Passei o feriado de Nossa Senhora Aparecida em uma chácara que já tinha reservado a um tempo por um desses sites de habitação o qual não vou fazer propaganda aqui. A chácara tinha duas casas, uma do caseiro, em que ele morava com a esposa e a filha de 16 anos e a outra a casa de hóspedes, que eu fiquei. Também tinha uma piscina, um belo jardim e uma estrada que levava para a cidade em meio a muitas árvores, sem vizinhos por perto.
O caseiro chamava-se José, tinha seus 40 e poucos anos com uma aparência mais velha, a esposa chamava-se Mara, uns 30 e poucos anos, bonita, era branca de olhos castanhos claros, magra com cabelos lisos na altura das costas, vaidosa, dava para perceber que se cuidava, apesar de sua simplicidade E Annelise era a filha, a Anne, magrinha também, baixinha, tinha no máximo 1,60, seio e bunda um pouco menores que os da mãe, bem proporcionais ao seu corpo, era linda.
Fui muito bem recebido por eles e fiquei horas papeando e tomando cerveja com José enquanto Mara preparava o jantar. Annelise mais tímida não estava na sala na maior parte do tempo, mas às vezes passava por nós com seu shortinho preto, blusinha verde água e chinelo. Jantamos e fui para minha acomodação.
No sábado de manhã tomamos café juntos, um clima bem agradável, Anne mais solta à mesa. Depois do café voltei para minha casa/chalé, coloquei minha sunga branca, a única que tinha levado, e fui para a piscina. Tentei nadar um pouco, mas a piscina não era tão grande e nem tão funda, então me contentei em relaxar um pouco na água. Percebi que estava sendo observado e quando olhei para a casa do caseiro a Anne estava na janela do quarto dela. Me acenou com um oi, sorriu e voltou para dentro.
O dia passou, fui na cidade, turistei um pouco e à noite jantamos juntos novamente. E percebi que a famíila toda estava mais à vontade comigo, inclusive Anne. Fiquei interessado, mas não tinha surgido a oportunidade de conversar sozinho com ela. Era uma situação delicada, porque a depender de como as coisas se desenrolassem eu poderia simplesmente ser expulso do lugar.
No domingo eu acordo com um barulho de alguém pulando na piscina. Puxei um pouquinho a cortina e olhei pela janela. Estava um sol já forte para o horário e como tinha acabado de acordar tive um pouco de dificuldade para enxergar. Coloquei a mão em cima dos olhos para tapar o sol vi que era Anne. Fiquei ali por uns minutos observando ela nadar e, para minha surpresa, quando ela sai da piscina não está de biquine, mas de calcinha e sutien, um conjuntinho amarelo de algodão na qual a calcinha molhada estava deixando à vista a sua bucetinha molhada. Meu pau ficou duro na hora, mas fiquei quietinho para ela não perceber que eu a estava olhando.
Deixei passar uns 15 minutos e nesse meio tempo fiz minha higiene. Então saí para tomar café e quando chego na casa só está a Anne, com cabelos molhados mas já seca e vestida com um vestidinho simples vermelho.
- Bom dia, Anne! Tudo bem? Onde estão seus pais?
- Bom dia, Vinicius. Foram na missa, daqui há pouco eles chegam.
- Hum... Eles são bem religiosos?
- Você nem imagina. Amanhã eles vão passar o dia na cidade por causa da festa de Nossa Senhora Aparecida.
- E você vai com eles?
- Ah, tenho paciência não.
A conversa continuou sem entrarmos em nenhum assunto mais pessoal. Notei que ela era tímida e respeitei. À tarde, com a sunga já limpa e seca do dia anterior, fui para a piscina novamente. E novamente notei que em determinado momento Anne apareceu na janela e acenou com as mãos e voltou para dentro de casa. Para mim normal, só estava sendo simpática.
A segunda era meu último dia de estadia na chácara. Acordei e não ouvi barulho na piscina, apesar do sol que estava. O lugar estava um silêncio e eu já sabia que provavelmente José e Mara estariam na cidade. Fui até a casa principal e lá estava Anne fazendo o café, para minha surpresa ainda de pijama, um conjuntinho com short e blusinha rosa fininhos, o short mostrando o contorno da calcinha e a blusinha denunciando os bicos dos seios sem sutien.
- Bom dia, Vinicius! Dormiu bem?
- Dormi sim, Anne. E você?
- Dormi sim, sempre durmo. Só estou com um pouco de preguiça, acordei cedo com meus pais se arrumando pra igreja.
- E que horas eles voltam?
- Hoje eles não voltam tão cedo, vai ter missa, depois carreata, festa para as crianças. Mas voltam antes de você ir embora para se despedir. Hoje as refeições são por minha conta.
- Ah é? Então hoje descobriremos se Annelise cozinha bem.
- Meu filho, você vai se surpreender.
Ela disse isso rindo enquanto terminava de passar o café e eu não conseguia tirar os olhos do seu corpo. Quando ela virava na minha direção eu disfarçava. O café seguiu normalmente, quer dizer, sem acontecer nada demais, mas com uma certa tensão no ar, às vezes olhávamos um nos olhos do outro e isso gerava um certo desconforto nela e em mim uma dúvida se deveria avançar ou não. Fui cauteloso e fiquei na minha.
Café terminado, resolvi ir para a piscina. Fui para o chalé, troquei de roupa e logo em seguida pulei com tudo na água. O barulho assustou Anne, que saiu na porta.
- Eita, toma cuidado, menino! Vai se machucar aí! Não tenho carro nem sei dirigir, até chegar ambulância aqui você já morreu! - Ela disse rindo.
- Relaxa que eu sou quase um golfinho! Por que você não entra na piscina também?
- Até queria, mas não tenho biquine.
- Como assim você tem uma piscina no quintal e não tem biquine? - Falei rindo.
- O que eu tenho ficou pequeno, apertado.
- Coloca um shortinho e uma blusinha então e entra!
Ela ficou pensativa por um momento.
- Tá bom, peraí.
Entrou e voltou instantes depois com um short branco, blusinha branca, calcinha e sutien. Não acreditei, das opções para não entrar na piscina só de calcinha aquele era o melhor dos mundos pra mim pra admirar aquela gata magrinha. Minha vontade era agarrá-la, beijá-la e comer ela ali na piscina mesmo, mas a estava respeitando ao máximo. Ela pulou na água e me disse:
- Coloquei um conjuntinho branco pra combinar com você.
- Tá linda.
- Você também é muito bonito. - Disse com o rosto corado.
- É, eu sei que você tava me admirando da janela. - Falei em tom de sarcasmo.
- Seu bobo, até parece! - Ela riu e começou a bater na água para me acertar.
Revidei e fomos chegando cada vez mais perto um do outro perto da borda até que paramos, um na frente do outro, um silêncio absoluto, só o som do vento nas árvores em volta. Um olhar fixo nos olhos, então dei um último passo em sua direção e a beijei puxando seu corpo contra o meu pela cintura com uma das mãos e a outra colocando por trás de sua nuca. Foi um beijo intenso, gostoso, sem pressa. Senti a mão dela descendo pelo meu quadril e apertando minha bunda (por que será que as meninas gostam tanto de apertar a bunda do homem?), retribuí puxando ainda mais o corpo dela contra o meu, sentindo meu pau já ficando duro. Ela percebeu e não deixou passar.
- Nossa, Vinicius, você tá ficando excitado...
- É o efeito que você tá me causando.
- É mesmo?
- Uhum. - Disse com um tom safado no ouvido dela.
- Posso tocar ele?
Se fosse uma garota da cidade não tinha nem perguntado, só tinha enfiado a mão, mas notei sua pouca experiência aparente (ou seu respeito mútuo) e achei aquilo igualmente excitante.
- Pode. - Disse ao pé do ouvido.
Então senti sua mão delicada invadindo minha sunga embaixo da água e apertando meu pau devagar.
- Ele tá quente...
- Tá sim.
Fui sentindo ela bater uma punheta devagar enquanto nos beijávamos e logo tirei sua blusinha e desabotoei seu sutien, mostrando seus seios pequenos, bicos rosados, durinhos de tesão. Como a piscina era rasa, dava um pouco acima da cintura, comecei desci minha boca, passando a língua em volta dos mamilos e em seguida comecei a chupar seus seios. Nessa hora senti sua mão relaxando e soltando um pouco meu pau.
- Nossa, VInicius, nunca ninguém tinha feito uma coisa assim comigo, tá muito gostoso.
Não respondi, continuei mamando seus seios com mais vontade. Então fiz menção de descer minha mão para a parte debaixo e ela me freiou. Entendi o limite, fiquei frustrado. Subi a sunga e me sentei na borda da piscina.
- Você ficou chateado, né. Eu sou virgem ainda...
- Não, relaxa, tá tudo bem.
- Tá tudo bem mas tô vendo que você ainda tá excitado né.
De fato, meu pau estava bem apertado na sunga, quase saindo pra fora. Tinha sentado de pernas semi abertas, então ela veio na minha direção.
- E se eu fizer uma coisa pra recompensar?
- O quê?
- Isso.
Então Anne se posicionou no meio das minhas pernas e com a piscina rasa seu rosto estava na altura do meu peito. Ela veio com as duas mãos e tirou meu pau pra fora da cueca, segurou a base com jeito e começou a chupar meio sem jeito, mas muito gostoso. Ual. Aquela boca quente contrastando com a água fria da piscina me deixou louco. Ela chupava com vontade colocando meu pau inteiro na boca e tirando.
- Anne, eu vou gozar na sua boca desse jeito, tá muito gostoso! - Falei quase sussurando de tão gostoso que estava.
Acho que ela não escutou. Senti que ia gozar, mas não queria ainda, então pedi para ela parar um pouquinho. Ela levantou o rosto me olhando com surpresa, então forcei meu corpo para frente e entrei novamente na água. Dei a volta ficando atrás dela e falei.
- Deixa eu sentir você só um pouquinho.
Ela consentiu com a cabeça. Então baixei seu short, ela estava com uma calcinha bem pequena branca. Baixei minha sunga, que acabou ficando solta na altura do joelho, e comecei a encoxá-la agarrando seus seios por trás e fazendo movimentos de vai e vem. Ela começou a gemer baixinho. Tirei a calcinha para o lado e achei que ela mandaria parar, mas ficou em silêncio, então fui empurrando meu pau procurando sua buceta e afastando ela aos poucos da borda, obrigrando a se inclinar para se segurar, até que senti meu pau entrando. Ela deu um gemido alto.
- Ai, Vinicius! Tá doendo um pouco.
- Tenta relaxar, é por causa da água, você não tá bem lubrificada.
E continuei colocando devagar até entrar inteiro naquela bucetinha apertada. Parei por um momento com o pau inteiro dentro dela.
- Tá bom assim.
- Uhum. - Ela respondeu.
Comecei então a bombar, primeiro devagar, depois com mais força, com minhas mãos em seu quadril. Sentia os seios pequenos dela balançando e ela gemendo baixinho. Fui metendo cada vez mais rápido e ela gemendo mais alto.
- Isso, VInicius, me faz mulher! Eu sou sua agora!
E fui metendo gostoso nela na piscina, cada vez com mais força e mais rápido, até que ela deu um grito e senti sua buceta apertar meu pau. Estava tendo um orgasmo. Ela colocou a mão para trás e apertou forte meu braço, me marcando com as unhas. Nisso continuei e percebi que ia gozar também. Tirei para fora e gozei na água.
Silêncio. Nos viramos um para o outro, nos olhamos, sorrimos. Levantei minha sunga e ela a calcinha e o short. Pegou o sutien e colocou de volta. Ficamos na piscina mais um tempo nos beijando e logo depois saímos. No caminho das casas pergunto:
- Quer tomar um banho comigo?
- Quero.
Levei ela para o meu chalé. Nos beijamos demoradamente na porta do banheiro, então tirei sua roupa molhada de uma forma romântica, devagar. Ela entrou, ligou o chuveiro. Tirei a sunga e entrei atrás, já de pau duro novamente. Fomos nos beijando com a água caindo sobre nossos corpos e dessa vez eu que me peguei passando a mão em sua bunda enquanto ela alisava minhas costas. De repente ela se agaixou devagar e começou a me chupar. Fechei os olhos sentindo sua boca pequena no meu pau e quando dei por mim estava segurando ela pelos cabelos e estocando meu pau em sua boca, fazendo chegar quase até a garganta. Ela se engasgou, tirou da boca, respirou, passou a mão nos olhos limpando a água, me olhou, riu e virou de costas.
- Me come, Vini!
Não exitei. Enfiei meu pau rápido e fui metendo com força.. Dessa vez dei tapas gostosos na sua bunda enquanto ela gemia. Depois de uns minutos assim pedi para ela virar de frente, a segurei por uma perna e fui metendo gostoso olhando em seus olhos. Os dois sorrindo, aproveitando, sabendo que talvez depois daquilo não nos veríamos mais. Joguei uma cartada acreditando que receberia um não:
- Anne, deixa eu comer o seu cuzinho?
- Nossa Vini, vai doer muito...
Paramos os movimentos por um momento. Ela pensativa.
- Tá, mas eu nunca fiz isso. Passa bastante saliva.
Assenti com a cabeça. Saímos debaixo da água. Passei bastante saliva no pau, principalmente na cabeça. Ela se virou, estava esperando algo doloroso. Abri um pouco suas nádegas com as mãos e comecei a forçar a cabeça no seu cuzinho. Parecia que não ia entrar. Quando começou a entrar ela reclamou que estava doendo e pedi para ela tentar relaxar. Entrou a cabeça, segui empurrando até entrar a metade e parei.
- Tá doendo muito, Anne?
- Um pouco, mas continua.
Tirei um pouco o pau deixando só a cabeça dentro e forcei de volta mais um pouquinho. Dessa vez entrou um pouco mais. Fui fazendo esse movimento devagar, cada vez colocando um pouco mais dentro e cuspindo saliva no pau para lubrificar. Então senti meu pubis encostando na bunda dela. Tinha entrado tudo. A partir daí foi aproveitar. Aos poucos ela foi relaxando e eu ia metendo e apertando aquela bundinha branca gostosa. Até que...
- VIni, mete forte que eu vou gozar denovo.
Aquilo meu deu um tesão... Comecei a estocar o mais forte que conseguia e senti que também ia gozar. Nem deu tempo de tirar, de repente sinto o corpo dela se contrair com força, seu cu apertando mais meu pau e então senti os jatos de porra saindo dentro do cuzinho dela. Mais uma vez paramos e ficamos em silêncio por um momento. Quando tirei meu pau de dentro a porra pingou. Ela se lavou rápido para se limpar e eu, instantes depois, dei aquela mijada com jatos típica do corpo do homem se autolimpando depois de uma transa.
Nisso já eram mais de 11 da manhã. Então ela foi para a casa dela para fazer o almoço. Là pelas 13h os pais dela chegaram e almoçamos todos juntos. Voltei para o chalé, organizei minhas coisas e às 15h estava fazendo o check-out. Me despedi de maneira informal de todos e percebi um sorriso meio triste da Anne.
viniciuscria525