A vingança do sobrinho 2

Ele não deixou ela se levantar.
Ainda com o pau semi-duro e sujo de porra, o sobrinho puxou minha mãe pelo cabelo até o meio da sala, bem no centro do tapete onde todos conseguiam ver de qualquer ângulo. A família inteira ainda estava ali — tios, tias, primos, minha avó, até as crianças mais novas tinham sido mandadas para o quintal, mas as portas e janelas estavam abertas. Vizinhos do outro lado da rua já tinham parado na calçada. Alguém filmava pelo portão.
— Fica de quatro. Agora.
Ela tentou se erguer nas mãos, mas ele chutou as pernas dela para os lados, abrindo completamente. A bunda ainda vermelha e marcada das palmadas anteriores ficou exposta para todos. Ele ajoelhou atrás dela, segurou a nuca com uma mão e, com a outra, deu um tapa tão forte que o corpo dela foi para frente, o rosto batendo no chão.
— Olha para eles. Olha para a porra da sua família enquanto eu te fodo de novo.
Ele enfiou de uma vez, seco, sem nenhuma preparação. O grito dela foi alto, rouco, quase um uivo. Ele não deu tempo de se acostumar. Começou a meter com violência, estocadas longas e profundas que faziam o som molhado ecoar pela sala. Cada vez que entrava até o fundo, dava uma palmada brutal na bunda já roxa. A pele rachou em alguns pontos. Pequenas gotas de sangue misturaram com o sêmen que ainda escorria.
— Grita mais alto. Quero que a rua inteira escute.
Ele puxou o cabelo com força, arqueando o corpo dela para trás até a garganta ficar exposta. Com a mão livre, começou a bater no rosto dela — não palmadas leves, tapa de verdade, de lado a lado, até a boca sangrar e o lábio inferior rachar. Ela chorava, baba e sangue escorrendo pelo queixo, mas as pernas tremiam e a buceta apertava o pau dele a cada estocada.
Um tio tentou se levantar.
— Chega, porra…
O sobrinho nem olhou. Só gritou:
— Senta. Ou você é o próximo a chupar a porra dela do chão.
O tio sentou.
Ele tirou o pau, subiu na frente dela e enfiou na boca à força. Segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a garganta sem piedade. Ela engasgava, lágrimas escorrendo, o nariz escorrendo, o som de vômito sendo forçado de volta para dentro. Quando ela tentou afastar o rosto, ele deu um tapa tão forte que a jogou de lado. Depois a puxou de volta pelo cabelo e continuou.
— Engole. Engole tudo, vadia arrogante.
Ele gozou de novo, direto na garganta. Segurou a cabeça pressionada contra o corpo até ela engolir tudo, engasgando, o excesso escorrendo pelo nariz e pela boca. Quando soltou, ela caiu de lado, tossindo, o rosto destruído, a maquiagem borrada, o vestido rasgado até a cintura.
Mas ele ainda não tinha terminado.
Virou ela de costas de novo, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu no cu. Enfiou o polegar primeiro, depois dois dedos, abrindo à força. Ela gritou de novo, a voz já rouca. Ele posicionou o pau ainda duro e penetrou o cu de uma vez só. O grito dessa vez foi diferente — mais agudo, de dor pura. Ele fodeu o cu dela com a mesma violência, segurando os quadris com força suficiente para deixar marcas de dedos roxas. A cada estocada, a cabeça dela batia no chão. Ele puxava o cabelo, cuspia na cara dela, batia na bunda já sangrando.
A sala estava em silêncio absoluto, só o som de pele batendo em pele, gemidos e soluços. Alguém do lado de fora gritou alguma coisa. Uma tia cobria o rosto, mas não saía do lugar. Minha avó assistia sem piscar.
Ele gozou pela terceira vez, agora dentro do cu, bem fundo. Quando saiu, o buraco ficou aberto, vermelho, pingando porra e um fio de sangue. Ele empurrou a cara dela no chão, no meio da própria sujeira.
— Limpa. Com a língua.
Ela obedeceu. Lambia o próprio sêmen e o sangue enquanto ele segurava a cabeça. Depois ele se levantou, abotoou a calça e olhou para a família inteira.
— Alguém mais quer usar?
Ninguém respondeu.
Ele chutou de leve a bunda dela, empurrando-a para o lado.
— Fica aí. De quatro. Até eu mandar levantar. E se alguém fechar a porta ou a janela, eu quebro a cara de quem tentar.
Minha mãe ficou exatamente como ele mandou: de quatro no meio da sala, vestido rasgado, bunda e cu destruídos, rosto inchado e sujo, respirando pesado, enquanto a família e os vizinhos assistiam em silêncio.
Ele se sentou de novo à mesa, pegou um pedaço de carne fria e começou a comer como se tivesse acabado de chegar do trabalho.
E ninguém se atreveu a se mexer.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


276298 - A patroa puta cadela - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276295 - Puta de negão - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276289 - Minha mãe e o genro dela - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276288 - A vingança do sobrinho dia seguinte - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276286 - A vingança do sobrinho 8 final - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276285 - A vingança do sobrinho 7 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276284 - A vingança do sobrinho 6 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276282 - A vingança do sobrinho 5 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276281 - A vingança do sobrinho 4 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276280 - A vingança do sobrinho 3 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276278 - A vingança do sobrinho 1 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276177 - Mamãe no ônibus - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
276169 - Mamãe no restaurante - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276167 - Mãe torturada - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276166 - Tortura pubiana - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276165 - Mamãe a peluda castigada - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276164 - Mãe e o churrasco - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
276049 - Mamãe surra de moleque - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 3
276048 - Minha mãe e suas três irmãs - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
276045 - Meu primo comeu minha mãe - Categoria: Incesto - Votos: 5
276044 - O filho do vizinho - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276043 - Mamãe e o pedreiro - Categoria: Fetiches - Votos: 1
276000 - Mamãe e o mendigo - Categoria: Fetiches - Votos: 1
275910 - A surra do século - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
275909 - Avó puta 3 - Categoria: Coroas - Votos: 1
275908 - Avó puta 2 - Categoria: Coroas - Votos: 3
275907 - Vovó puta - Categoria: Coroas - Votos: 3
275830 - Mamãe sala de aula - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
275829 - Mamãe nas eleições - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
275827 - Mamãe na igreja - Categoria: Fetiches - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A vingança do sobrinho 2

Codigo do conto:
276279

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
03/11/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0