As quatro tias estavam sentadas no sofá, lado a lado, pálidas, as mãos apertadas no colo. Nenhuma tinha falado desde que a avó fora jogada no chão. Agora o sobrinho se virou para elas. — Vocês quatro. Em pé. Ninguém se mexeu no começo. Ele deu um passo à frente e a voz saiu baixa, mas cortante: — Em pé. Agora. Ou eu vou até aí e arrasto cada uma pelo cabelo. As quatro se levantaram. A mais velha das tias, a que sempre falava mais alto nas reuniões, abriu a boca para protestar. Ele não deixou terminar. Atravessou a sala em três passos, segurou o pescoço dela com uma mão e a empurrou de bruços sobre a mesa de centro. O vestido subiu. A calcinha foi rasgada com um puxão seco. A palmada que veio em seguida foi tão forte que o corpo dela tremeu inteiro e um gemido abafado saiu da garganta. — As outras três. De quatro no chão. Ao lado da mãe e da avó. Elas obedeceram. Uma por uma se ajoelhou, o rosto no tapete, a bunda erguida. Ele não teve pressa. Foi de uma em uma. A primeira levou a saia levantada até a cintura e a calcinha puxada para o lado. Ele cuspiu na buceta seca e enfiou o pau de uma vez, segurando os quadris com força suficiente para deixar marcas roxas. Estocadas longas e brutais. Cada vez que ela gritava, ele dava uma palmada mais forte na bunda já vermelha. Quando cansou da buceta, puxou para trás e forçou o cu. Ela soluçou, a testa batendo no chão. Ele gozou dentro, deixou escorrer e passou para a seguinte. A segunda tia tentou fechar as pernas. Ele abriu com os joelhos, deu um tapa no rosto dela que fez a cabeça virar e enfiou seco. Fodeu com violência, puxando o cabelo até a garganta ficar exposta, cuspiu na boca aberta e mandou engolir. Depois virou ela de lado, ergueu uma perna e meteu no cu enquanto a mão livre esganava o pescoço o suficiente para ela engasgar. Gozo de novo, dessa vez pingando no tapete. A terceira estava tremendo tanto que mal conseguia se manter de quatro. Ele não falou nada. Apenas a empurrou com o pé até ela cair de bruços, sentou no meio das costas dela e abriu as nádegas com as duas mãos. Cuspiu, enfiou o polegar, depois o pau. Fodeu o cu dela sem nenhuma preparação, as estocadas secas e profundas. Ela chorava baixo, a boca aberta contra o chão. Quando ele gozou, puxou o cabelo e fez ela lamber o próprio cu limpo. A quarta, a mais nova das tias, ainda tentou se arrastar para longe. Ele a alcançou pelo tornozelo, puxou de volta e a jogou de costas. Rasgou o vestido no meio, expôs os seios e a buceta. Deu um tapa em cada seio, depois outro no rosto. Enfiou o pau na boca à força, fodeu a garganta até ela vomitar um pouco, depois virou e penetrou a buceta e o cu alternadamente, sem parar, até os dois buracos estarem vermelhos e abertos. Gozo final no rosto dela, escorrendo pelos olhos e pela boca. Agora eram seis mulheres no chão: a mãe, a avó e as quatro tias. Todas de quatro ou de bruços, vestidos rasgados, bundas e rostos destruídos, porra e saliva escorrendo. A sala cheirava forte. As janelas continuavam abertas. Gente na rua assistia em silêncio. Alguém filmava. O sobrinho se levantou, o pau ainda semi-duro e sujo, e olhou para o restante da família. — Ninguém se mexe. Ninguém limpa. Ninguém fecha a porta. Ele caminhou até a cozinha, abriu a geladeira, pegou uma cerveja e voltou, sentando-se na poltrona como se tivesse acabado de chegar de uma reunião comum. As seis mulheres permaneceram exatamente onde ele as deixou, respirando pesado, o corpo marcado, enquanto a casa inteira e a rua assistiam.
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