O sol já estava alto quando o sobrinho acordou. A casa ainda cheirava a sexo e suor. No meio da sala, a delegada e a vice-prefeita continuavam exatamente onde ele as tinha deixado na noite anterior: nuas, de quatro no chão, corpos marcados, rostos inchados. As outras mulheres tinham sido mandadas embora de madrugada, uma por uma, com a ordem de não contar nada. Só aquelas duas ele manteve. Ele se levantou, foi até a cozinha, bebeu água e voltou. Parou na frente delas e deu um leve chute na bunda da delegada. — Acorda. Ela soltou um gemido baixo. A vice-prefeita tentou se erguer nas mãos, mas ele colocou o pé no meio das costas dela e a empurrou de volta para o chão. — Vocês duas ficam. O resto do dia. E vão apanhar até eu cansar. A surra começou de novo, sem pressa. Ele ajoelhou atrás da delegada primeiro. Segurou os peitos pesados com as duas mãos e apertou com força, os dedos cravando na carne até ela gemer de dor. Depois começou a bater neles — tapas secos, um atrás do outro, fazendo os seios balançarem e ficarem vermelhos. Alternava com palmadas na bunda larga já roxa da noite anterior. Quando a pele rachou de novo, ele passou para a buceta: dedos secos, abrindo, torcendo, depois tapas diretos na boceta carnuda até ela inchada e molhada de dor e vergonha. A vice-prefeita tentou se arrastar. Ele a puxou pelo cabelo de volta e começou nela também. Tapas no rosto, um de cada lado, até a boca sangrar de novo. Segurou os seios menores e os esmagou enquanto batia na bunda com a outra mão. Depois enfiou quatro dedos de uma vez na buceta seca, abrindo à força, enquanto dava tapas na cara dela. Ele não fodia ainda. Só batia. Tetas, buceta, cara, bunda. Horas. Alternava entre as duas. Quando uma começava a desmaiar, ele jogava água no rosto e continuava. A delegada levou a pior nos peitos: ele os segurava e batia com as duas mãos abertas até ficarem roxos e sensíveis ao menor toque. A vice-prefeita levou mais na cara e na buceta — tapas fortes o suficiente para deixar a boceta inchada e vermelha, o rosto irreconhecível. Só no meio da tarde ele tirou o pau. Fodeu a delegada primeiro, no cu já destruído, enquanto continuava batendo nos peitos pesados a cada estocada. Depois passou para a vice-prefeita, enfiando seco na buceta inchada e batendo na cara dela ao mesmo tempo. Alternava, gozava, descansava sentado na poltrona olhando as duas no chão, depois voltava. Quando o sol começou a baixar, as duas estavam estendidas no tapete, mal conseguindo se mexer. Peitos roxos, bundas rachadas, bucetas inchadas, rostos inchados e sujos. Ele se sentou de novo, abriu uma cerveja e falou baixo: — Amanhã a gente continua. Vocês não saem daqui até eu mandar. A delegada soluçou. A vice-prefeita nem conseguiu responder. A porta da frente continuava aberta.
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