Ele não deixou ela se levantar. Ainda com o pau semi-duro e sujo de porra, o sobrinho puxou minha mãe pelo cabelo até o meio da sala, bem no centro do tapete onde todos conseguiam ver de qualquer ângulo. A família inteira ainda estava ali — tios, tias, primos, minha avó, até as crianças mais novas tinham sido mandadas para o quintal, mas as portas e janelas estavam abertas. Vizinhos do outro lado da rua já tinham parado na calçada. Alguém filmava pelo portão. — Fica de quatro. Agora. Ela tentou se erguer nas mãos, mas ele chutou as pernas dela para os lados, abrindo completamente. A bunda ainda vermelha e marcada das palmadas anteriores ficou exposta para todos. Ele ajoelhou atrás dela, segurou a nuca com uma mão e, com a outra, deu um tapa tão forte que o corpo dela foi para frente, o rosto batendo no chão. — Olha para eles. Olha para a porra da sua família enquanto eu te fodo de novo. Ele enfiou de uma vez, seco, sem nenhuma preparação. O grito dela foi alto, rouco, quase um uivo. Ele não deu tempo de se acostumar. Começou a meter com violência, estocadas longas e profundas que faziam o som molhado ecoar pela sala. Cada vez que entrava até o fundo, dava uma palmada brutal na bunda já roxa. A pele rachou em alguns pontos. Pequenas gotas de sangue misturaram com o sêmen que ainda escorria. — Grita mais alto. Quero que a rua inteira escute. Ele puxou o cabelo com força, arqueando o corpo dela para trás até a garganta ficar exposta. Com a mão livre, começou a bater no rosto dela — não palmadas leves, tapa de verdade, de lado a lado, até a boca sangrar e o lábio inferior rachar. Ela chorava, baba e sangue escorrendo pelo queixo, mas as pernas tremiam e a buceta apertava o pau dele a cada estocada. Um tio tentou se levantar. — Chega, porra… O sobrinho nem olhou. Só gritou: — Senta. Ou você é o próximo a chupar a porra dela do chão. O tio sentou. Ele tirou o pau, subiu na frente dela e enfiou na boca à força. Segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a garganta sem piedade. Ela engasgava, lágrimas escorrendo, o nariz escorrendo, o som de vômito sendo forçado de volta para dentro. Quando ela tentou afastar o rosto, ele deu um tapa tão forte que a jogou de lado. Depois a puxou de volta pelo cabelo e continuou. — Engole. Engole tudo, vadia arrogante. Ele gozou de novo, direto na garganta. Segurou a cabeça pressionada contra o corpo até ela engolir tudo, engasgando, o excesso escorrendo pelo nariz e pela boca. Quando soltou, ela caiu de lado, tossindo, o rosto destruído, a maquiagem borrada, o vestido rasgado até a cintura. Mas ele ainda não tinha terminado. Virou ela de costas de novo, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu no cu. Enfiou o polegar primeiro, depois dois dedos, abrindo à força. Ela gritou de novo, a voz já rouca. Ele posicionou o pau ainda duro e penetrou o cu de uma vez só. O grito dessa vez foi diferente — mais agudo, de dor pura. Ele fodeu o cu dela com a mesma violência, segurando os quadris com força suficiente para deixar marcas de dedos roxas. A cada estocada, a cabeça dela batia no chão. Ele puxava o cabelo, cuspia na cara dela, batia na bunda já sangrando. A sala estava em silêncio absoluto, só o som de pele batendo em pele, gemidos e soluços. Alguém do lado de fora gritou alguma coisa. Uma tia cobria o rosto, mas não saía do lugar. Minha avó assistia sem piscar. Ele gozou pela terceira vez, agora dentro do cu, bem fundo. Quando saiu, o buraco ficou aberto, vermelho, pingando porra e um fio de sangue. Ele empurrou a cara dela no chão, no meio da própria sujeira. — Limpa. Com a língua. Ela obedeceu. Lambia o próprio sêmen e o sangue enquanto ele segurava a cabeça. Depois ele se levantou, abotoou a calça e olhou para a família inteira. — Alguém mais quer usar? Ninguém respondeu. Ele chutou de leve a bunda dela, empurrando-a para o lado. — Fica aí. De quatro. Até eu mandar levantar. E se alguém fechar a porta ou a janela, eu quebro a cara de quem tentar. Minha mãe ficou exatamente como ele mandou: de quatro no meio da sala, vestido rasgado, bunda e cu destruídos, rosto inchado e sujo, respirando pesado, enquanto a família e os vizinhos assistiam em silêncio. Ele se sentou de novo à mesa, pegou um pedaço de carne fria e começou a comer como se tivesse acabado de chegar do trabalho. E ninguém se atreveu a se mexer.
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