A porta da frente ainda estava aberta quando o carro oficial parou na frente da casa. A vice-prefeita desceu com o rosto fechado, o terno escuro impecável, o cabelo preso num coque alto. Tinha recebido a ligação da filha — a vizinha — minutos antes e viera pessoalmente. Entrou sem bater, a voz alta e autoritária ecoando pela sala: — O que está acontecendo aqui?! Eu sou a vice-prefeita desta cidade! Soltem essas mulheres agora! O sobrinho nem se levantou de imediato. Só olhou para ela por cima do copo de cerveja, o pau ainda semi-duro marcado na calça. Depois se pôs de pé devagar, andou até ela e parou a poucos centímetros. — Fecha a boca. Ela abriu a boca para gritar de novo. O tapa veio seco, de lado, forte o suficiente para a cabeça dela girar e o batom manchar o canto da boca. O segundo tapa foi no outro lado. O terceiro a fez cambalear para trás. Ele segurou o colarinho do blazer e a arrastou até o centro da sala, bem no meio das sete mulheres ainda no chão. — Tira a roupa. — Você não sabe com quem está falando, seu— Outro tapa, mais forte, rachou o lábio inferior. Sangue escorreu pelo queixo. Ele não esperou. Rasgou o blazer, arrancou a camisa, o sutiã e a calça social num movimento só. A calcinha foi puxada até as coxas e depois rasgada. A vice-prefeita, nua, tentou cobrir os seios e a buceta com as mãos. Ele segurou os dois pulsos atrás das costas com uma mão só e começou a surra. A primeira palmada na bunda ecoou pela sala como um tiro. Depois outra. E outra. Ele não parava. A pele clara foi ficando vermelha, depois roxa, depois com marcas de mão inchadas. Ela gritava, xingava, ameaçava processar, chamar a polícia, destruir a vida dele. Ele respondeu com palmadas ainda mais fortes, agora nas coxas internas, nos seios, no rosto. Quando ela caiu de joelhos, ele a segurou pelo cabelo e continuou batendo na bunda exposta até a pele rachar em alguns pontos e pequenas gotas de sangue aparecerem. — De quatro. Agora. Ela obedeceu engasgando. Ele abriu as nádegas dela com as duas mãos, cuspiu no cu e enfiou o pau de uma vez, seco, até o fundo. O grito dela foi o mais alto até agora — um uivo de dor pura. Ele não deu tempo. Começou a foder com violência brutal, estocadas longas e profundas que faziam o corpo inteiro dela balançar. Cada vez que entrava, dava uma palmada ainda mais forte na bunda já destruída. Puxava o cabelo até a garganta ficar esticada, cuspia no rosto, batia nas faces com a mão livre. Quando o cu estava aberto e sangrando levemente, ele tirou o pau e enfiou na buceta com a mesma força. Segurou o pescoço dela por trás, apertando o suficiente para ela engasgar enquanto era fodida. Alternava entre os dois buracos sem parar, sem piedade, até os dois estarem vermelhos, inchados e escorrendo. A sala inteira escutava o som molhado e os gritos abafados dela. Ele gozou primeiro no cu, bem fundo, gemendo baixo. Depois tirou, empurrou a cabeça dela no chão e gozou de novo no rosto, cobrindo os olhos, a boca e o cabelo. Segurou a nuca e fez ela lamber o pau limpo na frente de todo mundo — da família, das outras mulheres no chão e de quem assistia da rua. Quando terminou, empurrou o corpo dela para o lado, de quatro, ao lado da filha. — Fica aí. Bundas para cima. Ninguém se mexe. Nem a vice-prefeita. Agora eram oito mulheres no meio da sala: a mãe, a avó, as quatro tias, a vizinha e a vice-prefeita. Todas nuas, corpos marcados de surra, buracos abertos e sujos de porra e sangue, rostos destruídos. A porta continuava aberta. A rua inteira via. O sobrinho se sentou de novo na poltrona, abriu outra cerveja e bebeu devagar, olhando para o monte de mulheres no chão como se tivesse acabado de resolver mais um problema. Ninguém ousou se aproximar.
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