O sobrinho se levantou da poltrona pela última vez. Deixou a cerveja de lado, andou até o centro da sala e olhou para as nove mulheres ainda no chão — a mãe, a avó, as quatro tias, a vizinha, a vice-prefeita e a delegada. Todas nuas, corpos marcados, buracos abertos e sujos, rostos inchados e sujos de porra e sangue. — Todas juntas. No meio. Agora. Elas se arrastaram, lentas, doridas. Ele as empurrou com o pé até formarem um monte: bundas para cima, rostos no chão, uma do lado da outra, apertadas. A porta continuava aberta. A rua inteira via. Alguém ainda filmava. A surra recomeçou. Ele não escolheu ordem. Foi de uma em uma, palmadas brutais, uma atrás da outra, sem intervalo. A bunda da mãe, já roxa, recebeu mais golpes até a pele rachar de novo. A avó gritou baixo quando as mãos dele desceram com força nas coxas flácidas. As quatro tias levaram tapas nos seios, nas faces, nas coxas internas. A vizinha soluçava enquanto ele batia na bunda dela até tremer. A vice-prefeita tentou se erguer e levou um chute no lado que a derrubou de volta. A delegada, a mais resistente, gritou quando ele segurou os peitos pesados e os esmagou com as mãos enquanto batia na bunda larga com a outra. Quando todas estavam gemendo e tremendo, ele tirou o pau e começou a foder de novo. Enfiou primeiro na mãe, seco, fundo, no cu já destruído. Estocadas violentas, palmadas no meio. Depois puxou e passou para a avó, forçando o buraco apertado até ela soltar um grito rouco. Seguiu para as tias, uma após a outra: buceta, cu, buceta, cu. Alternava sem parar, segurando os cabelos, cuspiendo nos rostos, batendo nas bundas a cada estocada. A vizinha levou no cu até o corpo inteiro balançar. A vice-prefeita foi fodida de quatro enquanto ele apertava o pescoço dela por trás. A delegada foi a última: ele abriu as nádegas largas, cuspiu e enterrou o pau até as bolas, fodendo com força extrema enquanto dava tapas nos peitos pesados que balançavam. Ele gozava e continuava. Uma vez na mãe, outra na delegada, outra na avó. Porra escorrendo de todos os buracos, misturada com saliva e sangue. Quando o pau amolecia um pouco, ele usava as mãos e a boca das mulheres para endurecer de novo e voltava a meter. No fim, todas estavam no chão, de quatro ou de bruços, uma em cima da outra, corpos destruídos, buracos abertos e pingando, rostos irreconhecíveis de tanto tapa e porra. A sala cheirava forte. A rua estava em silêncio absoluto. Ele se arrumou, abotoou a calça, pegou a última cerveja e olhou para o monte de mulheres. — Ficam aí até eu mandar levantar. Quem se mexer antes leva de novo. Depois se sentou na poltrona, bebeu devagar e ficou olhando. Ninguém se moveu. A porta continuava aberta.
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