Minha mãe, dona do supermercado, tinha 60 anos e um corpo que ainda chamava atenção. Seios grandes e pesados, bunda larga, coxas grossas e uma buceta peluda que ela nunca depilava direito. O jovem adulto se chamava Rafael, 15 anos, alto, forte, e tinha começado a trabalhar no açougue. Em menos de duas semanas ele já estava fodendo ela como se ela fosse a puta do estabelecimento. Ele a pegava no chão do açougue, no balcão da padaria, atrás das prateleiras de refrigerante. Sempre com a mesma violência. — Abre essa perna, cadela imunda — ele rosnava, puxando ela pelos pentelhos com força, arrastando a mãe pelo chão frio e sujo. Os fios pubianos esticavam e ela soltava um gemido agudo de dor e tesão. — Sua puta de merda. Sua porca nojenta. Sua vadia de supermercado. Ele dava surras pesadas nos tetões dela. As mãos grandes e calejadas estalavam forte nas tetas, deixando marcas vermelhas, quase roxas. Os seios balançavam e saltavam a cada tapa. Depois ia pra cara. Tapa atrás de tapa, estalos secos que faziam a cabeça dela virar pro lado. A boca dela inchava, o batom se espalhava, e ele ainda cuspia na cara dela. — Olha pra mim, puta. Olha pra quem tá te usando. A surra na buceta era a pior e a melhor ao mesmo tempo. Ele abria as pernas dela à força, puxava os lábios grossos e batia com a mão aberta, de cima a baixo, batendo direto na clitóris e na entrada. O som molhado ecoava no açougue. A buceta dela ficava vermelha, inchada, pingando. Ele ria e batia de novo. Na bunda era pior ainda. Ele a virava de quatro no chão sujo, levantava a saia e começava a surra. Tapa atrás de tapa, deixando a bunda dela ardendo, marcada, quase roxa. Às vezes ele puxava ela pelos pentelhos de novo, puxando com tanta força que ela engatinhava atrás dele, gemente, babando. Ele a comia em qualquer lugar. No chão do açougue, com o cheiro de carne crua, enfiava o pau grosso de uma vez só e metia com força, segurando ela pelos cabelos e quase arrancando as orelhas. Puxava as orelhas dela com força, torcendo, enquanto fodia fundo. — Sua cadela puta e suja. Sua vaca. Sua porca. Sua vadia nojenta. Sua mãe de merda. Sua putinha de balcão. Ele xingava sem parar. Cada porrada de pau vinha acompanhada de um insulto mais pesado. Ela gozava escorrendo, a buceta fazendo barulho de água, mas ele não parava. Continuava metendo, puxando os pentelhos, batendo na cara, nos tetões, na bunda. Na padaria era a mesma coisa. Ele a empurrava sobre o balcão de farinha, levantava a saia, abria a calcinha pro lado e enfiava. Farinha grudava nos seios suados dela enquanto ele dava surras nos tetões e na cara. Farinha e saliva misturadas no rosto dela. — Você é só um buraco, puta. Um buraco sujo que eu uso quando quero. Ele quase arrancava as orelhas dela de tanto puxar. Puxava, torcia, puxava de novo enquanto metia fundo, até ela gritar e gozar de novo, com a buceta apertando o pau dele em espasmos. No final ele gozava dentro ou na cara, dependendo do humor. Se gozasse na cara, ainda dava mais uns tapas e puxava ela pelos pentelhos até ela lamber o chão sujo. Minha mãe voltava pro caixa com a saia amassada, a cara vermelha, os seios marcados e a buceta latejando. E no dia seguinte ele fazia de novo. E de novo. E de novo.
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