O som de um carro de polícia parando na frente da casa cortou o silêncio. A delegada desceu sozinha. Alta, peitos pesados esticando a camisa oficial, bunda larga marcando a calça social, coxas grossas. O cabelo preso em coque baixo, o olhar duro de quem estava acostumada a mandar. Entrou pela porta aberta com a mão na cinto, a voz metálica: — Polícia! Todo mundo parado! O que está acontecendo aqui? Ela viu o monte de mulheres nuas no chão — a mãe, a avó, as quatro tias, a vizinha e a vice-prefeita — e o sobrinho sentado na poltrona, cerveja na mão, o pau ainda semi-duro marcado na calça. O rosto dela endureceu. — Você. Em pé. Mãos na cabeça. Está preso. Ele se levantou devagar, deixou a cerveja de lado e andou até ela sem pressa. A delegada puxou a arma. Antes que ela terminasse o movimento, ele já estava em cima. Segurou o pulso armado com uma mão só, torceu com força e a arma caiu no chão. O primeiro tapa no rosto dela foi tão violento que a cabeça bateu na parede. O segundo rachou o lábio. O terceiro a fez cair de joelhos. — Tira a farda. Tudo. Ela cuspiu sangue e tentou se levantar. Ele segurou o cabelo com as duas mãos e bateu a cara dela no chão uma, duas, três vezes. Depois rasgou a camisa oficial, arrancou o sutiã e os peitos pesados saltaram livres. A calça e a calcinha foram puxadas até as coxas e depois rasgadas. A bunda grande e a buceta carnuda ficaram expostas. Ele a empurrou de quatro no meio das outras mulheres. A surra começou de verdade. Palmadas brutais na bunda larga, uma atrás da outra, sem intervalo. O som ecoava pela sala e pela rua. A pele clara foi ficando vermelha, depois roxa, depois com vergões inchados. Ele batia com as duas mãos, alternando, até a bunda tremer e pequenas gotas de sangue aparecerem onde a pele rachou. Ela gritava, xingava, ameaçava. Ele respondeu com um tapa tão forte no rosto que a derrubou de lado. Depois a puxou de volta pelo cabelo e continuou a surra nas coxas internas, nos peitos pesados, na buceta exposta. Quando a bunda já estava destruída, ele abriu as nádegas com as duas mãos, cuspiu no cu e enfiou o pau de uma vez, seco, até as bolas. O grito dela foi o mais alto de todos — um uivo rouco de dor pura. Ele fodeu o cu com violência extrema, estocadas longas e profundas que faziam os peitos balançarem e a bunda tremer. Cada estocada vinha acompanhada de uma palmada ainda mais forte. Puxava o cabelo até a garganta esticar, cuspia no rosto, batia nas faces com a mão livre. Depois tirou o pau, empurrou a cabeça dela no chão e enfiou na buceta carnuda com a mesma força. A mão livre ia e vinha, tapas nos peitos, nos rostos, na bunda. Alternava os dois buracos sem parar, sem piedade, até os dois estarem abertos, vermelhos, inchados e escorrendo. A sala inteira escutava o som molhado e os gritos abafados dela. Ele gozou primeiro no cu, bem fundo, gemendo baixo. Depois tirou, empurrou a cara dela para cima e gozou de novo nos peitos e no rosto, cobrindo tudo. Segurou a nuca e fez ela lamber o pau limpo na frente de todo mundo — da família, das outras mulheres no chão e da rua inteira que assistia. Quando terminou, empurrou o corpo dela para o lado, de quatro, ao lado das outras. — Fica aí. Bundas para cima. Ninguém se mexe. Nem a delegada. Agora eram nove mulheres no meio da sala: a mãe, a avó, as quatro tias, a vizinha, a vice-prefeita e a delegada. Todas nuas, corpos marcados de surra, buracos abertos e sujos de porra e sangue, rostos destruídos. A porta continuava aberta. A rua inteira via. O carro de polícia estava ali, abandonado. O sobrinho se sentou de novo na poltrona, abriu outra cerveja e bebeu devagar, olhando para o monte de mulheres no chão. Ninguém ousou se aproximar.
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