O ônibus noturno estava quase vazio. Só ela e mais quatro homens no fundo. Maria tinha 42 anos, corpo de mulher madura: seios pesados, quadris largos, bunda grande e firme de quem ainda treina. Vestia uma saia justa preta e uma blusa decotada. Tinha acabado de sair de uma reunião e o caminho até casa era longo. Quando o ônibus parou no terminal e a porta fechou, o clima mudou. Um dos homens, mais velho, de voz baixa, falou: — Sentada sozinha no fundo, mamãe… parece que tá pedindo. Maria olhou. Não respondeu. Só abriu um pouco mais as pernas. A saia subiu. Os quatro se aproximaram. O primeiro ajoelhou na frente dela, puxou a calcinha pro lado e enterrou a língua. Os outros dois já estavam de joelhos no banco, tirando o pau pra fora. O quarto ficou atrás, de pé, e deu o primeiro tapa na bunda dela. O som ecoou no ônibus vazio. — Assim, mamãe. Levanta essa bunda. Maria obedeceu. Ficou de quatro no banco, saia levantada até a cintura, calcinha no meio das coxas. O homem atrás começou a bater de verdade. Tapas firmes, ritmados, que deixavam a pele vermelha. Cada tapa fazia a bunda dela tremer e a boca dela abrir num gemido baixo. Enquanto apanhava, o cara da frente enfiou o pau na boca dela. Maria engoliu até o fundo, babando, sem reclamar. Os outros dois se revezavam: um masturbando o pau na cara dela, o outro apertando e chupando os seios que já tinham saído da blusa. O spanking ficou mais forte. A mão batia com força, deixando marcas. Maria gemia com a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo, bunda ardendo. — Mais, mamãe. Essa bunda foi feita pra apanhar. Quando a pele já estava quente e sensível, o homem parou de bater e enfiou o pau de uma vez só. Maria gritou no pau do outro. Ele meteu fundo, rápido, segurando a cintura dela com força. Os outros se aproximaram. Um se ajoelhou na frente e enfiou o pau de novo na boca dela. O terceiro se posicionou do lado e começou a esfregar o pau na bochecha e no pescoço dela. O quarto se masturbava olhando a cena, dando tapas ocasionais na bunda já vermelha. A suruba ficou bagunçada. Maria era passada de um pro outro. De quatro, de lado, sentada no colo de um enquanto outro enfiava na boca. Eles gozavam nela sem pedir licença: no rosto, nos seios, na bunda marcada, dentro. Quando um gozava, outro entrava no lugar. A boca dela nunca ficava vazia por muito tempo. A bunda continuava recebendo palmadas entre uma metida e outra. Em um momento ela ficou de quatro no corredor estreito do ônibus, saia toda amassada, seios pendurados, bunda alta e vermelha. Dois homens metiam nela ao mesmo tempo — um na buceta, outro na boca — enquanto os outros dois davam tapas e apertavam a carne marcada. Maria gemia alto, sem vergonha, o corpo todo entregue. Quando finalmente pararam, ela estava suja de porra, a bunda latejando, a boca inchada, a saia destruída. Os homens se ajeitaram em silêncio. Um deles limpou o rosto dela com o próprio lenço, quase carinhoso. — Boa noite, mamãe. Maria só sorriu, ainda ofegante, e puxou a saia pra baixo. O ônibus continuou andando pela cidade vazia.
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