Me vingei de Pedro

Um ano se passou.
Eu quase tinha esquecido de Pedro quando ele apareceu de novo. Chegou de madrugada, sem avisar, bateu na porta da minha casa como se nada tivesse acontecido. Eu abri. Ele estava mais magro, o cabelo maior, o olhar nervoso. Atrás dele, a rua vazia.
— Vim buscar o que é meu — ele falou, a voz tremendo de raiva contida. — Sua mãe. Hoje ela vai levar de novo.
Eu não respondi. Só dei um passo para o lado e deixei ele entrar. A porta se fechou com um clique seco. Minha mãe estava dormindo no quarto. Eu travei a tranca e olhei para ele.
— Você é burro mesmo, Pedro.
Antes que ele pudesse reagir, eu o agarrei pelo colarinho, girei o corpo dele e o empurrei de peito contra a parede. Ele tentou se soltar, mas eu já tinha o chinelo na mão — o mesmo modelo que ele usara na minha mãe um ano atrás. Segurei o cabelo dele com força e puxei a calça e a cueca para baixo de uma vez. A bunda clara apareceu.
O primeiro tapa com o chinelo ecoou alto. Pedro soltou um grito agudo. Eu não parei. Chineladas pesadas, uma atrás da outra, direita, esquerda, no meio, embaixo. A pele foi ficando vermelha rápido. Ele se debatia, xingava, tentava chutar, mas eu segurava firme.
— Para, caralho! Para!
Quando a bunda já estava quente e marcada, eu larguei o chinelo, tirei o cinto da minha calça e dobrei. A primeira cintada fez ele gritar de verdade. O couro bateu seco, deixando uma linha vermelha viva. Eu continuei. Uma, duas, três, quatro… as marcas se acumulavam. Pedro começou a soluçar, a voz fina, igual criança de novo.
— Não… por favor… dói pra caralho…
Eu parei só quando a bunda dele estava inchada e latejando. Então cuspí na mão, passei o dedo no cu apertado dele e enfiei dois de uma vez. Ele gritou mais alto. Eu abri o zíper, tirei a rola já dura e encostei a cabeça no buraco.
— Agora você vai levar no cu, desgraçado.
Empurrei. O cu dele resistiu no começo, apertado demais. Eu forcei até a cabeça entrar. Pedro soltou um gemido longo, quase um choro. Eu segurei os quadris dele e enfiei o resto de uma vez, até as bolas baterem na bunda vermelha. Ele gritou, o corpo inteiro tremendo.
Comecei a meter com força. Estocadas profundas, sem dó. Cada investida fazia a bunda marcada tremer. Pedro chorava alto, soluços soltos, a voz fina e quebrada.
— Para… tira… dói… eu não aguento…
Eu ignorei. Segurei o cabelo dele, forcei a cabeça contra a parede e fodi mais fundo, mais rápido. O cu dele foi amolecendo aos poucos, fazendo barulho molhado a cada estocada. Eu metia sem parar, a respiração pesada, ouvindo ele chorar igual mulherzinha.
— Chora mais alto — falei no ouvido dele. — Igual você fez a mãe dele chorar.
Pedro soluçava sem conseguir parar. Lágrimas escorriam, o corpo abalava a cada pancada. Eu continuei até sentir o orgasmo subindo. Enfiei até o fundo, segurei firme e gozei dentro do cu dele, jatos quentes enchendo enquanto ele ainda chorava.
Tirei a rola devagar. Um fio de porra escorreu pelo buraco aberto e vermelho. Pedro escorregou até o chão, de joelhos, a bunda latejando, o cu pingando, o rosto molhado de choro.
Eu ajeitei a calça, olhei para ele e falei baixo:
— Tenta de novo e eu faço pior.
Ele não respondeu. Só continuou chorando, soluçando no chão, igual criança castigada.
Dessa vez ele não fugiu no mesmo dia. Ficou ali, no chão, até conseguir se levantar. Mas eu sabia que, quando saísse daquela casa, nunca mais voltaria a tentar nada.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Me vingei de Pedro

Codigo do conto:
276312

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
03/11/2026

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