Minha mãe sempre foi a rainha da casa. Arrogante, doadora de opinião, dona da verdade. Ninguém ousava contradizê-la. Até o dia do almoço de família. O sobrinho dela — meu primo, vinte e poucos anos, corpo de academia e olhar de quem não tem medo de nada — chegou atrasado. Ela logo começou: — Que vergonha. Nem se arrumou direito. Parece um moleque. Ele não respondeu. Só olhou. Quando ela se levantou para ir à cozinha, ele segurou o braço dela com força. — Senta. — Solta, seu insolente! A palmada veio seca, no meio da bunda, por cima do vestido. O som ecoou na sala. Todos os familiares pararam. Tios, tias, primos, minha avó. Silêncio total. Ele puxou a cadeira, sentou e a colocou de bruços no colo, como se fosse uma menina. Levantou o vestido. A calcinha branca ficou exposta. Outra palmada, mais forte. Depois outra. E outra. A pele foi ficando vermelha, quente, marcada. Ela se debatendo, xingando, mas a voz já saía quebrada. — Para… na frente de todo mundo… Ele não parou. Continuou até a bunda dela estar inchada e ardendo. Então puxou a calcinha para o lado, abriu as pernas dela à força e enfiou dois dedos de uma vez. Ela soltou um grito abafado. Estava molhada. Vergonhosamente molhada. — Olha só. A dona de casa arrogante está escorrendo na frente da família. Ele se levantou, jogou ela de quatro no meio da sala, em cima do tapete. Abriu o zíper, tirou o pau grosso e duro e enfiou de uma vez só. O gemido dela foi alto, rouco. Ele começou a foder com força, segurando o cabelo dela, fazendo o corpo inteiro balançar. Ninguém se mexeu. Ninguém interveio. Só assistiram. Minha tia cobriu a boca. Um primo mais novo engoliu seco. Minha avó ficou imóvel. Ele meteu fundo, batendo a bunda vermelha dela a cada estocada. Puxou o cabelo, fez ela olhar para a família enquanto era fodida como uma puta qualquer. — Diz que você é uma vadia arrogante que precisa de pau de sobrinho. Ela hesitou. Ele deu uma palmada ainda mais forte e enterrou até o fundo. — Sou… sou uma vadia… que precisa… Ele gozou dentro, bem fundo, gemendo baixo. Quando saiu, o porra escorreu pela coxa dela, pingando no tapete. Ela ficou ali, de quatro, vestido amassado, bunda marcada, tremendo, sem conseguir se levantar na frente de todos. Ninguém falou nada por longos segundos. Depois ele se arrumou, sentou de novo à mesa e pediu mais comida como se nada tivesse acontecido. Minha mãe só se levantou minutos depois, as pernas bambas, o rosto vermelho de vergonha e prazer misturados. Pela primeira vez na vida, ela não soltou nenhuma palavra. E nunca mais falou com aquela arrogância de antes.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.