As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa: reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou VII

O outro dia


Acordei cedo, antes que a casa começasse a se movimentar.
Por alguns segundos, permaneci olhando para o teto, tentando organizar os acontecimentos da noite anterior. Tudo parecia ter acontecido rápido demais. A festa, a conversa com a esposa do promotor, a volta até a casa do meu compadre e, principalmente, a sensação de que alguma coisa havia mudado definitivamente.
Levantei-me em silêncio e fui até a cozinha.
Meu compadre já estava acordado, sentado à mesa com uma xícara de café nas mãos.
Ele me olhou, abriu um sorriso e balançou a cabeça.
— Caramba, compadre, você já está aqui.
— Estou.
Ele soltou uma pequena risada.
— E em menos de uma semana, duas mulheres diferentes, de idades diferentes e de gênios completamente opostos.
Peguei uma xícara e me servi de café.
— Você está contando?
— Impossível não contar, respondeu, divertindo-se. Uma completamente diferente da outra. E você conseguiu se meter nas duas histórias praticamente ao mesmo tempo.
— Eu não planejei nada disso.
— Eu sei. É justamente isso que torna tudo mais interessante.
Ficamos alguns segundos em silêncio, tomando café.
Foi quando ouvimos passos vindo pelo corredor.
Meu compadre levantou os olhos.
Eu me virei.
Para nossa surpresa, a esposa do promotor apareceu na porta. Estava vestida de maneira extremamente informal, usando uma camisa não muito comprida, deixando amostra a peça de roupa íntima de cor preta.
Ela sorriu naturalmente.
— Bom dia.
Meu compadre ficou olhando para ela por um instante, claramente surpreso.
— Bom dia.
Ela caminhou até a mesa, puxou uma cadeira e se sentou ao meu lado.
Pegou minha xícara por um instante, provou o café e fez uma expressão pensativa.
— Está bom.
— É meu, falei.
— Agora é nosso, ela respondeu.
Meu compadre começou a rir.
— Eu definitivamente não estava preparado para esta manhã.
Ela ignorou o comentário e voltou-se para mim.
— Dormiu bem, Coronel?
— Depois de uma noite dessas?
Ela sorriu.
— Então venha comigo.
— Para onde?
Ela se levantou e estendeu a mão.
— Para o quarto.
Olhei para meu compadre.
Ele levantou as duas mãos.
— Nem precisa me explicar nada.
Ela continuou esperando.
— Vamos, Coronel. O dia vai começar a partir de agora.
Segurei sua mão e me levantei.
Caminhamos pelo corredor enquanto meu compadre permanecia na cozinha, rindo sozinho da situação.
Ela abriu a porta do quarto de hóspedes e entrou.
Antes de fechar a porta, olhou para mim.
— Acho que ainda tenho muito tesão recolhido para você me saciar com esse pau.


A manhã avançava


Ao perceber que já passavam das dez da manhã, finalmente nos demos conta de que o tempo havia passado depressa demais.
Ainda cansados, permanecemos alguns instantes em silêncio, tentando recuperar o fôlego e organizar os pensamentos.
Ela foi a primeira a falar:
— Preciso ir embora.
Olhei para ela.
— Já?
— Sim. Se eu demorar demais, vão começar a fazer perguntas.
Antes de sairmos do quarto, ela abriu a bolsa e retirou duas coisas.
— Quero que fique com isso.
Colocou em minha mão uma pulseira delicada e, depois de hesitar por um instante, entregou-me uma pequena lembrança pessoal da noite anterior.
Fiquei olhando para ela, surpreso. Era a sua calcinha.
— Para você lembrar de mim disse, sorrindo.
Então ela se levantou.
— Não vou tomar banho.
— Não?
Ela balançou a cabeça.
— Eu quero que meu marido perceba que cheguei diferente, com a buceta leiteada, por isso pedi que gozasse na buceta e no cuzinho. Quero chegar em casa com o aspecto de uma mulher que foi usada e abusada a noite inteira.
Vestiu-se, ajeitou os cabelos e respirou fundo diante do espelho.
— Agora vamos.
Saí do quarto primeiro e encontrei meu compadre na cozinha.
— Compadre, posso pegar seu carro emprestado?
Ele olhou para mim, depois para ela, e abriu um sorriso.
— Pode. As chaves estão ali.
Pouco depois, saímos da garagem fechada e seguimos em direção à casa do casal.
Durante o trajeto, ela permaneceu próxima de mim, fazendo carinho em meu kct.
— Coronel, esse pau é delicioso. Agora descobri, porque Aline jamais te esqueceu. O senhor, sabe usar muito bem essa arma aqui.
Depois de alguns minutos, perguntou:
— Coronel, o senhor tem algum compromisso hoje?
— Que eu saiba, não.
Ela sorriu.
— Então antes do almoço eu te ligo.
— Para quê?
— Quero que venha almoçar na minha casa.
— Hoje?
— Hoje.
Ela olhou pela janela e depois voltou a me encarar.
— O sol finalmente apareceu.

O telefonema


Deixei a esposa do promotor em casa e voltei para a casa do meu compadre. Estávamos sentados no escritório do meu compadre, conversando sobre os acontecimentos da noite anterior.
De repente, o celular dele tocou.
Ele olhou para a tela e levantou uma sobrancelha.
— Compadre, olha quem está me ligando.
Mostrou-me o celular.
Era o promotor.
Meu compadre atendeu e, depois de um breve cumprimento, colocou a ligação no viva-voz.
— Doutor, bom dia.
A voz do promotor veio do outro lado da linha, descontraída.
— Doutor, primeiro quero agradecer ao Coronel pela noite passada.
Meu compadre olhou para mim.
Permaneci em silêncio.
O promotor continuou:
— Minha esposa chegou em casa completamente acabada. Está descansando agora. Pelo jeito, a noite foi intensa. Eu a chupei todinha. Limpei todo o resquício de gala deixada pelo Coronel.
Ele deu uma pequena risada.
— Confesso que fiquei muito satisfeito com tudo o que aconteceu. É uma situação que nós dois entendemos e aceitamos, e saber que ela se divertiu me deixou muito feliz.
Fiquei alguns segundos sem saber o que responder.
Então ele continuou:
— Aliás, quero convidar vocês dois para almoçarem conosco.
Meu compadre sorriu.
— Hoje?
— Hoje. E não aceito um não como resposta.
Meu compadre olhou para mim.
Fiz que sim com a cabeça.
— Está certo, doutor. À uma da tarde estaremos chegando.
— Perfeito. Estarei esperando vocês.
A ligação terminou.
Meu compadre colocou o celular sobre a mesa e ficou alguns segundos olhando para mim.
— Compadre.
— O quê?
— Existe uma diferença interessante entre um gay e um corno manso.
— Qual?
Ele recostou-se na cadeira e sorriu.
— No meu caso, existe liberdade. Eu gosto de homens, minha esposa sabe disso e nós construímos nossa relação dessa maneira. Não existe segredo entre nós.
Fez uma pausa.
— Já no caso de um homem que aceita esse tipo de relação com a esposa, existe uma dinâmica completamente diferente. Ele pode sentir prazer justamente em saber que ela tem liberdade para viver experiências com outros homens mas chegar ao ponto de limpar a esposa.
Ele sorriu.
— No fim das contas, cada casal encontra a própria maneira de ser feliz.
Fiquei olhando para ele.
— Você realmente não se surpreende com mais nada, não é?
Ele soltou uma gargalhada.
— Depois de tudo o que aconteceu nesta semana, compadre, acho que já estamos além da capacidade de nos surpreendemos.
Olhei para o relógio.
Ainda faltava algum tempo para a uma da tarde.
Mas uma coisa era certa: aquele almoço prometia ser muito diferente de qualquer almoço comum.


A chegada da tarde

Chegamos à casa do promotor pouco antes da uma da tarde.
Ele nos recebeu pessoalmente, com um sorriso descontraído, como se a noite anterior tivesse sido apenas o começo de uma conversa que ainda precisava continuar.
— Entrem. Quero mostrar uma coisa a vocês.
Acompanhamos o promotor até um jardim de inverno nos fundos da residência. O ambiente era reservado e muito agradável. Havia plantas por todos os lados, algumas poltronas confortáveis e, em um dos cantos, um pequeno aquário iluminado.
Ele nos serviu uma bebida e começamos a conversar sobre assuntos diversos.
Apesar de falar tranquilamente, percebi que, de tempos em tempos, ele me olhava de maneira diferente. Parecia querer perguntar alguma coisa, mas não encontrava coragem.
Depois de alguns minutos, finalmente respirou fundo.
— Doutor, disse para o meu compadre.
— Sim?
— Eu não aguento mais. Preciso perguntar uma coisa ao Coronel.
Antes que pudesse continuar, ouvimos uma voz vindo do corredor.
— Acalme-se, homem.
Era a esposa dele.
Ela entrou no jardim de inverno sorrindo. Estava de biquíni com uma roupa de praia cobrindo.
— Eu já lhe disse que adorei passar a noite com o Coronel.
O promotor ficou sem jeito por alguns segundos.
— Mas eu preciso saber se ele gostou de você.
Ela cruzou os braços e sorriu.
— Você sabe muito bem como funciona nossa relação. Se está tão curioso, pergunte diretamente a ele.
Depois olhou para o marido, divertida.
— Vai lá então. Mate sua curiosidade.
Em seguida, voltou-se para mim.
— Coronel, o senhor gostou de ter passado a noite comigo?
Fiquei olhando para os dois, tentando processar aquela situação.
Era tudo muito diferente do que eu imaginava quando aceitei o convite para aquele almoço.
Sorri.
— Sim. Gostei muito.
Ela pareceu satisfeita.
— Está vendo? Não precisa ficar tão nervoso.
O promotor respirou fundo.
— E gostaria de encontrá-la novamente?
Percebi que aquela pergunta tinha um significado muito maior.
Entrei no jogo.
— Se ela quiser e se vocês dois estiverem de acordo, sim.
A esposa dele abriu um sorriso.
— Então acho que temos uma resposta.
Meu compadre, sentado ao lado, apenas balançou a cabeça, divertindo-se com a situação.
O promotor levantou o copo.
— Então brindemos à sinceridade.
Erguemos nossas taças.
Naquele momento, percebi que aquele almoço havia deixado de ser apenas um convite de cortesia.
Havia uma espécie de pacto silencioso sendo construído entre nós baseado em confiança, liberdade e, acima de tudo, consentimento.
E eu começava a perceber que aquela história estava apenas começando.
Depois daquela conversa, a esposa do promotor aproximou-se de mim.
— Venha, Coronel. Deixe esses dois homens da lei discutirem o assunto. Tenho outros planos para nós dois.
Levantei-me e a acompanhei.
— Já tomei bastante sol, mas ainda quero aproveitar o dia.
Pegou uma toalha e apontou para o corredor.
— Venha comigo. Quero que me faça companhia.
Seguimos até um banheiro mais reservado, localizado nos fundos da casa. O ambiente era amplo, com uma área destinada ao banho e acesso direto ao jardim.
Ela colocou algumas coisas sobre a bancada e, de repente, pegou o celular.
— Preciso avisar meu marido de uma coisa.
Ligou para ele.
— Querido, o Coronel está comigo.
Fez uma pausa e sorriu.
— Quero que avise ao juiz que venha até aqui.
Do outro lado da linha, o marido pareceu entender imediatamente.
— Sim, estamos indo.
Ela desligou e guardou o celular.
Olhou para mim com aquele mesmo sorriso provocador que eu já conhecia.
— Parece que nosso almoço acabou tomando um rumo completamente diferente.
— Pelo visto.
Ela se aproximou.
— E ainda temos a tarde inteira.
Pouco depois, ouvimos passos se aproximando pelo corredor.
Meu compadre e o promotor apareceram à porta. Meu compadre com o celular na mão.
Ele olhou para nós e começou a rir.
— Eu sabia que esse almoço não terminaria normalmente.
Ela respondeu, divertida:
— Coronel, acho que ainda vamos dar bastante trabalho para esses dois que irão ficar assistindo. Enquanto um irá se masturbar o outro registra as fotos
Meu compadre levantou o celular.
— Então vamos ver como termina mais essa história.

Cheguei na região do sul, para a instrução no dia 17/8. E hoje dia 12/9, estou indo embora. Está foi só a primeira semana da minha estadia. As fotos foram registradas pelo meu compadre o Juiz com o marido o promotor se masturbando.

Foto 1 do Conto erotico: As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa: reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou VII

Foto 2 do Conto erotico: As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa: reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou VII

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Ficha do conto

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Nome do conto:
As Amigas e Cunhadas da Minha Esposa: reencontros, memórias e histórias que o tempo não apagou VII

Codigo do conto:
272072

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/09/2026

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