O CORNO ESCOLHEU E RECEBEU MUITO LEITE

O sol da manhã entrava pela janela do quarto, dourando a pele negra de Dandara enquanto ela se espreguiçava na cama. O cinto de castidade ainda apertava o pau preso dele.

— Levanta, seu corno — ela disse, sentando-se e cruzando as pernas. — Hoje eu vou na academia. E você vai me escolher a roupa.

Ele sorriu com os olhos brilhando.

— Escolhe — ela mandou, apontando pro guarda-roupa aberto.

Ele se levantou, devagar, e foi até o guarda-roupa. Passou os dedos pelas roupas, pensando. Então parou num conjunto branco. Top cropped, super justo, com um tecido tão fino que era quase transparente. Legging branca, colada, com o mesmo tecido leve que deixava ver cada curva da bunda grande dela. E a calcinha: branca, com uma estampa na frente que dizia "DEVOLVER CHEIA" em letras vermelhas, e nas costas, um fio dental fino, com o elástico superior escrito "PUTA DE CORNO".

— Isso — ele disse, segurando a roupa. — Perfeito.

Ela pegou a roupa, olhou pra ele, e sorriu.

— Tem certeza absoluta?

Ele sorriu e acenou com a cabeça.

Na Academia

A porta da academia se abriu e todos olharam.

Dandara entrou como se fosse uma passarela. O top branco transparente deixava ver perfeitamente as aureolas escuras dos seios enormes, os bicos duros apontando através do tecido. A legging branca colada marcava cada curva da cintura fina, da bunda grande, das coxas grossas. A calcinha aparecia por baixo, com o fio dental nas costas e a frase "PUTA DE CORNO" no elástico. E o plug anal, visível, redondo, brilhando entre as nádegas.

As mulheres olhavam com inveja, querendo ter toda essa coragem, esse poder, desejando ser ela. Os homens tinham os olhos fixos nela, comendo com o olhar.

Ela caminhou até o personal, um homem negro, alto, musculoso, de camiseta regata justa, que a recebeu com um sorriso largo.

— Bom dia, casada gostosa! — ele disse, a voz grave. — Pronta pra treinar essa bunda hoje?

— Sempre, meu bem — ela respondeu, passando a língua nos lábios.

O treino começou. Agachamento, leg press, abdominal, e a cada exercício, ele fazia uma cantada.

— Olha essa bunda, casada gostosa! Quer que eu aperte mais?

— Aperta, meu bem. Quanto mais apertar, mais eu quero.

— E esse top? Tá quase transparente ein.

— Incentivo de machos. Deixa eles babarem.

No final do treino, ela estava suada, ofegante, o top ainda mais transparente com o suor, os bicos duros ainda mais evidentes. O personal estava de pé diante dela, o pau duro sob a calça, os olhos cheios de desejo.

— Quer comer? — ela perguntou.

Ele apenas deu um sorriso de cafajeste, sem palavras.

— Só com uma condição — ela disse, aproximando-se, sussurrando no ouvido dele. — Hoje você so vai me arrombar e vai gozar tudo dentro. Hoje eu tô afim de ser deposito de porra.

Ele sorriu, e a levou para uma sala no fundo da academia, a sala de descanso dos personais.

Ao entrar Dandara viu um banco ao fundo se dirigiu até ele, levantou seu top expondo seus fartos seios, abaixou sua calça um pouco acima dos joelhos, empinando sua enorme bunda com aquele minúscula calcinha enfiada em sua bunda, e conforme a luz batia naquela joia atolada em seu rabo o personal ficava doido de tesão.

— Vem filho da puta, mete gostoso na sua puta até me encher todinha de porra.

Ele retirou sua calça deixando seu membro enorme amostra, uns 22 centímetros no mínimo, grosso e duro igual pedra, chegou proximo a ela, encostou em sua bunda, deu aquele cheiro de macho sedento em seu pescoço, Dandara se arrepiou todinha.

— Vou te fuder com tanta força que você não vai conseguir andar direito sua vagabunda!

Ele colocou sua mão bem a frente do boca de Dandara e simplesmente falou!

— COSPE VAGABUNDA, SE NÃO VAI ENTRAR NO SECO!

Dandara primeiro abriu sua boca sugou seus dedos, e deu uma salivada bem grossa em sua mão, ele então passou bem na porta da buceta dela por trás, sentiu aquela buceta queimando de desejo, e o resto da saliva passou na cabeça grossa de sua rola, encaixou a mesma bem na portinha e introduziu de vez só, só se ouviu um gemido forte e alto de dor vindo de Dandara!

— SEU FILH......... com uma mão ele tampou a boca de Dandara e a outra segurava firma em seu peito, socando forte como se aquela mulher fosse a ultima da terra. Dandara estava em tano estase, sentia tanto prazer que so conseguia gemer e revirar os olhos, e foi assim durante uns 20 minutos de puto tesão, até que aquele macho anuncia o gozo, ele soltou a boca de Dandara.

— AI CARALHO SUA CACHORRA SAFADA EU VOU GOZAR SUA FILHA DA PUTA.

— ISSO GOSTOSO, GOZA, GOZA QUE EU VOU GOZAR JUNTINHO COM VOCE VAI, GOZA DENTRO DA MINHA BUCETA DE CASADA, ME DEIXA CHEIA DE LEITE SEU GOSTO, VAI CARALHO GOZA.

Dandara começou a sentir jatos fortes e fartos de leite dentro dela.

— AI CARALHO CONTINUA SEU GOSTOSO QUE EU TO GOZANDO TAMBEMMMMMMM AI CARALHOOOOOOOOO ENCHE MINHA BUCETAAAAAAAA.

Terminando o ato Dandara empurrou sua bunda para tras o empurrando, depois puxou para frente, arrumou sua calcinha no lugar, subiu sua calça, abaixou seu top se arrumando. foi em direção ao personal, deu 2 tapinhas em sua cara e falou.

— Bom trabalho, continua assim que sempre vai estar de saco vazio comigo.

E foi saindo da sala! ao abrir a porta todos da academia a olhavam, todos sabiam oque tinha acontecido. Dandara apenas sorria com uma cara de satisfação e atravessava a academia parecendo atravessar uma passarela, as mulheres novamente olhavam com inveja, querendo ter toda essa coragem, esse poder, desejando ser ela, querendo os mesmos olhares que ela recebia. Os homens tinham os olhos fixos nela, comendo com o olhar.

Em Casa

A porta bateu e o cheiro de sexo, suor e leite invadiu a casa. Dandara entrou, a roupa ainda no corpo, suada, brilhante, o plug anal ainda lá, a calcinha com a frase "DEVOLVER CHEIA" agora molhada, pesada.

— Olha pra mim, seu corno — ela disse, sentando-se na cama e abrindo as pernas. — Olha essa buceta que eu trouxe pra casa. Cheia de leite. Cheia de porra de macho. Cheia de gozo, não era isso que você queria ?

Ele se aproximou, devagar, e encostou a boca na entrada dela. O gosto era salgado, doce, pesado. Ele lambeu, limpando o leite que escorria, o gozo que ainda brilhava, o suor que misturava tudo.

— Ah, é... — ela gemeu, arqueando o quadril. — Gosta, né? Gosta de lamber minha buceta gozada? Gosta de sentir meu leite na língua?

— Adoro, amor — ele sussurrou, lambendo mais fundo.

— Não me chama de AMOR quando tá lambendo, seu manso. Chama de "minha dona". E fala que é seu prazer.

— É meu prazer, minha dona — ele disse, e lambeu mais fundo, limpando o gozo que escorria pelo clitóris inchado.

E Ela gozou novamente, agora em sua boca.

O corpo dela tremeu, os seios subiram, e um jato extra de leite explodiu da buceta, Ele abriu a boca, só engoliu, deixando o líquido escorrer pelo queixo, pelo pescoço, pingando no peito.

— ISSO, CORNINHO! — ela gritou, a voz alta, ecoando pela casa. — GOZA GOSTOSO LIMPANDO A BUCETINHA DA SUA DONAAAAA, SEU CORNINHO GOSTOSO, FROXO, DELICIOSO! LIMPA TUDINHO, LIMPA! LIMPA QUE EU TÔ GOZANDO TAMBÉM, CARALHOOOOOOOOOO! QUE GOSTOSO, SEU FILHO DA PUTA!

Ele tremia, o cinto apertando o pau duro que não podia sair, mais impossível de segurar.

— Fala que gosta — ela mandou. — Fala que adora lamber minha buceta enquanto eu gozo na sua cara.

— Eu amo! — ele gritou, o rosto suado. — Eu amor ser seu corno! Eu amo limpar sua buceta!

— Então goza. goza me lambendo, Goza seu corno manso do caralho, filha da puta gostoso.

Ele gozou.

O jato saiu preso no cinto, quente, espesso, escorrendo pela coxa, pingando no chão. E ela sorrindo, sentindo o corpo dele tremer debaixo dela.

— Ah, olha isso! Olha essa porra que saiu do seu pau preso! Cheira a macho, né? Cheira a pau grande que você não pode ter.

Ela se levantou, virando-se pra ele, e pegou a mão dele. Com os dedos, ela pegou todo o gozo que tinha escorrido pelo cinto e esfregou nos seios enormes dela, espalhando o líquido branco sobre a pele negra, misturando com o leite que ainda brilhava no abdômen.

— Agora vem e limpa — ela mandou, apontando pra si mesma. — Limpa a porra do seu pau nos meus seios. Limpa a minha buceta. Limpa tudo. Porque você é meu corno, meu manso, meu limpador de porra. E você gosta disso. Gosta de porra de macho, gosta de buceta gozada, gosta de leite na boca.

Ele lambeu os seios dela, limpando o gozo, o leite, a mistura dos dois, e depois voltou pra buceta dela, lambendo o que restava, limpando cada gota, cada fio.

— Bom menino — ela disse, acariciando o cabelo dele. — Meu corno perfeito. Meu limpador de porra favorito.

E ele sorriu, com a boca cheia de leite, o cinto ainda apertado no pau, e soube que era exatamente onde queria estar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O CORNO ESCOLHEU E RECEBEU MUITO LEITE

Codigo do conto:
276220

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
03/11/2026

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