Naquela mesma noite eu já sabia o que ia fazer. Pedro foi embora achando que tinha ganhado. Eu fiquei calado, limpei a mesa e esperei. Dois dias depois liguei para ele dizendo que minha mãe tinha saído e que ele podia vir jogar. Ele topou na hora. Quando chegou, eu já tinha combinado tudo com a mãe dele. Dona Helena era mais nova que a minha, corpo ainda firme, seios pesados, bunda redonda e alta. Sempre andava de vestido justo pela casa. Naquele dia ela abriu a porta usando só uma camisola fina e chinelos de dedo, exatamente como eu pedi. Pedro chegou sorrindo, jogou a mochila no sofá e nem prestou atenção nela. Eu fechei a porta com chave. — Senta aí, Pedro — falei. — Hoje quem manda sou eu. Ele riu, achando que era brincadeira. Até eu puxar a mãe dele pelo braço e empurrá-la sobre o mesmo sofá. Ela não resistiu. Só olhou para o filho com um sorriso frio e ergueu a camisola, mostrando a calcinha preta enfiada entre as nádegas. Pedro ficou branco. — Que porra é essa?! Mãe?! Eu já estava com o chinelo dela na mão. Segurei o cabelo dela, forcei o tronco para baixo e comecei a chuva de chineladas exatamente como ele tinha feito com a minha. O estalo da borracha contra a pele soou alto. Dona Helena soltou um gemido baixo, mas não pediu para parar. Eu bati forte, direita, esquerda, no meio, embaixo, até a bunda inteira ficar vermelha e quente. A carne tremia a cada tapa. Pedro tentou se levantar e eu empurrei ele de volta no sofá com o pé. — Fica quieto e assiste. Agora é minha vez. Quando a bunda dela já estava marcada e inchada, eu tirei o cinto da minha calça, dobrei e desci a primeira cintada bem no centro. O couro cortou o ar e bateu seco. Dona Helena gritou dessa vez, o corpo se contorcendo. Eu continuei. Uma, duas, três, quatro… as linhas vermelhas se acumulavam sobre as marcas do chinelo. Pedro começou a gritar, a voz já quebrando. — Para! Por favor, para com isso! Mãe, fala pra ele parar! Ela só gemia, a boceta já molhando a calcinha. Eu parei só quando a bunda dela estava ardendo e latejando. Então abri o zíper, puxei a calcinha para o lado e enfiei a rola de uma vez, seco, até o fundo. O gemido dela foi alto. Eu segurei o cabelo dela com força e comecei a meter com a mesma brutalidade que ele tinha usado na minha mãe: estocadas profundas, rápidas, a mesa (agora o sofá) rangendo, a bunda vermelha batendo contra a minha virilha. Pedro chorava de verdade. Lágrimas escorrendo, soluços altos, igual criança. Tentava desviar o olhar e eu forçava a cabeça dele para frente. — Olha. Olha sua mãe levando rola. Eu metia sem piedade. Cada investida fazia Dona Helena gritar e gemer ao mesmo tempo. Puxei o cabelo dela para trás, apertei o pescoço de leve e fodi mais fundo. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, a boceta apertando minha pica em espasmos. Eu não parei. Continuei metendo enquanto ela ainda gozava, forçando outro orgasmo logo em seguida. Pedro soluçava alto, o rosto vermelho, o corpo inteiro tremendo. Quando senti que ia gozar, tirei a rola, virei Dona Helena de frente, empurrei ela de joelhos e enfiei na boca dela. Fodi a garganta dela na frente do filho, segurando a cabeça com as duas mãos. Ela engasgava, saliva escorrendo, mas engolia tudo. Depois a coloquei de quatro no chão, abri a bunda marcada e voltei a enfiar fundo. Dessa vez gozei dentro, jatos quentes enchendo ela enquanto Pedro chorava sem conseguir parar. Eu tirei a rola devagar, deixando a porra escorrer pela boceta inchada e pela bunda vermelha. Dona Helena ficou de quatro, ofegante, o corpo ainda tremendo. Pedro estava no sofá, soluçando, as mãos no rosto, igual criança depois de levar uma surra. Eu ajeitei a calça, olhei para ele e falei baixo: — Agora estamos quites. Ele não respondeu. Só continuou chorando, enquanto a mãe dele se levantava devagar, ajeitava a camisola e passava a mão na bunda latejante, ainda pingando porra no chão.
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