrendo em fios grossos pelo queixo e caindo nos meus peitos.
— Mais fundo… — ela mandou, a voz safada, segurando meu cabelo. — Engole igual eles faziam… mas agora porque você quer. Deixa ele alargar essa gargantinha puta.
Eu engoli. O vibrador grosso vibrava fundo, fazendo minha garganta latejar. Enquanto isso eu chupava a buceta dela com desespero. Depois trocamos. Eu enfiei o vibrador até o fundo da garganta dela e chupei seu clitóris até ela gozar gritando, o corpo inteiro se contorcendo.
— Ahhh caralho… sobrinha… eu tô gozando… não para…
Pegamos os consolos. Enfiamos um na buceta da outra e fodemos juntas, rebolando uma contra a outra, gemendo alto, nos beijando desesperadas. O prazer foi tão forte que eu mijei. O jato quente saiu enquanto eu gozava, molhando a cama, a mão dela e minhas próprias coxas.
— Ahhh caralho… eu tô mijando de tanto gozar… tia… olha… — gritei, sem nenhum pudor.
Paula gozou logo depois e também mijou, o corpo todo tremendo, o líquido quente escorrendo pela minha mão que ainda segurava o consolo dentro dela.
— Sobrinha… a gente é duas putas mesmo… duas putas que gozam e mijam de tanto prazer…
Foi exatamente nesse momento que ouvimos a voz rouca e carregada de tesão na porta do quarto:
— Que putaria gostosa pra caralho…
O tio Marcos estava parado ali, de pau duro já fora da calça, a mão segurando o próprio pau grosso, olhando tudo com um sorriso sujo. Nós duas congelamos por um segundo, exaustas, cobertas de saliva, gozo e mijo, as pernas abertas, os consolos ainda dentro.
Ele não perguntou nada. Não gritou. Só se aproximou, puxou meu cabelo com força e enfiou o pau inteiro na minha boca de uma vez.
— Continuem se chupando. Eu quero ver vocês duas se lambendo enquanto eu uso esses corpos destruídos.
Nós já não tínhamos força para resistir. E, honestamente… não queríamos mais.
Ele nos fodeu uma de cada vez, depois as duas juntas. Me deu tapa forte no rosto enquanto metia, depois outro na bunda, me fazendo dar o cuzinho de quatro enquanto minha tia chupava minhas tetas e o clitóris ao mesmo tempo. Depois enfiou o pau na buceta dela e me fez chupar as bolas sujas dele.
— Vou te engravidar, sobrinha — rosnou ele, metendo fundo na minha buceta ainda sensível, a mão apertando meu pescoço. — Quero ver essa barriguinha crescer com meu filho. Quero gozar todo dia dentro de você até pegar.
A frase me fez gozar na hora, o corpo se contorcendo violentamente, a buceta apertando o pau dele com força.
— Ahhh… engravidá… por favor… enche… ahhh caralho… — gemí, sem nenhuma vergonha, as lágrimas de prazer escorrendo.
Ele me deu mais tapas na cara, me virou de quatro de novo e me fez beber o mijo dele de joelhos, a boca aberta, a língua para fora. Minha tia fez exatamente igual, ajoelhada ao meu lado, engolindo o jato quente enquanto ele ria.
— Isso… duas putas bebendo mijo juntas… perfeito.
Os dois gozamos tantas vezes que o corpo não aguentava mais. Cada estocada, cada tapa, cada gozada nos fazia tremer igual cadelas no cio. Eu gozei enquanto ele metia no meu cu. Paula gozou enquanto chupava meu peito. Eu gozei de novo quando ele falou de novo que ia me engravidar. Paula gozou quando ele mandou ela chupar a porra que escorria da minha buceta.
No final ele gozou dentro da minha buceta com força, segurando meus quadris, jato atrás de jato quente enchendo meu útero. Tirou o pau escorrendo e empurrou direto na boca da minha tia.
— Chupa o leite da sua sobrinha. Engole tudo. Limpa essa bucetinha que eu acabei de engravidar.
Paula chupou obediente, limpando o pau dele e a minha buceta ao mesmo tempo, engolindo tudo enquanto eu ainda tremia com a porra escorrendo de mim.
Marcos se deitou no meio de nós duas, satisfeito, acariciando nossas bundas doloridas e marcadas de tapa.
— Agora vocês duas são minhas de verdade. Sem mimimi. Sem choro. Só putaria. Toda vez que eu quiser, vocês abrem as pernas e o cu. Entendeu!?
Eu e minha tia nos olhamos por cima do peito dele. Cansadas, destruídas, molhadas, marcadas, com a buceta latejando e o gosto de porra e mijo na boca… e sorrindo como duas putas completas.
Já que não podíamos com o inimigo… a gente se juntou a ele.
Ou melhor: a gente deu pra ele.
E a gente ia continuar dando.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Estuprada na casa da tia (Parte 2 - uma semana depois)

Codigo do conto:
268196

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/07/2026

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